12 de fevereiro de 2012 às 0h11
Whitney Houston (1963-2012)
Caceta, por essa ninguém esperava. Vamos lembrar de um de seus grandes momentos:
Whitney Houston Serge Gainsbourg por aurelio-62
Brincadeiras à parte, eu curto essa aqui:
Caceta, por essa ninguém esperava. Vamos lembrar de um de seus grandes momentos:
Whitney Houston Serge Gainsbourg por aurelio-62
Brincadeiras à parte, eu curto essa aqui:
…and we’re back! A décima Noite Trabalho Sujo vai ser nota 10, escreve aê – não por nada convidei a minha comadre Babee (que convidou outra comadre minha, a querida Malg) pra desfilar as pérolas dançantes do meu podcast favorito, o Boombop Shuffle. Por isso prepare-se para uma noite de extremo bom gosto e pernas doendo de tanto dançar. O caminho das pedras você já sabe, não? Se não sabe, vê no site do Alberta ou na página do evento no Feice. E o nome na lista você manda para o email noitestrabalhosujo@gmail.com, até às 20h da sexta. E segue o set que as duas prepararam para o aquecimento da naite.
Fui ontem no Sesc Pompéia ver o primeiro dia do Nublu Festival com duas expectativas: ver o show do Marginals e ouvir a música nova da Tulipa, que o Ronaldo já havia cantado a bola no blog dele. Estava com uma certa pulga atrás da orelha em relação à participação do Rodrigo Brandão no show dos Marginals – afinal, o próprio já tinha me falado na terça que estava tenso em relação ao show porque os Marginals não ensaiam. E, realmente, não acho que tenha funcionado direito – principalmente pela sensação de que Rodrigo parecia estar sobrando do transe endiabrado que o grupo submeteu o público que lotou a choperia.
Marginals + Rodrigo Brandão – “Sem Título”
Eles estavam infernais – no melhor sentido do termo – e o calor quase sólido que esquentava a casa ajudava no clima pesado da jam. Thiago França, devidamente caracterizado de beduíno, alternava-se entre a flauta transversal, o sax e a própria voz como instrumento, manipulando-os com pedais espalhados ao chão, como também fazia Marcelo Cabral, que até tirou o arco certa feita para deixar seu baixo acústico harmonizar. Tony Gordin, na bateria, dava o clima para as viagens dos dois, mas manteve-se mais contido que o normal, talvez para marcar mais o ritmo e facilitar para as rimas de Brandão.
Marginals- “Sem Título”
Já o Wax Poetic eu acho bem chato – parece um sub-Morcheeba sem carisma e nenhum hit conhecido. Só vale por terem dado espaço para Tulipa apresentar sua nova música, além da banda ter encarado (ponto pra eles) um dos hits dela – “Brocal Dourado” – com o arranjo original.
Wax Poetic + Tulipa Ruiz – “Brocal Dourado” / “Assim”
Cortesia do ThePetebox, que está preparando seu disco de estréia.
Quem tá na casa dos 30 lembra bem delas, que na época eram chamadas de “os Beastie Boys de saia”. Pois elas voltam a tocar esse ano e já lançaram música nova:
…é de Bob Dylan:
Tudo do ponto de vista de um bambolê.
Segundo Eric Hobsbawm, isso não existe. E, de quebra, ele comenta os tumultos em Londres no ano passado e o movimento Occupy:
Isso é demais.
O disco apareceu via La Cumbuca. E ela já marcou os shows de lançamento: dias 10 e 11 de março no Sesc Vila Mariana e dia 5 de maio no Circo Voador.
"Even science fiction is now very far behind what's actually happening." - Marshall McLuhan. Desde 1995
Profissão: autobiógrafo.
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alexandrematias [@] gmail.com


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