Com a palavra, um dos criadores da série:
Não faço a menor idéia de quem seja esse Formspring, mas é trabalho de gênio.
vc é a favor da legalização da maconha?
A maconha é o subterfúgio dos covardes. Todo maconheiro é, por definição, um ex-homem frustrado e acuado. Ficas aí fumando e conspirando, né? E ainda vens aqui assediar meu espaço, posto que mavórtico, não é, mísero aldrabão?
Eu ainda vou ter o prazer de te ver morrer por overdose, e quando teus pais estiverem chorando no teu enterro, vou chegar com passinho de pato donald, assobiando a marselhesa, refulgindo na minha camiseta florida, e sentar a mão na cara dos dois, pois eles foram os culpados, não souberam te educar, te deram essas desgraça hereditária, esses dentão; e em seguida, cuspirei no teu túmulo.
(nah, brincadeira, sou sim. e desculpa a demora de meses em responder sua pergunta completamente desnecessária com uma resposta idem. \o)
Dica da Bean.
“Vazou” a primeira foto.
Falta carne.
Que espetáculo esse Rick Astley em página inteira, hein. Tem coisas que só o Link impresso faz pra você.
Texto que escrevi pra matéria de capa sobre televisão que publicamos esta segunda no Link.
Ano de Copa do Mundo, ano de TV nova
Como sempre, o mercado aproveita o torneio para lançar novas tecnologias; convergência, transmissão digital e TV 3D são as de 2010
A Copa do Mundo não é o evento esportivo mais popular do planeta só pelo fato do futebol ser o esporte mais popular do mundo – mas também por ter a TV como sua principal aliada. Televisionado desde a edição de 1954, na Suíça, o evento ganhou ainda mais popularidade graças a avanços tecnológicos que foram introduzidos tanto nos aparelhos quanto na transmissão do torneio.
Não vai ser diferente em 2010, com um agravante: esta será a primeira Copa em que a internet surge como principal ameaça real à audiência da TV. Além disso, a legislação brasileira exige que qualquer aparelho de TV com 32 polegadas ou mais venha com decodificador de TV digital embutido até julho.
Junte essas novidades à corrida tecnológica que vem acontecendo na última década e temos o encerramento de um ciclo: TVs de tela fina deixaram de ser artigo de luxo para entrar na rotina das pessoas.
Isso sem contar uma série de recursos e tecnologias que vêm invadindo o vocabulário. A antiga divisão entre LCD e plasma de alguns anos já rendeu novas terminologias, como LED, HDMI, Full HD e TV 3D.
Com os novos modelos que se conectam à rede e ao PC, a TV ressurge não como um eletrodoméstico que estimula a passividade, mas como central de entretenimento doméstico que conecta internet, computador, game, celular, players portáteis e pendrives – tudo num mesmo aparelho que, aos poucos retoma o papel central que já teve na casa das pessoas e que ficou para trás com a ascensão da dupla computador e internet.
Este ciclo de renascimento não vai fechar em 2010. Mas durante este ano já veremos o que é promessa há alguns anos chegar ao mercado de fato.
Por outro lado, a popularização da tela fina ainda não foi o suficiente para determinar o fim da velha TV de tubo, que ainda é o modelo que mais vende no Brasil – embora não seja o tipo de aparelho mais popular no mundo. Além de emperrar a onda de conectividade total dos modelos mais novos, o tubo de raios catódicos, quando descartado, agride muito mais o meio ambiente do que as TVs finas.
Nesta edição, tentamos entender o que irá acontecer com um dos aparelhos mais populares que existem em um ano que pode definir de vez seu papel nos lares do mundo.
Demais, demais, demais. Mario Bros resume a psicodelia eletrônica dos anos 80 de um jeito tão mágico: é steampunk e pastoril, onírico e lisérgico, infantil e robótico. E como essa Nintendo envelhece bem este universo - é como se pudéssemos acompanhar a rotina do País das Maravilhas, de Oz ou da Terra do Nunca sem sermos guiados por uma visitante acidental.
Que isso não pareça puxa-saquismo nem autopromoção, mas fui pegar a URL do site do Mini para o post anterior e vi que há muito tempo não dava uma passada no Conector.
Vacilo meu.
Desde que ele deu um tempo no carnaval postando desenhos, não passei mais por lá, mas ao visitar seu site desta última vez, percebi como ele está se tornando um dos principais cronistas desta transição analógico-digital aqui no Brasil. E, como bagagem, ele conta com o fato de ser publicitário, budista e ser guitarrista da melhor banda de rock do Brasil atualmente. Isso parece depor contra a qualidade dos textos (publicitário-budista-roqueiro?), mas, pelo contrário, só os aprofunda. Convido-os a ler o Mini falando do impacto da câmera digital nos não-fotógrafos e do Photoshop na vida real, da volta do relógio de bolso, de um jeito moderno de lidar com o stress, de como a mente humana vem se tornando cada vez mais cenário de filmes, do envelhecimento da geração digital, de mobilização digital ou sobre rock gaúcho (usa uma entrevista do Wander para falar sobre o papel do produtor, descobre a ótima Mess e entrevista o Andrio do Superguidis), sobre ficar numa boa, sobre o Avatar, festejando Mulatu ou house fuleiro, ou ainda escrevendo os volumes esparsos da Biblioteca Conector para Estudo de Mídias Variáveis (ã?) e nos entupindo de metáforas (”advogar pureza de métodos e mundos na busca por uma nova solução em qualquer área é como entrar no carro e sair dirigindo com o freio de mão puxado”, ”Julie e Julia é, então, uma agradável e consistente Sessão da Tarde com um brinquedinho a la Kinder Ovo incluído pra quem se interessa por comunicação”).
