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Vintedoze: Tudo é perspectiva histórica

Alexandre Matias, Ronaldo Evangelista, Rogério de Campos, o fim do trabalho intelectual, ficção científica e Love & Rockets. O áudio tá nesse link e o vídeo segue abaixo:

E as referências: • Veneno no Studio SPDrácula do CoppolaMamma Mia • “O penultimo filme do Clooney” • “O soldado cortado ao meio” • Donnie DarkoPsiricoMK UltraWorld Trade Center 7Klaatu Barada NiktoThe DescendantsLove & Rockets New StoriesSeattle 99A crítica de Zeca Camargo à criticaDahmer: jornalismo, Letuce e CameloO livro da ChiquinhaGolden ShowerTarja PretaO PintinhoDaytripperBanda CrimeSobre a autoria de “Ai Se Eu Te Pego”O Espião Que Sabia DemaisCaçapaCronocrimenesMixtape Veneno: Novos Planos para o VerãoMatt Groening + Ed Lincoln

12 Comentários
por: Alexandre Matias postado em: Anos Vinte, Destaque tags: , , ,

12 Comentários

Comentário por Rodrigo Santiago
11 de fevereiro de 2012 às 20h46

Essa história de referência, cópia, repetição é bem explicada pelos vídeos aqui: http://www.everythingisaremix.info/watch-the-series/ . O sujeito parte do conceito do remix para explicar essa relação quase promíscua entre as músicas e vai além, parte para o cinema e demais produções intelectuais e científicas. Vale o click. Ah, como é o meu primeiro comentário, ficam aqui meus parabéns pelo vídeo, coisa e tal. Bom pacas, também vale um click, aproveitando gancho.

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Comentário por fra tura exposta
12 de fevereiro de 2012 às 7h36

A primeira foto desse post logo atrás está escrito VANDO não seria isso uma referência?????

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Comentário por Alexandre Duque
12 de fevereiro de 2012 às 17h43

Primeiramente parabéns pelo excelente papo, como de costume.

Quando começaram a falar que o sci-fi está perdendo o lugar no mainstream me veio na hora: Mas e essa enxurrada toda de filmes de super/anti-heróis?

E Ronaldo…Sua birra com o Cisne Negro atiçou-me. Porque não viu/virá?

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Comentário por stêvz
13 de fevereiro de 2012 às 9h51

Os programas estão bem interessantes, parabéns.

Sobre a ficção científica, lembrei de um livro: http://www.devir.com.br/literatura/lanc_fc.php (Ficção Científica Brasileira – Mitos Culturais e Nacionalidade no País do Futuro / M. ELizabeth Ginway / Devir)

E o cartum do Dahmer que o Ronaldo lembrou como sendo nas pirâmides (apesar de ter o mesmo sentido), me lembrou um do Arnaldo:
http://www.oesquema.com.br/mauhumor/2009/10/22/parceria.htm

Achei legal comentarem sobre a cena de quadrinhos independentes do Rio, já que faço parte dela. E aproveito pra vender o peixe: visitem http://www.revistabeleleu.com.br , disponibilizamos a primeira edição da revista na íntegra, e logo logo sai a próxima.

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Comentário por Eduardo Oliveira
13 de fevereiro de 2012 às 13h30

Interessante a discussão entre filmes de ficção “irreais” e os mais próximos da nossa realidade. Isso dá até para fazer um link com o comentário do Matias sobre a tal conspiração que diz que estão aumentando os filmes/séries sobre extraterrestres porque “está para ser divulgado” que encontraram vida fora da Terra e tal. Nos últimos anos, filmes de ETs já não são feitos de uma maneira caricata do ponto de vista que os humanos se surpreendem, mas com os humanos tratando isso de maneira, até certo ponto, natural.
- Distrito 9 mostra alienígenas que estão na Terra há mais de 20 anos;
- Another Earth (http://www.youtube.com/watch?v=QlPfAYpnpuw) é sobre o descobrimento de outro planeta com vida, porém idêntico a Terra;
- Batalha de Los Angeles não é um filme sobre invasão alienígena, e sim sobre guerra.

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Comentário por YCK
15 de fevereiro de 2012 às 2h40

Pergunto -me se o mundo se prepara, ou está preparado, para contatos extraterrestres?

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Comentário por Mateus
13 de fevereiro de 2012 às 22h08

Ando acompanhando com o recente interesse de Hollywood por temas próximos da vida cotidiana e relações humanas. Nessa leva gostei muito do “Minhas Mães e Meu Pai” e “Win Win” (acho que esse saiu direto em dvd no Brasil como “Ganhar Ganhar”).

