“Eu amei a canção. E disse: ‘Paul, não acho que os Beatles, uma banda de rock, podem tocar isso. Você não pode ter uma batida pesada de rock nesta canção tão adorável. Vá para o estúdio apenas com sua guitarra, cante e eu vou pensar em algo’. E disse: ‘A única coisa em que consigo pensar são cordas’. E ele disse, ‘Eu não quero essa merda de Mantovani’. E eu disse: ‘Deixa que eu escrevo algo’. E foi um arranjo simples demais. Paulo viu a partitura e disse, ‘mas meu nome não está aqui’. E eu disse, ‘eis um lápis, assine’. E foi assim”
George Martin, no Washington Post, sobre “Yesterday”.
joao grando em setembro 17th, 2008 at 2:01 pm
Aliás ele (o George) deveria ter pegado um lápis e assinado junto o Sgt. Peppers, ou aparecido de terno colorido na capa.
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