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Sussa + Boogie Woogie hoje na Vila Mariana – e com piscina

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Duas festas vespertinas unem suas forças para uma tarde de domingo sossegada – a Boogie Woogie do Ângelo Malka e dos Missin Link Daniel Prazeres e Vanessa Gusmão convidaram a Sussa – que nesta edição, além de mim, do Klaus, da Babee e do Danilo ainda conta com a estréia de Luiz Pattoli à tarde – para esquentar esse primeiro domingo de outono ali no Telstar Hostel, na Vila Mariana. O tempo não tá dos melhores (o verão se foi, chuif), mas a piscina do Telstar Hostel tá liberada pra quem quiser se aventurar na piscina – quem não quiser, pode vir só pra curtir boa música, tomar uns drinks, comer uns hambúrgueres e passar a tarde fora de casa. Chega mais!

BOOGIE WOOGIE + SUSSA
Domingo, 23 de março de 2014
A partir das 14h. R$ 20.
DJs: Alexandre Matias, Babee, Danilo Cabral, Klaus Kohut, Luiz Pattoli, Angelo Malka e Missin Link.
Telstar Hostel
Rua Capitão Cavalcanti, 177 – Vila Mariana. 2389-6383.

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Hoje é dia de Naites com Klaus Kohut

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A Trabalho Sujo Naites perde seu prenome mas não sua autoria – e passa a ser chamada apenas de NAITES. Uma festa dedicada à música da segunda década deste século reaparece novamente – e desta vez Alexandre Matias e Danilo Cabral recebem o compadre de Sussa Klaus Kohut para atravessar a madrugada ao som dos anos 10.

NAITES
Sábado, 22 de março de 2014
DJs: Alexandre Matias, Klaus Kohut e Danilo Cabral
Neu Club
Rua Dona Germaine Burchard, 421 – Água Branca. São Paulo
até 0h: R$15 entrada ou R$40 consumação
após 0h: R$25 entrada ou R$60 consumação
Horário: a partir das 23h

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Washed Out no Brasil!

WashedOut

Confirmado sim: Washed Out no Brasil dia 1° no Rio de Janeiro e dia 2 em São Paulo, com abertura do Pink Mountaintops e, aqui em São Paulo, discotecagem Noites Trabalho Sujo. Eu falei que 2014 aguardava surpresas? Mais informações em breve… O evento é um show promovido pela Converse com ingressos disponíveis via internet através deste link pra quem for do Rio e deste pra quem for de São Paulo. Corre!

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O fim das Noites Trabalho Sujo no Alberta #3

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É o fim de uma era. Foi-se o tempo em que a melhor sexta-feira de São Paulo acontecia no porãozinho da histórica Avenida São Luís. Diga adeus ao papel de parede de jogo da velha e à sequência de “No Scrubs” seguida de “Lose Yourself to Dance” ou “Lança Perfume”. Nunca mais o balde de gelo com a garrafa de uísque na cabine um degrau mais alta que a pista, com sua iluminação de camarim, o ar condicionado pingando, o calor insuportável e todo mundo sorrindo. As duplas de desconhecidos que até o fim da noite eram casais. O retorno que desligava sozinho. As pernas femininas descendo correndo a escada como termômetro de que aquela música funcionava mesmo. O volume cortado no refrão pra todo mundo cantar junto. A partir de hoje, oficialmente, as Noites Trabalho Sujo não acontecem mais na casa que viu a festa nascer.

