“Make A Little Love” gravada para um canal de TV francês, nos anos 80.
Que banda…
Cabou de vazar. Isso significa um finde na psicodelia do Brooklyn. O sol que apareceu agora ajuda no clima.
Falando nisso, não custa voltar a este clássico. Alguém sabe de quem é essa foto?
E essa cena bizarra que o Marcioka desenterrou?
Outro dia o Danilo me mostrou essa “Gimme Shelter” com os vocais do Keith Richards e eu lembrei que isso é mais comum do que a gente possa lembrar, mas embora seja comum nos discos não-oficiais dos Stones, achei pouca coisa no YouTube. Olha só:
É outra pegada, outros Stones, mas não dá pra dizer que fica devendo nada às versões do beiçola.
Keith Richards, né. Outra onda.
Tá bem, hein. Daqui.
Perdi esse show porque fiquei trocando idéia com o povo do Asian Dub Foundation no hotel e não sabia que a turma do Spença ia tocar bem cedo - que merda. Fui salvo agora pelo Hominis Canidae, que fisgou a dica do sueco pernambucano Jarmessohn e postou no blog - que agora é dedicado basicamente a raridades de música brasileira e registros não-oficiais.
Pronto, jogue.
Sabe o que eu acho mais louco? É que ninguém mais entrou na brincadeira, como se esse duelo tivesse regras pré-estabelecidas e fosse restrito a dois.
E eu tava começando a cogitar pedir fotos das leitoras vestindo suas camisetas pop, mas não sei se elas se animariam…
Chegou-chegando, hein, Vinícius. Tudo bem que a foto não é das melhores, mas todo mundo ama Chan Marshall (menos os anormais). Minha jogada vem em seguida.
Os vídeos tão começando a aparecer…
Hoje tem no Rio e terça tem aqui.
Tava no Twittpic do Opinião - parece set de DJ bom, SÓ HIT. É o que eu falo: se descontarmos que o que o Radiohead faz não é mais rock, o Franz é a melhor banda de rock do mundo hoje.
Hot Chip - “I Feel Better” (que clipe doido da porra)
Claudio N - “Louva Deus” (aê, Chambaril!)
Devendra Banhart - “Baby”
Sebastian Tellier - “Look” (FO-DA-ÇO)
Speed Freaks e De Leve - “Morta”
E o blog da loja Amoeba lembrou de Alex Chilton nem pelo Big Star nem pelos Box Tops, mas por seu disco homônimo de 1970, que ninguém - tirando tarados por disco como os caras da loja californiana - lembra. Alex Chilton 1970 foge tanto do iê-iê-iê dos Box Tops quanto do rock perfeito do Big Star: a pegada é pantanosa, raunchy, country rock como se ele pudesse ter feito parte de um Creedence Clearwater Revival ácido o suficiente para compor músicas com títulos como “I Wish I Could Meet Elvis”, “The EMI Song” e “All I Really Want is Money”. O disco pode ser encontrado neste link e esta versão para “Jumpin’ Jack Flash” (menos caipira que a média do disco) é uma boa amostra do que dá para esperar dele.
Alex Chilton - “Jumpin’ Jack Flash“
Antes do Big Star, Chilton fez parte dos one-hit wonders Box Tops. E o único hit, no caso, é “The Letter”, interpretada acima no programa Upbeat.
Nossas vidas foram melhores por causa de suas canções.
Foda. :~
Vamos lá com a faixa do dia da nossa coleta de fim de verão, cantada pelo mestre Frank Jorge, um hino jovem guarda sobre o cool e o anticool que atira para todos os lados numa espécie de “Arrombou a Festa” dos anos 00, trocando nomes e celebridades por rótulos e hypes. Frank Jorge, né… O Bruno, por sua vez, chama o Momo.
Frank Jorge - “São Tantas Tendências”
Big Star é uma das minhas bandas do coração e ler sobre a passagem de um ídolo que eu não vi ao vivo machucou o início desta manhã. Sabe tudo aquilo que escrevem sobre o Wilco? Pois: o Big Star é tudo o que o Wilco queria ser. Se você só conhece uma música deles (e você conhece), recomendo - óbvio - os três primeiros discos da banda. Se você já conhece, a dica é a caixa que saiu ano passado, cheia de versões demo dos clássicos da banda. Se você já conhece, compartilhe portanto seu luto comigo. Ao menos ele volta a ter com Chris Bell, velho parceiro que bateu as botas ainda nos anos 70.
E justo agora que um documentário vinha aí (abaixo, um programa de rádio sobre a banda que a Babee pinçou dia desses.
Falou em Alice, eu lembro de miss Lessa - fui lá no blog dela pra ver se ela tinha postado a continuação da entrevista com a Bat for Lashes que ela havia prometido e lá estava.
A Spin já foi a revista de música mais importante dos Estados Unidos, quando a Rolling Stone assumiu o ar yuppie e fingia que o rock inglês era um modismo passageiro. Do meio dos anos 80 até quase o fim dos anos 90, a revista não só detectava tendências como consagrava nomes em ascensão, além de ser editada com uma verve estritamente pop, sem pretensões intelectuais, jornalísticas ou deslumbradas. Ela consolidou tanto o rock alternativo dos EUA quanto o pop inglês no início dos anos 90 e tornou-se o contraponto ideal para a caretice da Rolling Stones. Depois, já neste século, se perdeu entre o R&B e o new metal (como o tablóide inglês NME, que só agora parece sair dessa crise), até arriscou um flerte com o indie mainstream, mas perdeu completamente a mão. O melhor é que a revista fechou com o Google Books e agora todas suas edições estão disponíveis online - e de graça.
E segue o jogo…
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