Leiam e vejam se eu estou falando bobagem. Maior orgulho de ser da mesma trupe desse sujeito (Bruno e Arnaldo sabem).
Incrível. Dica do James.
É o Sonic ou a raposa do Firefox? Ou sou eu que tou trabalhando demais? O disco chama-se Congratulations e sai no dia 13 de abril, mas, óbvio, aparece antes disso online.
Meus dois centavos sobre o Google Buzz…
Lembra de quando o Google apareceu? Seu visual clean mostrava que não eram necessários todos aqueles links e diretórios – característicos do Yahoo, o grande mecanismo de busca dos anos 90 – em uma página dedicada apenas a procuras feitas online. A solução do Google era um ovo de Colombo: só com um campo de busca sob um logo colorido, ele relembrava a todos que menos era mais.
Lembra de quando o Facebook apareceu? Seu visual clean mostrava que uma rede social não precisava parecer uma penteadeira de madame (o MySpace) nem uma sala de pré-escola (o Orkut). A solução do Facebook foi arquitetônica nos dois sentidos: ao oferecer um ambiente em que se deve reter o público-alvo, o site apresentava-se agradável, organizado, hierárquico, cool. Tanto sua arquitetura de informação quanto seu acabamento visual têm exatamente o mesmo peso. O site deve ser fácil de ser entendido, utilizado e percorrido, além de, por que não, agradável.
Eis os dois gigantes da internet hoje em dia. E agora, ao lançar um serviço de mensagens instantâneas muito parecido com o Twitter integrado ao seu e-mail, o Google tenta se reinventar de olho em tempos mais – para usar uma palavrinha da moda– “sociais”.
Em outras palavras, assumiu que o Facebook – a maior rede social do mundo – é seu principal rival.
Mas entre o Buzz e uma rede social envolvendo todos os serviços e produtos Google, há um longo caminho. O serviço recém-lançado, no entanto, não é o primeiro flerte do gigante rumo a uma plataforma mais social. O YouTube e o seus Maps já têm elementos de rede social, seu Reader permite compartilhamento de conteúdo. Mas foi com o Buzz que o Google assumiu que quer mudar sua natureza.
Eis o problema central: o Facebook sempre foi uma rede social. É um ambiente murado, em que todos que querem estar ali concordam em ficar apenas ali. Já o Google é o oposto disso. Começou como uma porta de entrada para a internet e está aos poucos crescendo um muro ao redor dela. E se, para usar o Google, for preciso estar dentro destas paredes, muita gente vai pular fora.
Isso fora a questão da interface, que ainda é bisonha – confusa, feia, sem hierarquia, quase aleatória. Parece um rascunho do Google Wave. Não seria o caso de o Google lembrar de como era quando começou?
Olha as camisetas desse lugar.
Bem massa.
Avisei segunda e volto a lembrar aqui: tou com um blog novo no Link que não vai ser relinkado aqui com a mesma freqüência que as matérias que publico no caderno. Para quem ainda não passou por lá, destaco a história por trás do anúncio do Radiohead no Twitter, um Mario Bros dos tempos do Império Romano, o lançamento do iPad para você montar, uma homenagem ao Xkcd, um site que mostra o que aconteceu no ano em que você nasceu, um encontro entre Mario e Sonic e uma nova hora mágica, além dos bastidores do Link.
O programa Essential Mix, da BBC, já pode ser considerada uma das principais instituições da dance music mundial. No ar desde 1993, o programa convida DJs e produtores a discotecar por duas horas sem parar e quase todo mundo que é alguém na pista de dança já bateu ponto no programa. O legal é que agora apareceu este site Essential Mixes, aparentemente sem nenhum vínculo oficial com o programa da BBC, que não apenas permite que você faça download de vários destes sets, como os organiza de forma bem detalhada, com as faixas de todos os programas e permite até ranquear os sets dos DJs. Apesar de não chegar nem perto do número original de programas, a oferta já é bem farta - só de set do Pete Tong, dá pra deixar rolar quase um dia inteiro, e tem vários outros desses DJs sem vocal que vêm ao D-Edge ou ao Skol Beats ano sim, ano não. Por outro lado, recomendo baixar qualquer coisa do David Holmes e os sets do Fatboy Slim, mas também tem coisas do Soulwax, Air, Kraftwerk, Chemical Brothers, Dimitri From Paris, Daft Punk, DJ Yoda, Audio Bullys, Plump DJs, Krafty Kutz… Muita coisa fina.
Lá do blog do Filipe.
O fato de ter respondido que sou emocional, afirmativo, progressivo e relaxado fez com que este site dissesse que a fonte que mais tem a ver comigo é a versão itálica da fonte do Pet Sounds. A dica é da Helô.
Na real isso era apenas um teste para ver se uma câmera nova estava funcionando, mas olha que foda…
Do blog da Tati.
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