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Arquivo: Brasil

Eu, o Juntatribo e o Diário Pirata

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O Juntatribo tem um significado especial pra mim pois suas edições marcam minha entrada para o jornalismo. Na primeira, em 93, eu era um menino de Brasília recém-chegado a Campinas e ainda impressionado com a vida cultural de São Paulo (numa época em que a vida social da minha cidade era próxima do zero). Na segunda, eu havia acabado de ser contratado pelo jornal Diário do Povo, o segundo jornal da cidade, depois de passar pouco mais de seis meses colaborando gratuitamente com o jornal, especificamente com o caderno adolescente do título, o Diário Pirata. No mês em que comecei na redação da rua Sete de Setembro, na Vila Industrial, a segunda edição do festival seria realizado e topamos fazer uma edição inteira dedicada ao Juntatribo, funcionando como um guia não-oficial do evento. O Edson Souza encontrou uma versão e a disponibilizou online em sua página do Facebook – reproduzo-a abaixo. E lá se vão 20 anos…

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Oito gigas do segundo Juntatribo

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Marco fundamental do rock brasileiro dos anos 90, as duas edições do festival independente Juntatribo ajudaram a fundar nosso underground mais ou menos nos mesmos moldes que o Rock in Rio, uma década antes, havia fundado nosso mainstream. Feito na raça nos anos de 1993 e 1994, no Observatório a Olho Nu no campus da Unicamp, em Campinas, o festival prezava por reunir apenas grupos que trabalhavam por conta própria, sem o aval de gravadoras multinacionais. Era o início dos anos 90 e ainda estávamos saindo das fraldas no que dizia respeito à produção independente brasileira. Os dois festivais se dividiram historicamente como os dois momentos da maioria das carreiras que seguem à margem do mainstream. O de 93 espalhou-se como um segredo entre amigos, um festival quase secreto, com uma mínima repercussão que alimentou o hype da edição de 94, essa sim fora de controle, com gente de toda a espécie querendo entender o que era esse tal de underground. Eis que surge agora um torrent com oito gigas de vídeo com todos os shows daquele festival que reuniu, num fim de semana, luminares dos anos 90 (Little Quail, Virna Lisi, Planet Hemp), pedras fundamentais do indie brasileiro (Beach Lizards, Killing Chainsaw, Relespública, Brincando de Deus, PELVs, Oz), coadjuvantes de peso (Resist Control, Concreteness, Loop B, No Class, Magog, Câmbio Negro, Linguachula) e a nata do hardcore da época (Garage Fuzz, Resist Control, IML), entre outras bandas. Abaixo, o texto do Paulo Marchetti, que editou um Lado B sobre o festival, que acompanha o documento histórico – não sei quem é o autor, que diz ter editado o Lado B da MTV sobre a segunda edição do evento – que pode ser baixado aqui. Aqui tem uma matéria que a afiliada da Globo em Campinas produziu sobre o festival, anos depois.

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Hoje não tem Noite Trabalho Sujo no Alberta #3

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O Alberta #3 teve problemas no condomínio em que está instalado e não poderá abrir esta semana, por isso não tem Noite Trabalho Sujo nesta sexta (a boa do finde é no sábado). Mas semana que vem ela volta com novidades

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Como foi a Sussa com o Giancarlo Ruffato e o Camilo Rocha

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Domingo depois do carnaval e aquela leseira caiu como uma luva pra Sussa passada que juntou os beats sossegados do velho compadre Camilo Rocha e a performance acústica – sem microfones, em pleno quintalzinho do Neu – do Giancarlo Ruffato, que além de folks de sua autoria, ainda cantou músicas do Erasmo, do Roxette e do Raça Negra. Saca os vídeos que fiz abaixo e as fotos que a Natália fez pra gente, logo abaixo:


Giancarlo Ruffato – “It Must Have Been Love”

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Os horários do Lollapalooza Brasil 2014

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O Lollapalooza Brasil acaba de divulgar os horários dos shows em seus dois dias de festival em São Paulo. A minha programação é a seguinte:

No sábado (5 de abril):

