28 de março de 2012 às 11h03
Millôr (1923-2012)
A morte do Chico Anysio já foi uma perda e tanto no meu âmbito pessoal (meu pai também nasceu em Maranguape, mesma cidade do Chico), mas a notícia da morte do Millôr me doeu mais ainda… Mais do que um dos maiores nomes do texto brasileiro (reduzi-lo ao humor é esquecer suas contribuições à tradução, ao teatro, ao jornalismo, à edição, à arte da entrevista, ao ensaio), Millôr faz parte do meu próprio panteão de mestres e exemplos a serem seguidos. Mas seu legado segue inabalável – e agora é hora de redescobrirem-no.
:~
7 Comentários




Profissão: autobiógrafo.

28 de março de 2012 às 12h04
Que merda! Sempre pensei que o Millôr fosse imortal. Como você disse o legado que ele deixa é inabalável. Dos grandes artistas e personagens do Brasil do século XX.
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29 de março de 2012 às 0h00
Tipo isso mesmo!!
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28 de março de 2012 às 13h13
Um brasileiro que fez e ainda fará diferença.
As águas de março estão devastadoras!
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Pingback por Millôr Fernandes e o PapodeHomem | Papo de Homem – Lifestyle Magazine
28 de março de 2012 às 14h31
[...] lá no Trabalho Sujo a homenagem do Alexandre Matias ao Millôr e me apeteceu a curiosidade de ver um desenho que tem [...]
28 de março de 2012 às 18h29
putz, que chato. lembro de ler fábulas fabulosas quando moleque, adorando cada palavra. até hoje leio e releio a biblia do caos, anotando as melhores frases.
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28 de março de 2012 às 22h26
O século XX está acabando.
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Pingback por Millôr vs Renato Russo | Bate Estaca
2 de abril de 2012 às 10h13
[...] dias pós-Millôr, como bem sugeriu o Matias, é hora de redescobrir seu [...]