4 de agosto de 2008 às 10h17
A máquina do fim do mundo
Essas imagens causam um deslumbramento inevitável: tantas cores, tanta complexidade, tanta desproporção – é quase irresistível associar o grande colisor de hádrons (o Large Hadron Collider ou LHC) a uma versão do Tim Burton para uma ficção científica séria e minuciosa.
Mas é bom lembrar que isso aí não é só mais um investimento científico carésimo. Cogitado pelo CERN (o MIT europeu, um dos personagens do Anjos e Demônios, do Dan Brown), o brinquedinho é o maior laboratório do mundo (veja a totalidade do seu diâmetro na última foto) e de uma ousadia científica perigosa. Há até quem cogite que a brincadeira pode abrir buracos negros ou wormholes (Lost, anyone?) no meio da Europa, criando um colapso de dimensões cósmicas. Eu, como o Rafa, tou tranqüilo, mesmo porque eu sou mckennista no quesito apocalipse e ponho minhas fichas em dezembro de 2012. Que nem vai ser o fim do mundo per se, mas, veremos o que acontece até lá.
Aí você presta atenção e vê a data que o brinquedinho começa a funcionar…
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Profissão: autobiógrafo.


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12 de agosto de 2008 às 13h49
[...] que deu uma atrasada em sua estréia no 8 do 8 do 8. O Large Hadron Collider, a boa e velha máquina do fim do mundo, também não pôde começar seus trabalhos na data mística. Mas o CERN mais: e agora o [...]
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9 de setembro de 2008 às 16h40
[...] do Large Hadron Collider, né? Então, ele começa a funcionar amanhã, dia 10 de setembro de 2008. Dia 10 do mês 9 do ano [...]