Começa com o Lucas Santtana (14h – 15h, no Palco Interlagos)
Depois tem o Café Tacvba (15h30 – 16h30, no Palco Interlagos)
Vê um pouco do Julian Casablancas (16h10 – 17h10, no Palco Skol)
Segue pro Flume (16h45 – 17h45, no Palco Perry)
Vai pra Lorde (18h30 – 19h30, no Palco Interlagos)
Pega o finzinho do Phoenix (18h35 – 19h50, no Palco Skol)
Emenda com a Nação Zumbi (20h – 21h, no Palco Interlagos)
Dá uma olhada no Kid Cudi (21h30 – 22h30, no Palco Perry)
E finaliza no Disclosure (21h30 – 23h, no Palco Interlagos)

No domingo (6 de abril):

Começa com o Johnny Marr (14h20 – 15h20, no Palco Onix)
Segue com a Ellie Goulding (15h25 – 16h25, no Palco Skol)
Corre pro Vampire Weekend (16h30 – 17h30, no Palco Onix)
Volta pro Pixies (17h35 – 18h50, no Palco Skol)
E resta a dúvida entre ir pro Arcade Fire (20h30 – 22h, no Palco Skol), finalmente com um bom disco, e o New Order (20h30 – 22h, no Palco Interlagos), que já vi algumas vezes.

A programação completa segue abaixo. Como é a sua?

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Ouviram o Despertador do Leo Cavalcanti?

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Leo Cavalcanti já colocou seu disco novo, chamado Despertador, pra download gratuito em seu site, por um mês. Confere lá!

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Yo La Tengo no Brasil!

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Boa notícia: o trio de Hoboken dá mais uma vez suas caras em São Paulo (é a terceira vez, depois de dois shows fantásticos no Sesc Pompéia em 2001 e outro show vespertino no SWU em 2010), dessa vez na Popload do Lucio Ribeiro, no Cine Joia. A má notícia é que o preço de R$ 160 na entrada inteira complica bastante pra quem quer ver a banda…

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Silva + Fernanda Takai: “De perto que a gente se faz um bem”

silva

Mais uma música nova do disco do Silva, que chega inteiro na semana que vem. “Okinawa” tem a participação da Fernanda Takai – e funciona bem.

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Hoje é dia de SUSSA no Neu, com Camilo Rocha e Giancarlo Ruffato

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Mais uma SUSSA no Neu pra começar de vez 2014 depois de um carnaval apoteótico. O show da noite fica por conta do curitibano Giancarlo Ruffato que traz seu indie folk pra fechar o domingo, enquanto a tarde, além das discotecagens de Alexandre Matias, Babee, Danilo Cabral e Klaus Kohut ter o mestre Camilo Rocha como DJ convidado pra dar o tom vespertino. O clima fica ainda mais no jeito graças aos já clássicos Kod Burgers, do Bruno Alves. É um outro jeito de você terminar o fim de semana, sem tédio nem sacrifício – ócio e preguiça usados do jeito certo.

Vamos lá?

SUSSA – Tardes Trabalho Sujo
Domingo, 9 de março de 2014
A partir das 16h20
Show: Giancarlo Ruffato
DJ convidado: Camilo Rocha
DJs: Danilo Cabral, Babee, Alexandre Matias e Klaus Kohut
Neu Club
Rua Dona Germaine Burchard, 421. Água Branca. (mapa)
Telefone: 3862-0481
Aceita os cartões MasterCard, Visa, Diners
Ingresso: R$ 15 (com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com) e R$ 20 (sem nome na lista)

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Noites Trabalho Sujo apresenta Pattoli x Wilsera

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Recuperados das folias mominas? É bom que estejam, porque aqui as coisas não param – e sexta-feira o homem-carnaval Luiz Pattoli recebe o mister soul Wilson Farina para uma pista daquelas de cansar de tanto dançar. Vambora?
Pra chegar na festa, basta seguir as coordenadas no site do Alberta #3 ou na página do evento do Facebook – e mande seus nomes pra lista de desconto até às 20h pro email noitestrabalhosujo@gmail.com. Março promete mudar tudo!

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