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Part of the weekend never dies, parte 3

O finde passado também marcou o fim de uma etapa no Milo Garage e na noite de São Paulo. A noite da Peligro, idealizada pelo Du, pelo Gui e pelo Dago ainda nos tempos da Generics, e a noite .Mixtape., do Guab, se despediram do sobrado de Higienópolis que foi um dos responsáveis por trazer a noite de volta para o centro da cidade. Pra quem não lembra, antes do Vegas, do Inferno e do Studio SP ter se mudado para a Augusta, parte da noite da cidade se dividia entre a Vila Madalena e a Vila Olímpia, com focos alguns focos isolados nos arredores da Paulista e do Centro. Foi a partir da chegada da Funhouse, da consolidação da Loca e, posteriormente, a inauguração do Milo, quem deu origem a essa noite paulistana atual. Ela evoluiu de uma cena indie que circulava entre o DJ Club e o Juke Joint para um dos principais focos de atração – inclusive turístico – da cidade, deixando a Vila Madalena como um território exclusivo para bares (ainda que o Matrix e a Torre sobrevivam, fiéis ao tempo em que parte da noite da cidade circulava por lá) e englobando a cena eletrônica que, aos poucos, foi ficando menos populosa – tanto que o Lov.e morreu e o Hell’s encontrou refúgio justo no Vegas.

Não soube ainda como foi a última noite do Guab no Milo, mas aposto que teve gente chorando – mesmo sabendo que daqui a um ou dois meses ele volta a discotecar, em sua própria casa. O mesmo não aconteceu na última quinta do Milo, que eu não pude ir por ter saído tarde e cansado do jornal, mas ela rendeu o relato emocionado do Gonzo e um balanço geral, que o Gui fez para o Arthur.

Resta saber se as profecias vão mesmo se concretizar e quando é que a Barra Funda vai virar “a” Barra Funda… Porque já tem gente falando em “a nova Barra Funda” sem a primeira sequer ter acontecido de fato.

2 Comentários
por: Alexandre Matias postado em: Brasil, Indie tags: , , , , , , , ,

2 Comentários

Comentário por Mutley
1 de setembro de 2008 às 14h25

Foi bonito o negócio, né? Alvissareiras também de BH, pelo que se diz.

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Pingback por Mau Humor » Arquivo » Fazendo a ronda - OESQUEMA
1 de setembro de 2008 às 18h02

[...] Larry Gomez: And…the hat. That fuckin’ hat. That fucking… How many times have I told you, don’t wear that fucking hat here? How many? Budd: Customers wear hats. Larry Gomez: Well, I’m not the boss of the customers. I’m the boss of you. And I’m telling you… that I want you to keep that shit-kicker hat at home. 3) Sobre o Matias, eu quase nunca sei muito bem do que ele está falando, mas parece que algumas festas importantes por aí estão acabando. [...]

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