O astro de hoje é o homem, o mito, o incansável, o ilustre, o espírito santo da cena mashup brasileira que, ao ser inquirido com a possibilidade de fazer uma música só no violão (e eu torcendo por uma “Baranga” unplugged), ele optou por jogar o mashup pras seis cordas e o resultado é esse abaixo. Enquanto isso, o Bruno aciona o Burro Morto.
João Brasil - “Orgasmadance“
A combinação acima apareceu num post do Freaky Show Business, que ainda incluía um Dom Casmurro desses “filmes brasileiro pós-retomada” que só crítico de cinema suporta. Mas pense bem: Narizinho = Alice? Seria Rabicó um coelho branco dos trópicos? E a Cuca? A Rainha de Copas? Se o Chapeleiro Maluco é o Visconde, logicamente o Gato é Emília - e é só enfileirar os personagens de cada lado e deixar a imaginação fazer a correspondência biunívoca. O problema é que se você pára pra pensar, lembra do Lost Girls do Alan Moore (em que ele faz uma relação entre as viagens de Alice, Dorothy e Wendy com a puberdade feminina) e é inevitável achar que o Sítio é uma grande parábola sobre a iniciação sexual de dois irmãos adolescentes…
Vi no Charles. E depois encontrei esse vídeo, comparando quadro a quadro o clipe original e o remake.
Aquela sensação Hurlesca…
É só fazer um filme assim:
#chupaavatar
É bom que as coisas fiquem em seu devido lugar…
Que tal um mashupzinho pra você se convencer como esse disco é bom.
Mais uma do Springfield Punx - desta vez, um wallpaper.
Um mashup do Dr. Monster.
Dica da Bean.
Esse groove mashupado eu tunguei do Mini, mas tem a ver com o Mowgli psicodélico das 4:20 de ontem.
Quem foi, sabe como foi legal - e o mais massa é que firmamos a parceria com a W4RP e agora uma vez por mês tem Gente Bonita no meio da semana. E como ainda não surgiram registros da festa de ontem, pinço o vídeo que fiz com o capixaba prodígio André Paste em sua aparição paulistana na festa Fera, que rolou no Vegas ano passado. Não reparem na minha empolgação no refrão do Bon Jovi sobre a base do Kid Cudi.
Teste seus limites: uma banda fazendo mashup ao vivo de Metallica com “Don’t Stop Believing”, do Journey. Se pode piorar? O nome da banda é Rock Sugar.
Ruim demais. Nem sempre o mashup salva. Dica do Gustavo.
O mashup veio daqui. E por falar nisso, cê já viu Zumbilândia? Senão, dá mole…
Dica do Rafa.
A cena francesa de mashup é uma das mais consistentes do mundo e Paris é a única cidade do planeta a contar com um programa diário de mashup no rádio, o do DJ Zebra, na Oui FM. Esta cena aproveitou-se do sucesso de diferentes conterrâneos na pista de dança - como Yelle, TEPR, Data, Yuksek, Justice, Surkin, Birdy Nam Nam, Teenagers, Shoes e Make the Girl Dance - para entrar na elite dos mashups mais conhecidos do mundo, assinados por nomes como ComaR, ToTom, DJ Moule e Electrosound. Por isso, uma coletânea de mashups com o maior ícone pop da música francesa, o saudoso Serge Gainsbourg, parecia fazer o maior sentido. Mas Je Deteste Serge Gainsbourg, que eu vi no blog do Dafne, é um disco trivial de mashups, que partem dos princípios mais básicos do gênero, que é o choque da colisão de extremos ou o uso de faixas instrumentais para apoiar vocais de hip hop. Os que apostam na segunda alternativa se saem melhor, pois os primeiros optam apenas pelo inusitado - e aparecem uns frankenstein como esse Serge Jackson do ComaR aí embaixo. De qualquer forma, o disco tá pra baixar aqui, pra quem quiser.
ComaR - “Comic Beat“
Fabiana mandou essa no Twitter.
Do @vincevader, via Bruna.
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