18 de fevereiro de 2010 às 23h46
Doors, fábrica de hits
E pra quem bodeia com o Doors quando lembra das pirações pseudopoéticas do velho Jim ou de jam sessions intermináveis com o teclado cafona de Ray Manzarek sempre em primeiro plano, vale lembrar que a banda também era uma fábrica de hits – músicas curtinhas, precisas, na mosca. Uma amostra rápida, pra quem não conhece:
Coisa fina.
2 Comentários



Profissão: autobiógrafo.


19 de fevereiro de 2010 às 14h18
Love Street é algo…
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19 de fevereiro de 2010 às 20h54
Eu adoro essa banda e fico imensamente orgulhoso de tê-la conhecido antes da “badalação” do filme do Oliver Stone. Ouvir “Absolutely Live” ainda moleque nos anos 80 é uma dádiva! E discordo quanto a “não-poesia” do Jaime Douglas! Tem coisas ali bem bonitas e bacanas, apesar de algum carnavalesquismo movido a “ah-cidinhu”! Não sabia desse doc com o Johnny Depp, vou lá ver qq hora dessas aqui na Nigéria! abs!
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