8 de fevereiro de 2012 às 11h51
Ace of Base x Gaby Amarantos
Eu nem acho “Xirley” tão boa quanto muitos acham, mas esse mashup ficou demais! Culpa do Masa.
Eu nem acho “Xirley” tão boa quanto muitos acham, mas esse mashup ficou demais! Culpa do Masa.
Foi na gravação de um Luau MTV – e o Mateus antecipou o vídeo (valeu!), mas ele não curtiu tanto assim.
Tem esse Del Rey aí… Felipe Dylon + Jack Johnson + charm + “uma rodada de suco pra todo mundo aí galeeeeera”, só que dividido por dez.
A vibe é boa, a música não, mas vai que alguém curte…
E o mineiro está lançando seu Mental Surf – e tudo indica que vem outro grande disco de 2012 aí.
Péricles gravou o clipe de minha música favorita de seu disco na Trackers (que vai ser palco de um dos bailes do carnaval que eu tou planejando) – e aproveitou pra lançar um Club Mix de “Disco Karma”. Mas o original é muito melhor, compara:
Mas e com essa música nova da Madonna, hein?
Tá certo que todos os refrões remetem ao corinho de cheerleader que remete ao Clube do Mickey (o mesmo por onde passaram Justin e Britney) e já tinha sido usado até com a mesma temática (banana) antes de “L.O.V.E. Banana”…
…mas a dúvida fica no ar.
Peguei o disco novo da Céu aqui e, meu amigo, se ela já tinha ido longe em Vagarosa, imagine-a puxando uma caravana de malucos com gente como Dustan Gallás, Rica e Gui Amabis, Bruno Buarque, Pupillo, Dengue, Thiago França, Fernando Catatau e tantos outros, numa procissão bicho-grilo que sai da Vila Madalena e atravessa uma psicogeografia que mistura estradas desérticas nos EUA, o interior da América Latina, o chão de terra das ilhas do Caribe (Jamaica sendo a mais evidente) e o nordeste brasileiro. Apesar de se vender como road album, Caravana Sereia Bloom tá mais pra Bye Bye Brasil do que pra Easy Rider. E isso, ao contrário do que podem achar, é bom… Beeem bom.
Hoje começa a minha curadoria do Prata da Casa, no Sesc Pompéia – e o primeiro nome que escolhi foi o Rodrigo Ogi. Abaixo, o texto de apresentação que fiz para o show de hoje.
Os anos 10 têm sido promissores para o rap nacional, principalmente por consolidar carreiras de artistas que há anos “no corre”. Ogi (nascido Rodrigo Hayashi) é desses: lançou-se no grupo Contra Fluxo e já pichava anos antes de começar a rimar – os grafiteiros Osgêmeos fizeram a capa de seu primeiro disco solo justamente por serem conhecidos desde os tempos do pixo -, mas só lançou seu primeiro trabalho solo agora. Crônicas da Cidade Cinza foi festejado desde seu lançamento no primeiro semestre, terminando o ano entre os melhores discos nacionais de 2010. De título auto-explicativo, o disco tece sua narrativa a partir de diferentes pontos de vista sobre São Paulo em faixas curtas e dirigidas como pequenos filmes, de ambiência estudada e rimas que fogem do óbvio. Em Crônicas vivem o nordestino exilado (“Eu Tive um Sonho”), a vítima de violência policial (“Noite Fria”), o motorista da madrugada (“180 por Hora”), o operário (“Corrida de Ratos”), o motoboy (“Profissão Perigo”) e outros personagens comuns ao cotidiano de São Paulo, todos encarnados por Ogi, sempre em primeira pessoa.
Lembrando que o show começa pontualmente às 21h e os ingressos começam a ser distribuídos (é de graça!) às 20h. A chuva passou, vambora! E na semana que vem tem o Cícero.
Vamos celebrar o gif animado, essa cápsula de imagem sem som que tanto evoluiu dos tempos das sirenes e avisos de “em construção” nos tempos do Geocities e do Tripod e hoje permite registros como esses abaixo, do show de Madonna no Superbowl. Quem precisa assistir ao vídeo?
"Even science fiction is now very far behind what's actually happening." - Marshall McLuhan. Desde 1995
Profissão: autobiógrafo.
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alexandrematias [@] gmail.com


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