8 de novembro de 2011 às 11h21
O Robocop do Padilha
O Hessel linka o Coming Soon:
“O que eu posso falar é: no primeiro RoboCop, quando Alex Murphy é trucidado, você vê alguns relances de hospitais e depois já corta para ele como RoboCop. Meu filme vai mostrar o que tem nesse meio tempo. Como se faz um RoboCop? Como você transforma lentamente uma pessoa em um robô? Como, na verdade, você tira a humanidade de alguém e como você programa um cérebro, por assim dizer? Como isso afeta o indivíduo?”
Potencial pra filmaço.
3 Comentários




Profissão: autobiógrafo.


9 de novembro de 2011 às 11h05
pô, mas cena do verhoeven de reconstrução é tão legal, fica ligando e religando os ‘olhos’ do robocop. eu curto essas lacunas.
seio não, o filme até pode ser bom, mas é como okarate kid, feito pra nova geração, os velhos vão ter memórias nostálgicas demais pra se agradarem do remake…
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Pingback por O rap do Robocop | Trabalho Sujo
9 de novembro de 2011 às 11h57
[...] Aproveitando o gancho, não é uma piadinha, e sim a história do clássico filme de Paul Verhoeven contada em dez minutos de o rap dos Anomalies rimado com falas do filme. [...]
10 de novembro de 2011 às 12h37
desde quando eu era criança, nunca entendi o porque cargas d’água os bandidos não atiravam na boca do Robocop
olha a boca ali, não tem proteção nenhuma, era só atirar lá e pronto!
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