Desde a primeira cartada já estava implícito que qualquer coisa de cultura pop valia, né? Tua vez, Vinícius.
Vimos grandes homenagens devido à passagem de Glauco pro outro lado na última sexta. O JT dedicou quase toda sua capa ao Geraldão, personagem-síntese do cartunista. A Folha, por sua vez, fez um bom especial com diversos tributos ao cara (a bela ilustração abaixo feita pelos Dos Amigos restantes, Angeli e Laerte, inclusive), mas matou a pau traduzindo o respeitoso minuto de silêncio em imagens, ao tirar todas as ilustrações da edição de sábado, deixando apenas espaços em branco em memória.
O pai do Geraldão e do Geraldinho morreu na madrugada desta segunda-feira, durante uma tentativa de assalto. Acima, a última tira que publicou na Folha.
Olha essa fórmula: Freaks and Geeks/Big Bang Theory…
…um herói entre o Harry Potter e o carinha do Adventureland/Zombieland…
…chicks with guns…
…McLovin…
…Nicolas Cage de bigode…
…e se maquiando!
Me diz se um filme desses pode ser ruim…
Ave Mark Millar!
E caso você não tenha visto o segundo trailer do segundo filme do Homem de Ferro, ei-lo:
Impressionante como o Robert Downey Jr. está assumindo o papel de Tony Stark a ponto de inverter as referências.
Pesquei do meio de outro delírio shuffle da Helô.
Que tal um mashupzinho pra você se convencer como esse disco é bom.
Um mashup do Dr. Monster.
“Essa juventude de hoje em dia” não deve se lembrar, mas nos anos 80, a revista Circo, editada pelo Luiz Gê e pelo Toninho Mendes funcionava como um contraponto “sério” às outras revistas da editora que a batizava (primeiro a Chiclete com Banana de Angeli, depois a Geraldão do Glauco e finalmente a Piratas do Tietê do Laerte). Além de, ao lado da Animal do Rogério de Campos (que lançou um livro, preciso ler), trazer para o Brasil algum vestígio do que estava acontecendo no quadrinho internacional do resto do mundo que não fosse Mônica, Disney, Marvel ou DC, a revista ainda funcionava como tela em branco para histórias mais longas e sem personagens fixos, terreno em que Gê era mestre e onde Laerte podia começar a mostrar que era mais do que um bom criador de personagens. O lance é que as minhas Circo que eu comprei nas bancas da W3 em Brasília nos anos 80 estão caindo aos pedaços e eu não tenho paciência pra comprar revista em sebo. Ninguém sabe onde eu acho isso, não?
Kick Ass vai ser bom…
MUITO bom…
Intoxicação alimentar: um oferecimento Savage Chickens.
Eis a pequena homenagem do desenhista Scott C para Lost.
Ficou massa.
É preciso se sentir…
No Guardian.
1 Write.
2 Put one word after another. Find the right word, put it down.
3 Finish what you’re writing. Whatever you have to do to finish it, finish it.
4 Put it aside. Read it pretending you’ve never read it before. Show it to friends whose opinion you respect and who like the kind of thing that this is.
5 Remember: when people tell you something’s wrong or doesn’t work for them, they are almost always right. When they tell you exactly what they think is wrong and how to fix it, they are almost always wrong.
6 Fix it. Remember that, sooner or later, before it ever reaches perfection, you will have to let it go and move on and start to write the next thing. Perfection is like chasing the horizon. Keep moving.
7 Laugh at your own jokes.
8 The main rule of writing is that if you do it with enough assurance and confidence, you’re allowed to do whatever you like. (That may be a rule for life as well as for writing. But it’s definitely true for writing.) So write your story as it needs to be written. Write it honestly, and tell it as best you can. I’m not sure that there are any other rules. Not ones that matter.
Do @vincevader, via Bruna.
E por falar no Taranta, nem tinha visto estas capas de quadrinhos feitas à Jack Kirby como parte do lançamento de Inglourious Basterds. Bem massa.
Vi na Julia Segal.
Na real isso era apenas um teste para ver se uma câmera nova estava funcionando, mas olha que foda…
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