Falando nisso, não custa voltar a este clássico. Alguém sabe de quem é essa foto?
E essa cena bizarra que o Marcioka desenterrou?
Outro dia o Danilo me mostrou essa “Gimme Shelter” com os vocais do Keith Richards e eu lembrei que isso é mais comum do que a gente possa lembrar, mas embora seja comum nos discos não-oficiais dos Stones, achei pouca coisa no YouTube. Olha só:
É outra pegada, outros Stones, mas não dá pra dizer que fica devendo nada às versões do beiçola.
Keith Richards, né. Outra onda.
O ponto em “questã” começa a partir dos quase quatro minutos do vídeo e versa sobre uma feshteenha em uma agência de publicidade:
Vi no Churrasco na Laje.
Adivinha, dotô, quem tá de volta na praça?
Cheech & Chong já estão em turnê pelos EUA, desta vez falando sério:
Tamos esperando o próximo filme.
…que passou a manhã twittando o que viu ontem. Leia de baixo pra cima:
Alguémeshpliquessaporra!
Só um dos dois sobreviverá:
Essa criança não riria tanto se as coisas funcionassem como a mãe-natureza planejou…
Isso, Mila… Abastece tudo…
Tua vez, Vinícius!
Hot Chip - “I Feel Better” (que clipe doido da porra)
Claudio N - “Louva Deus” (aê, Chambaril!)
Devendra Banhart - “Baby”
Sebastian Tellier - “Look” (FO-DA-ÇO)
Speed Freaks e De Leve - “Morta”
Vamos lá com a faixa do dia da nossa coleta de fim de verão, cantada pelo mestre Frank Jorge, um hino jovem guarda sobre o cool e o anticool que atira para todos os lados numa espécie de “Arrombou a Festa” dos anos 00, trocando nomes e celebridades por rótulos e hypes. Frank Jorge, né… O Bruno, por sua vez, chama o Momo.
Frank Jorge - “São Tantas Tendências”
Eis o primeiro filme inspirado no livro de Lewis Carroll. Vi lá no Lombardi.
“Brasileira”… Normalmente não curto essas bichices, mas a letra dessa versão ficou boa (”tou vendo a CET” foi foda).
Vi na Bia.
Depois do Phoenix, é a vez de Lady Gaga passar pelo crivo do coral PS22.
Opa, continuação de B-13 a caminho. Pra quem não viu, o filme original foi o veículo encontrado por Luc Besson para vender o parkour (esse jeito de sair pulando pelas coisas que a Madonna hypou no clipe de “Hung Up”) e, como a maioria dos filmes de ação que levam a assinatura do sujeito, é bonzaço. Não apenas por começar citando uma cena de Vale Tudo (a novela do Gilberto Braga, sério), mas por pegar o gancho do gênero e optar por dois heróis que raramente usam armas brancas ou de fogo - usando apenas seus próprios corpos e objetos encontrados aleatoriamente como acessórios para a porradaria.
O astro de hoje é o homem, o mito, o incansável, o ilustre, o espírito santo da cena mashup brasileira que, ao ser inquirido com a possibilidade de fazer uma música só no violão (e eu torcendo por uma “Baranga” unplugged), ele optou por jogar o mashup pras seis cordas e o resultado é esse abaixo. Enquanto isso, o Bruno aciona o Burro Morto.
João Brasil - “Orgasmadance“
Lembrei de “I Wish“, do Skee-Lo.
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