Lembro quando o Ivan veio conversar comigo, em 2011, sobre a possibilidade de fazer uma festa semanal em sua recém-inaugurada casa. O Alberta #3, no centro, havia sido batizado a partir das músicas homônimas de Dylan e tinha suas paredes forradas com fotos de ícones de um rock bem roqueiro – Ramones, Stones – afinal era a casa do Ivan, um jornalista que sempre prezou pela estética transgressora do rock clássico. Já eu havia largado a ortodoxia do rock há muito tempo e, embora ainda fiel aos clássicos, sempre vi essa “atitude” como um fundamentalismo pop. Por outro lado, sempre tive vontade de ter uma festa semanal e fiz a ressalva: “Não é uma festa rock”. Ivan arregalou o olho já esbugalhado, como se não cogitasse a possibilidade que eu tocasse outros gêneros (e como se nunca tivesse me visto discotecar). “Tá bom, mas é uma festa do quê?”, perguntou. “De dance music”, respondi na galhofa. Ele não engoliu direito aquela história e nos primeiros meses foi realmente complicado – na primeira festa, ainda nos tempos da Gente Bonita, com o Kalatalo, já estávamos tocando funk carioca enquanto umas caras amarradas ficavam encostadas na parede, pedindo AC/DC através do celular. Na segunda noite, as meninas da Awe Mariah conseguiram fazer trenzinho no meio da pista quando tocaram axé music. A cara do Ivan era de pavor. A pista estava inteirinha sorrindo, fora os camisas-pretas encostados na parede. Eu sempre me divertia.

Comecei a chamar amigos, muitos deles que nunca haviam discotecado na vida (confiando apenas no bom gosto musical de cada um), para dividir a cabine comigo em longos sets que podiam ir para todos os lados, todos os gêneros, todas as épocas, todos os idiomas. A única regra era que o clima fosse pra cima e que a pista estivesse cheia e se divertindo. E não foi uma regra imposta, foi um clima que se instaurou a partir das pessoas que escolhi para fazer a festa comigo.

Depois de um ano tocando todas as sextas sem parar, precisei fazer uma cirurgia (pra finalmente consertar o braço, agora 100%) e convidei três amigos mais próximos para dividir a sexta-feira comigo. Danilo, Babee e Pattoli já haviam passado pela cabine do Alberta comigo mais de uma vez e sabíamos dos gostos em comum a ponto de saber que funcionaria dividir a festa entre nós quatro. E deu mais certo do que imaginávamos. Hoje a Noite Trabalho Sujo somos nós quatro e já estamos nos espalhando por aí, como vocês sabem.

Mas, no fim do ano passado, o Alberta teve problemas internos e ficou fechado por alguns meses (o que, no fim, deu origem às festas Sussa e Naites, já encubadas na minha cabeça, esperando sair) e agora neste começo de 2014 mais uma vez voltou a ser fechado. Ao mesmo tempo já vínhamos percebendo que o espaço do Alberta estava ficando pequeno para o nosso público, populoso o suficiente para causar as já infames filas na porta de nossas festas na Trackers. Ao mesmo tempo, recebemos uma proposta para mudar de casa. Essa série de fatores culminou no anúncio de que não haverá mais Noites Trabalho Sujo no Alberta #3.

Na memória, grandes momentos. Duas noites Beatles. Uma noite contando a história do rock em ordem cronológica. A noite do especial relâmpago Beastie Boys no dia em que o MCA morreu. A catártica discotecagem do saudoso Fred :~~~~. A Bia correndo para a pista quando tocava “Moves Like Jagger”. O Márvio dependurado na escada dublando “Don’t Stop Me Now”. Os pedidos de música no fumódromo. As meninas subindo nos totens quando tocava Britney Spears. “Sereia” do Lulu Santos. Tocar Pavement quando Mariana Neri aparecia. Aretha Frankin. Guilherme Arantes. LCD Soundsystem. Mutantes. Daft Punk. Neutral Milk Hotel. Rage Against the Machine. Led Zeppelin. Beyoncé.

Agradeço portanto a todos que tocaram comigo, a todos que foram às festas e vieram me cumprimentar pelo set ou pelo site, aos que se acabaram de dançar e aos que não dançaram mas ficaram num canto só sacando a convulsão pra cima daquela pequena multidão. Agradeço ao Ivan, à Thea, à Neiva, à Noemi e a todo mundo que conheci graças ao Alberta #3, sócios, funcionários, ex-funcionários e amigos em comum. E, claro, o agradecimento saudação ao trio Luiz, Babee e Danilo, formado durante esse período e que agora seguem junto comigo pra esse novo capítulo.

