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O novo Homem-Aranha

Olha o trailer do filme novo do super-herói.

Hm, sei lá, mesmo com a Emma Stone de Mary Jane Gwen Stacy, a impressão que eu tenho é que esses filmes estão ficando todos iguais… e que 2012 é um ano-chave pro gênero.

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Hulk com dor de barriga

Taí uma visão desagradável:

Via Bleeding Cool.

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“We have a Hulk”

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E por falar em livros…

…que prateleira foda, hein?

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4:20

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As tiras de Pagu

Ícone feminista brasileiro, Patrícia Galvão, a Pagu, também fazia tiras de quadrinhos para o jornal O Homem do Povo, que ela lançou com o marido, Oswald de Andrade. Só existem oito dessas tiras, batizadas de Malakabeça, Fanika e Kbelluda, que foram resgatadas pela Mariamma, no Lady’s Comics.

Vale ler o post original.

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Super-heróis minimalistas

O designer norte-americano Andrés Romero recriou super-heróis clássicos e contemporâneos em cartazes de cores fortes e poucos traços.

Aqui tem muito mais.

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O que Lourenço Mutarelli achou do filme do Tintim

E assim o velho quadrinista reagiu ao filme de Spielberg:


Vi na Bravo.

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“Efeito palco”

Galvão, na mosca.

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Tudo tem dono

Boa hora para revisitar um cartum de 2008 do Angeli

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Fui assistir ao Tintim…

E aproveitei para escrever para o Divirta-se, do Estadão, sobre minha visita ao estúdio de Peter Jackson, em 2010. Mas o filme de Spielberg, apesar de tecnicamente eficiente (os personagens têm a vida dos desenhos da Pixar e são realistas como os melhores videogames), a história mira principalmente nos velhos fãs e no público infantil, deixando o resultado meio ingênuo e bobo para os tempos atuais.

O maravilhoso mundo de Jackson

“O que você vai fazer na Nova Zelândia?”, me perguntavam todos que sabiam da viagem que fiz em outubro de 2010, quase sempre com a cabeça no infame Jeca Paladium, personagem da extinta TV Colosso que sempre citava o país insular como sinônimo de país improvável.

Mas a maior improbabilidade era o fato deste pequeno país ter conseguido se tornar um dos principais polos cinematográficos do mundo graças ao trabalho de um homem: o neozelandês Peter Jackson. Ele saiu de sua terra natal nos anos 90 para, na década seguinte, transformá-la na sede de seu próprio estúdio de cinema, a Weta, que não pode nem ser considerado um estúdio tradicional de cinema, pois parte do princípio de que a sétima arte deixou de ser uma atividade industrial para ganhar contornos mais próprios ao século digital.

Explico: em vez da produção de um filme seguir os estágios tradicionais – em que um filme começa sendo escrito, para depois ser filmado e, finalmente, ter efeitos especiais inseridos, na Weta essas etapas acontecem simultaneamente. Ao mesmo tempo em que o diretor filma os atores, os roteiristas e produtores encadeiam a história do filme e a equipe que antes era chamada de pós-produção já concebe as criações digitais. É um processo tão detalhado e ensaiado que, quando todas as pontas se unem, os filmes parecem surgir magicamente do nada.

Mas é fruto de planejamentos e estratégias muito bem organizadas. Por isso é fácil criar um ambiente virtual que se prolongue por mais de um filme – como aconteceu com a trilogia ‘Senhor dos Anéis e acontecerá com ‘Avatar’ e com os filmes de Tintim.

O universo já foi concebido e realizado digitalmente no primeiro filme. Para os próximos,basta habitá-lo.

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Animal completa

Houve um tempo em que história em quadrinhos se resumia ao que a Abril publicava: Marvel, Disney, Maurício de Souza e DC. Quem quisesse ir além desse formato, tinha de penar pois eram pouquíssimos títulos que apareciam no Brasil – por editoras como Ebal e Martins Fontes – e ocupavam parcas prateleiras (quando mais de uma) nas maiores livrarias do país. Para ler quadrinho moderno (como para ouvir música diferente da que tocava no rádio) era preciso um exercício que incluía pagamentos em dólar (que na época era como doar um órgão do seu corpo ou fazer um contrato com algum agiota mafioso), pouquíssimos amigos que viajavam ao exterior, domínio de mais de um idioma além do português (de preferência, inglês, italiano e francês) e recomendações conseguidas de formas dúbias (“um amigo de um conhecido leu em uma revista estrangeira…”). Não havia internet, o governo dificultava importações, o Brasil vivia numa pindaíba braba (vocês que compram Bassi no supermercado não sabem o que é ter que pegar fila de madrugada pra ter de comprar um pacote determinado com algumas peças de carne…) e quadrinho era uma mídia literalmente underground, se saíssemos do quarteto publicado pela Abril. Foi nesse cenário que Fábio Zimbres, Newton Foot e Rogério de Campos lançaram a Animal, publicando um monte de autores brasileiros pela primeira vez ao mesmo tempo em que traziam para o Brasil autores que mal tínhamos ouvido falar. A revista circulou nos anos 80 e teve 23 edições, todas digitalizadas e postas para download pelo blog Onomatopéia Digital. Coisa fina.

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Alan Moore no movimento Occupy

E o padrinho estético do movimento Occupy (a máscara é de Lloyd, mas o imaginário é 100% Moore) finalmente saiu de sua toca para visitar o acampamento dos Occupy, em Londres, a convite do Channel 4.

“Estou maravilhado, impressionado e até mesmo tocado. As pessoas são maravilhosas. Esse é provavelmente o protesto mais organizado e mais avançado que já presenciei”, disse o mago de Northampton.

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São Paulo e a hora de acordar os Piratas do Tietê

Laerte resgatou um quadrinho que fez para o aniversário de 450 anos de São Paulo que tem tudo a ver com essa São Paulo do Kassab, com esse papo de “Nova Luz“, PM na USP 2012 e o Churrascão da Gente Diferenciada da Cracolândia.

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Abbey Road e a turma do Charlie Brown

Vi aqui.

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