19 de fevereiro de 2010 às 10h46
Falando em mentira…
Vi isso na Isabela.
Mas discordo. Escritor não tem que ter compromisso com nada, nem com o leitor.
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Vi isso na Isabela.
Mas discordo. Escritor não tem que ter compromisso com nada, nem com o leitor.
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"Even science fiction is now very far behind what's actually happening." - Marshall McLuhan. Desde 1995
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alexandrematias [@] gmail.com


19 de fevereiro de 2010 às 15h08
… e nem com a própria história se você quer saber. o que esse fischer deve achar do david lynch? aliás, mudando de pato pra ganso, se explicarem tudinho, tudinho na conclusão da história do LOST (o que acho que não vai acontecer) vou lá e meto bala nos roteitistas. adoro histórias que não concluem, abertas. acho mais a ver com a própria vida em si, um bonde que pegamos num ponto e descemos no outro sem sabermos exatamente de onde vem nem para onde vai. o lance é o miolo (ó o duplo sentido aí…).
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19 de fevereiro de 2010 às 18h55
ele fala em compromisso com a história, não com o leitor. Na real, é o que a maioria dos escritores sempre comentam ou são indagados a respeito. No filme As Horas, há isso quando Virginia descobre que tem de matar sua protagonista, por exemplo. Não importa o que o leitor vai achar, o que os críticos pensarão, nem se o escritor acha que isso será bom pelo motivo que for, ele simplesmente sabe que é assim que tem de ser. É como se a história tivesse autonomia. Ou uma personagem: como quando Cortazar comentava que certa personagem que ele concebeu de um jeito, lá na frente da história teve atitudes que o surpreenderam completamente. Claro que depende da linha de pensamento do escritor, outros acharão esse papo todo pura bobagem. Talvez Poe fosse um destes, escritor mais cerebral, não por isso menos genial.
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