Fiquei interessado nos comentários do Rogério sobre o texto de Zeca Camargo sobre crítica e fui lê-lo. É difícil engolir a opinião dele de que Strokes e White Stripes foram revolucionários quando explodiram. Claro que era legal ver bandas de rock voltando a fazer tanto sucesso, mas musicalmente o que é revolucionário nessas bandas? Acho que os White Stripes arriscaram mais que os Strokes quando existiam e que o fim da banda consolidou de vez a liberdade do Jack White para fazer o que quiser, tanto é que lança em breve seu primeiro disco solo. Particularmente, acho que o sucesso comercial recente do blues rock dos Black Keys é merecido, já que a banda foi polindo seu som ao longo de sua década de carreira e se aproximando do pop ao trabalhar com gente como Danger Mouse.

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Comentário por Lázaro Fanfa
15 de fevereiro de 2012 às 9h17

Tá ficando cada vez melhor a edição do vídeo tão de parabéns!

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Comentário por Noah Mera
15 de fevereiro de 2012 às 13h31

No fundo esse esvaziamento do terror e mudança de tom na ficção cientifica é produto do avanço tecnológico. Se a ciência não conseguiu explicar as causas últimas da natureza, pelo menos conseguiu prover conforto e algumas certezas para uma grande parcela da humanidade.

O horror cósmico do Lovecraft foi o último respiro da ficção de terror justamente por dominar a encruzilhada do horror com a ficção cientifica.

Já a ficção científica perde o componente de crítica social e fica admirando os próprios avanços da ciência (acho fringe um delicioso exemplo da fetichização e admiração dos próprios avanços da ciência do mundo real) ou esperando com deslumbramento e espanto a singularidade tecnológica que pode estar em qualquer esquina a frente. Outra coisa também é a absoluta falta de um modelo para o atual. Occupys que o digam já que deixam claro não serem contra o capitalismo na maneira atual, mas que querem mudanças, melhor distribuição de renda, mais igualdade – só não sabem como. Não existe proposta para mudar o quadro que aí está. O mundo precisa de outro 1984, mais um admirável mundo novo e uma das figuras que poderia nos dar essa munição acha que cumpriu seu objetivo nos dando a mascara do Guy Fawkes.

E sobre continuidade e quadrinhos, interessante o comentário do Evangelista, dia desses eu escrevi um artigo pra um dos sites que eu contribuo falando justamente disso – segue o link: http://www.mais1livro.com/os-quadrinhos-continuidade-crises-temporais/

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Comentário por Noah Mera
15 de fevereiro de 2012 às 17h59

Ah, sim… ia me esquecendo. Vocês não acham que o papel de critica da ficção cientifica está concentrado no nicho do retrofuturismo? Principalmente o steampunk cujo livro mais importante é “A máquina diferencial” (escrito por um dos pais do Cyberpunk, inclusive) onde a máquina diferencial do Babbage é construída e dá inicio à revolução informacional em conjunto com a revolução industrial.

Eu sinto que toda essa atração pela era vitoriana é uma reflexão sobre a última era onde TUDO mudou. Mesmo por que vivemos o auge da lógica da revolução industrial em todas as suas benesses, mas parece que temos que finalmente acertar as contas que fomos fazendo nesse caminho.

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Comentário por Gleidson Medeiros
15 de fevereiro de 2012 às 23h05

Sem desmerecer os convidados homens, mas tá na hora de diversificar e chamar mais uma mina. O melhor até agora foi o da Renata Simões.

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Comentário por Lázaro Fanfa
16 de fevereiro de 2012 às 11h59

Quanto a pergunta o q é o atual mainstream do cinema?

Na virada deste século muito se falou no fim de vários nichos da indústria do entretenimento, porém como vimos isso não se realizou, pelo menos até agora. Acho q o grande FIM q muitos falam é o final do Mainstream, o final do global, do caminho fácil para atingir o público.

Até hoje escutamos a indústria fonográfica se revirando pra tentar encontrar o novo mainstream, que tente atingir a todos, e parece que aos poucos ela vai aprendendo que isso não se configura mais uma realidade, vide o impensável “sucesso global” de Michel Teló, mas o sertanejo não chega a ser O MAINSTREAM.

Quanto ao cinema parece que o terror do SAW e outros similares foram o último suspiro do mainstream cinematográfico, pois agora assistimos crepúsculo, um filme pequeno, atingindo grandes bilheterias, O Artista, pb, mudo e muito badalado. Vísivelmente não há um gênero, um caminho.

O último e mais lucrativo ramo da indústria do entretenimento, os Games, também parecem sofrer do mesmo mal (se é que isso seja um mal), os jogos de guerra e esportes já estão saturados e a acensão de jogos independentes como Minecraft, Limbo e Bastion nas listas de melhorres games do ano, reforça essa tendência.

Acho q a pergunta deveria ser outra, existe ainda um Mainstream?

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