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Arquivo: MP3

Mahmundi 2012

Há uma vibe pop-Brasil anos 80 pesada no pop atual – algo que une figuras tão distantes quanto, sei lá, o Adriano e a Tulipa, por exemplo – e a carioca Marcela Vale – que atende artisticamente por Mahmundi, vai na mesmíssima linha, se liga que foda…

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Adriano Cintra 2012

O Camilo já tinha falado do novo projeto do AdrianoMy Dirty Fingers -, mas não custa destacar a parceria dele com a Marina ex-Bonde do Rolê, atual Marina Gasolina. Delícia de música…

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Noites Trabalho Sujo apresenta Boombop

…and we’re back! A décima Noite Trabalho Sujo vai ser nota 10, escreve aê – não por nada convidei a minha comadre Babee (que convidou outra comadre minha, a querida Malg) pra desfilar as pérolas dançantes do meu podcast favorito, o Boombop Shuffle. Por isso prepare-se para uma noite de extremo bom gosto e pernas doendo de tanto dançar. O caminho das pedras você já sabe, não? Se não sabe, vê no site do Alberta ou na página do evento no Feice. E o nome na lista você manda para o email noitestrabalhosujo@gmail.com, até às 20h da sexta. E segue o set que as duas prepararam para o aquecimento da naite.

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Ace of Base x Gaby Amarantos


Eu nem acho “Xirley” tão boa quanto muitos acham, mas esse mashup ficou demais! Culpa do Masa.

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Céu de graça

Enquanto o disco não vaza, ela oferece “Retrovisor” pra download.

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Psilosamples 2012

E o mineiro está lançando seu Mental Surf – e tudo indica que vem outro grande disco de 2012 aí.

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Bo$$ in Drama pra começar o dia

Péricles gravou o clipe de minha música favorita de seu disco na Trackers (que vai ser palco de um dos bailes do carnaval que eu tou planejando) – e aproveitou pra lançar um Club Mix de “Disco Karma”. Mas o original é muito melhor, compara:

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Tim Maia com Talking Heads, Jorge Ben com Beastie Boys…

E há quem diga que esse papo de mashup é velho, que desse mato não sai mais coelho… Com vocês, Raphael Bertazi, de Pirassununga:

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Lucas Santtana 2012: Diginóis nOEsquema

E o mais novo blog dOEsquema é de artista: Lucas Santtana passa a integrar nossos quadros menos para divulgar seu trabalho autoral e mais para linkar e dar seus pitacos sobre a avanlanche de informações a que somos submetidos diariamente em seu Diginóis (agora com RSS!). E não custa lembrar que ele está às vésperas de lançar seu disco novo… Bem vindo, compadre!

E outros blogs tão pra aparecer por aqui…

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Tributo aos 15 anos Los Hermanos

Não é só a extensa turnê que irá comemorar a década e meia de existência da banda de rock brasileiro mais importante do século 21. O site Musicoteca também está celebrando este momento reunindo 30 artistas para reinventar as músicas do quarteto carioca – e a primeira música a dar o ar de sua graça é a versão do Do Amor para a música que abre o segundo disco da banda.

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Bidê ou Balde + Renato Borghetti

Rio Grande do Sul ao quadrado.

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Mayer Hawthorne à mineira

De Uberlândia, Isadora gravou uma versão de “A Strange Arragement”, do Mayer Hawthorne, e twittou pra ele, que respondeu:

Vê como ficou:

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A música nova do Jack White

“Love Interruption” é bem boa. Tradicional até a medula, mas isso não é um problema:

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Bonifrate e a física quântica, por Rafa Spoladore

O Rafa abriu seu leque de conhecimento de física para jogar luz (ops) sobre o último disco do Bonifrate, analisando as referências à ciência nas letras de Um Futuro Inteiro. Ele começa assim:

Um dos exemplos clássicos da relatividade é o experimento “mental” do trem em movimento, que coloca um observador fixo fora do trem, olhando o movimento do trem que passa, e outro observador dentro do vagão do trem, que está “parado em relação ao interior do vagão” (quem quiser saber mais, procurar por relativity train experiment – é a versão moderna de um experimento proposto por Galileu em 1632);

Algumas vertentes desse experimento, para incluir a noção de variação de tempo conforme o deslocamento, colocam as vezes um relógio para cada observador, pra mostrar que o tempo passa mais devagar para as coisas em movimento (exemplo);

“Compreendida” a relatividade, podemos pensar no seu “nêmesis teórico” (“fogo amigo recíproco” talvez seja mais adequado): a mecânica quântica. Basicamente, a relatividade se presta a abordar o macro e a quântica, o micro;
A incompatibilidade entre esses dois mundos é, grosseiramente, que a relatividade é determinística, enquanto a quântica é probabilística. Na relatividade, você observa uma sequência de eventos que, somados, causam algo (é previsível). No universo quântico, você observa a probabilidade de determinado evento acontecer, mas não tem como determinar – e muito menos somar – os próximos (é imprevisível). Nosso conhecimento atual sobre relatividade e mecânica quântica fazem com que sejam excludentes (é uma das dificuldades apresentada por um buraco negro, por exemplo, que “une” esses dois universos , o “gigantesco” e o “minúsculo ao extremo”);

Um embate bonito entre esses dois mundos foi com os muy amigos Einstein e Bohr. O pai da relatividade, criticando a descrição probabilística da mecânica quântica, disse que “Deus não joga dados.” e ouviu a réplica “Pare de dizer a Deus o que fazer!” (fonte).

E depois ele relaciona essa lógica com o disco do Boni, lá no blog novo dele.

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Rick Rubin dá um trato no Justice

Quando o sujeito é fodão, sai de baixo. Vi na Fader.


Justice – “On’n'on (Ruined by Rick Rubin)” (MP3)

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