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Arquivo: Paranoia

Enquanto isso, em Cannes: Michel Teló representa o Brasil

Cadê o Galvão Bueno pra gritar que “Michel Teló é o Brasil em Cannes”? O site da Contigo, de onde tirei a foto acima, diz que Teló virou até Trending Topic na França!

Ulalá, era Dilma!

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Paul Thomas Anderson e a cientologia

E saiu o trailer do próximo filme de Paul Thomas Anderson, com Philip Seymour Hoffman, Laura Dern e Joaquin Phoenix.

Ao que tudo indica, o filme é vagamente baseado na história do criador da Cientologia, L. Ron Hubbard (vivido por Hoffman) e seu braço direito (vivido por Phoenix). Segundo o site The Wrap, Anderson mostrou o filme para Tom Cruise (o cientólogo mais conhecido do mundo e protagonista do filme Magnólia, de Anderson), que teve alguns “problemas”, com alguns trechos.

Aparentemente, promete.

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Public Image Ltd 2012

Bem que alguém podia trazer pro Brasil, hein…

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Uma camiseta de pizza

Testando os limites da cafonice.

É sério!

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Clint Eastwood e a geração mariquinha

Na Piauí:

“Vivemos numa geração meio mariquinha, todo mundo diz: “Vamos lidar psicologicamente com isso?” Naquela época, você simplesmente sentava o pau e resolvia na porrada. Mesmo que o cara fosse mais velho e fortão, pelo menos você era respeitado por encarar a briga, e te deixavam em paz.

Não sei se dá para dizer exatamente quando começou essa geração mariquinha. Talvez tenha sido quando as pessoas começaram a se perguntar sobre o sentido da vida.”

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Sherry Turkle e os relacionamentos a conta-gotas

Nessa edição do Link, a autora do livro Alone Together, Sherry Turkle escreve sobre como os meios digitais estão fracionando nossos relacionamentos:

No ambiente de trabalho contemporâneo, jovens que cresceram com medo de conversar chegam para trabalhar usando fones de ouvido. Ao passear pela biblioteca de uma universidade ou pelo escritório de uma empresa de tecnologia, vemos a mesma cena: estamos juntos, mas cada um ocupa sua bolha, digitando furiosamente em teclados e telas sensíveis.

Um sócio sênior de um escritório de advocacia de Boston (EUA) descreve a situação no seu trabalho. Jovens advogados depositam seu arsenal tecnológico sobre a mesa: laptops, iPods e numerosos celulares. E então eles põem os fones nos ouvidos. “Fones imensos, como os de pilotos. Eles transformam suas mesas em cabines de avião.” Assim, o escritório fica em silêncio, uma calma que não é quebrada.

No silêncio da conexão, as pessoas se confortam com a ideia de estar em contato com um grande número de pessoas – cuidadosamente mantidas à distância. Mas não é possível ter uma relação boa se usarmos a tecnologia para nos manter separados por distâncias controladas: nem perto demais, nem longe demais, no ponto certo.

Mensagens de texto, e-mails e atualizações de status permitem que mostremos o “eu” que desejamos ser. Isto significa que podemos editar. E, se quisermos, podemos deletar. Ou retocar: a voz, a carne, o rosto, o corpo. Nem muito, nem pouco – na medida certa.

Os relacionamentos humanos são ricos, caóticos e exigem muito de nós. Com a tecnologia, adquirimos o hábito de organizá-los melhor. E a mudança da conversa para a simples conexão faz parte deste fenômeno. Mas, neste processo, estamos nos enganando. Pior ainda, parece que, com o tempo, paramos de nos importar, esquecendo que há uma diferença entre as duas formas de relacionamento.

O texto inteiro segue lá no Link.

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Trailers honestos

Comece pelo de Transformers…

…mas a lista continua abaixo…

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