Uma artista com senso de consumação. A sueca Lykke Li foi criada em Portugal, o que deu a seu pop descarado uma caracterÃstica melancólica e triste, unindo o horizonte limpo e desolador de ambos paÃses em uma mesma linha musical que mistura melodias fáceis, vocais açucarados (à s vezes, demais) e texturas polares. É pop eletrônico mas ao mesmo tempo é folk nórdico, como se Cat Power e Kylie Minogue fossem a mesma pessoa e tivessem nascido em uma aldeia esquimó e os poucos recursos que tivesse para fazer música fossem um violão, um teclado simples, uma bateria eletrônica e as palmas de alguns amigos ao redor de uma fogueira. Youth Models, seu primeiro disco, equilibra canconetas descartáveis (”Breaking it Up”, “Let it Fall”, “Complaint Department”) com baladas densas e contemplativas (”This Trumpet in My Head”, “Window Blues”, “Time Flies”). Às vezes ela acerta nos dois pontos ao mesmo tempo, em faixas que beiram a perfeição, (não fosse a timidez), como “Little Bit” e “I’m Good, I’m Gone”. E é aà que ela se revela promissora.
40) Lykke Li - Youth Novels (senha: WhereThe)
Lykke Li - “Little Bit“
ortega em 15 de dezembro, 2008 Ã s
12:39 pm
achei esse disco foda. não sabia dessa origem portuguesa/sueca dela, realmente isso explica mta coisa. só q o tÃtulo trocou “novels” por “models” ;)
Jean Putzel em 15 de dezembro, 2008 Ã s
12:51 pm
é youth novels, cara! btw, acompanho o trabalho sujo desde essa mesma época no ano passado. está ótima a lista até agora, intrigante que tu tenha achado 39 discos melhores do que esse
Alexandre Matias em 15 de dezembro, 2008 Ã s
12:54 pm
Uops, corrigido, valeus :)
Daniel Galera em 28 de janeiro, 2009 Ã s
12:01 pm
Opa. Tem a senha pra abrir o RAR desse disco? Tentei a mesma do download mas não rolou.
© OESQUEMA/ 2008 | Reprodução permitida após consulta |
Créditos