Porque a festa não pode parar – e as Noites Trabalho Sujo continuam a partir de abril em um novo endereço. Semana que vem eu falo mais disso. Enquanto isso, não esqueçam que neste fim de semana tem Naites no Neu e Sussa junto com a pool party Boogie Woogie no Telstar Hostel da Vila Mariana (sim, pool party = piscina liberada!). As sextas-feiras irão para um outro patamar ainda mais foda. Até breve.

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Grandes mudanças nas Noites Trabalho Sujo

noitestrabalhosujo

Nessa sexta anuncio grandes novidades no futuro das nossas queridas Noites Trabalho Sujo. Quem quiser ficar sabendo em primeira mão, é só entrar no grupo que criamos no Facebook apenas para falar sobre as festas, clique aqui para participar.

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O ensaio do Daft Punk com o Stevie Wonder no Grammy 2014

56th GRAMMY Awards - Show

O clima descontraído de Stevie Wonder com Nile Rodgers e Pharrell tocando “Get Lucky”, “Le Freak” e “Another Star” no Grammy desse ano estava muito mais à vontade na passagem de som, que tinha, entre os poucos felizardos na platéia, a presença de um Paul McCartney bem empolgado. Ficou demais.

Vi no Consequence of Sound.

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Tame Impala ao vivo pro Record Store Day

tame-impala-be-above-it

Melhor banda psicodélica da atualidade, o Tame Impala já preparou o brinde que lançará no próximo Record Store Day, dia 19 de abril: um EP contendo apenas versões ao vivo para a maioria das canções de seu segundo disco, Lonerism, e algumas do anterior, só pra mostrar como elas ficam diferentes ao vivo. Saca só “Be Above It”:

Segue abaixo a lista das músicas que estarão no EP.

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Meu primeiro tweet

O meu primeiro foi esse:

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E o seu?

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Fernanda Azevedo, o prêmio Shell e a ditadura no Brasil

fernanda-azevedo

A atriz Fernanda Azevedo recebeu o prêmio Shell de melhor atriz pela peça Morro Como um País – Cenas sobre a Violência de Estado nesta semana e agradeceu à honraria com um curto discurso – uma estocada no fígado da empresa patrocinadora do prêmio, que também apoiou a ditadura no Brasil. Eis a íntegra do discurso:

Como esse prêmio tem patrocínio da Shell, eu gostaria de ler quatro linhas sobre essa empresa. O texto é de Eduardo Galeano: “No início de 1995, o gerente geral da Shell na Nigéria explicou assim o apoio de sua empresa à ditadura militar nesse país: ‘Para uma empresa comercial, que se propõe a realizar investimentos, é necessário um ambiente de estabilidade. As ditaduras oferecem isso’”.

Vi no Uol.

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Criolo 2014: Grajaú sci-fi

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Enquanto o segundo disco de Criolo não dá as caras, Criolo lança os dois singles que antecipou no ano passado como um clipe de ficção científica escrito e dirigido pelo cineasta Denis Kamioka, o Cisma, que levou o Grajaú onde o rapper nasceu e cresceu para o ano de 2044, num filme com ares cyberpunk – só que as projeções futuristas tão mais pra Grajaú 2017 do que pra daqui a 30 anos (afinal, arma que surge de uma impressora 3D, drone traficante, identificação eletrônica e empregado catando cocô de cachorro do patrão são coisas que já existem hoje). A falha do clipe, no entanto, é ter posto uma data – se não tivesse marcado o ano em que se passa, poderia se passar por um 2014 um pouco mais exagerado. Não que isso diminua o clipe em si, veja abaixo:

Mas o principal do curta-clipe é que ele foi feito com o dinheiro do artista e não fica atrás de clipes de artistas que contam com patrocinadores – sejam gravadoras multinacionais ou empresas fazendo renúncia fiscal.

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