sábado, 7 de março, 2009

Se você ainda não se convenceu…

Se você ainda está com a pulga atrás da orelha em relação à qualidade de Watchmen, dá uma sacada na cena de abertura do filme… Mas se você é fã do quadrinho, sugiro que assista na telona, pra não perder impacto.


Por Alexandre Matias às 8:59 | | Permalink
Categorias: Cinema Ficcao Cientifica HQ Loki Paranoia Pop Talagadas Video
Tags: ,

5 Comentários

bullet Felipe em 8 de março, 2009 às 8:15 am

Vídeo não disponível. A Warner está mais interessada em “direitos” ou em atrair o público para os cinemas???


bullet jão em 8 de março, 2009 às 11:55 am

um clímax no início do filme. excelente se você não está na pré-estréia e tem um bando de nerd aplaudindo a película aos cinco minutos…


bullet Odorico Leal em 8 de março, 2009 às 2:02 pm

Assisti ao filme ontem, e há muito tempo não me decepcionava tanto com um filme. Não me incomodaram as mudanças e cortes na história. O filme começa bem, com Nat King Cole cantando a nostalgia enquanto Adrian põe um fim à miséria do Comediante. Depois disso, o filme se esvazia. Enquanto eu assistia, achava tudo muito bem feito, mas ficava me perguntando por que eu estava entediado. E a resposta é muito simples: o filme não tem alma, não tem emoção. A atmosfera, a ambientação do quadrinho não foi transposta para a tela. Não há o clima de paranóia, de medo, de depressão. As pessoas no filme até falam sobre isso, mas não se sente nada. Quando li o quadrinho, meses atrás, o clima que senti foi o de uma mistura absurda de “Five Years”, do David Bowie, com “Taxi Driver” - um clima de destruição e sodomia, com um desejo de redenção desesperada no ar. O problema é que esse clima, na revista, é construído nos detalhes: nas cenas na rua, com o mendigo segurando o cartaz do fim do mundo, o menino lendo a história na banca de revistas, etc. O diretor ignorou completamente os detalhes. Compreende-se, já que ele pretendia fazer um único filme e não podia se estender. Mas, se era pra abrir mão dos detalhes, que conseguisse outra forma de estabelecer aquela atmosfera. Não basta fazer um personagem dizer como as coisas estão ruins, você precisa fazer a coisa acontecer. Basta assistir alguns minutos de “Táxi Driver”, onde Travis pouco fala. Parece meio incongruente, mas nos quadrinhos você consegue sentir o cheiro das ruas, das pessoas, do medo, da paranóia e do desejo de esperança. No cinema, onde supostamente isso seria mais fácil conseguir, o diretor não passou nada. É um espetáculo vazio. Isso fica constrangedor em alguns momentos. Na revistinha, quando o Comediante encontra Molloch e chora na frente dele, dizendo que tudo era uma piada, você fica meio chocado. No filme, ficou nauseante de ouvir o “it’s all a joke”, ficou constrangedor, porque parecia forçar a barra - o filme não sustentava, não dava significado às frases, não preenchia com carga emocional. Saí do cinema puto, porque realmente achei que ia ser uma experiência massa, algo como assistir aos primeiros episódios de Lost. O máximo que se pode dizer desse filme é que é bem produzido. Mas quem não leu a revista não vai ter idéia do que é realmente sentir aquela história e realmente entrar no drama dos personagens e do estado mental geral da cidade paranóica. A cidade, aliás, mal aparece no filme. Não basta colocar “The sound of silence” numa cena para que ela fique boa. Filme vergonhoso.


bullet diego lauton em 10 de março, 2009 às 1:39 am

concordo que faltou o “mojo” da revista no fime, os detalhes. Realmente achei o filme um pouco vazio nesse sentido. Uma hora parei e pensei se eu estava realmente gostando daquilo. O filme, além de ser muito bem produzido, conseguiu transpor com sucesso o esqueleto, o corpo da revista, mas não sua alma.


bullet William em 12 de março, 2009 às 12:35 am

Gente ADOREI o filme acho que se eu fosse vocês esperava a versão em DVD


Envie seu comentário

calhamaço



leitura aleatória





























Comentários

RSS URBe

RSS Conector

RSS Mau Humor

tags

Arquivo

trabalhosujo
Alavanca
Allan
Arnaldo
Babee
Banksy
Bean
Bia
Bloody Pop
Bragatto
Bruna Beber
Bruno Natal
Bruno Nogueira
Bruno Orsini
Bruno Saito
Bruno Torturra
Caco Galhardo
Cardoso
Carla
Carlos Bela
Carol Bittencourt
Carneiro
Cearenses Internacionais
Chaka Hotnightz
Chico Barney
Chiquinha
Choque Cultural
Churrasco Grego
Cissa
Clarah
Clayton
Claudio Silvano
Concentrado
Coquetel Molotov
Cosko
Cristiano Bastos
Dafne
Dago
Dahmer
Dani
Dauro
De Leve
Delfin
Dominódromo
Eduf
Fabio Fernandes
Ferla
Fred
Flávia
Fuzz Noise
Gas
Gilberto Custódio
Goma
Grenade
Hector
Isabela & Thaís
Idelber
Ivan
Joca Reiners Terron
Jornalista de Merda
Kátia Lessa
Kátia Nogueira
Klaus
La Cumbuca
Laerte
Lalai
Lia
Liniers
Locutório
Loronix
Lucas Santtana
Luciano Matos
Lucio Ribeiro
Luís Carlos Azenha
Maldita
Marcelo Costa
Marcio K
Mario AV
Marquinhos
Matias Maxx
Mateus Potumati
Mateus Reis
Mini
Mormasso
Mundo 47
Nassif
Nix
Original Pinheiros Style
Pablo Casado
Pablo Miyazawa
Paulo Terron
Pedro Alexandre
Pedro Doria
Piangers
Rafa
Raios Triplos
Rango Tru
Renata
Ricardo Alexandre
Ricardo Lombardi
Rodolfo
Ronaldo Bressane
Ronaldo Evangelista
Senhor F
Serjão
Seth Godin
Só Pedrada
+Soma
Stephanie Gaspar
Talita
The Tarnished Angels
Tiago Dória
Tomate
Träsel
Ulisses
Wagner & Beethoven
Wax Poetics
Wilson
YB

OESQUEMA | Voltar a página principal © OESQUEMA/ 2008 | Reprodução permitida após consulta | Créditos