• Hoje tem Noites Trabalho Sujo no Cambridge Hotel!

    Seguimos desbravando novos e velhos territórios da noite paulistana, dispostos a transformar uma noite qualquer em uma madrugada inesquecível, aquela bolha de alto astral típica da Noite Trabalho Sujo. Nesta sexta é a vez de visitarmos o clássico Cambridge Hotel, no centro de São Paulo, que passou por uma bela reforma e está pronto para nos receber com aquela vibe quentinha perfeita pra acabar com esse fim de inverno. Nomes na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 22h! Simbora!

    Noites Trabalho Sujo @ Cambridge Hotel
    Sexta-feira, 29 de agosto de 2014
    DJs: Alexandre Matias, Danilo Cabral e Luiz Pattoli
    A partir das 23h45
    Cambridge Hotel
    Endereço: João Adolfo, 108. Centro.
    Ingressos: R$ 20,00 (com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com) e R$ 30 (sem nome na lista)

  • Um filme sobre os Ramones dirigido por Martin Scorsese

    2016 marca os quarenta anos do lançamento do primeiro disco dos Ramones e os responsáveis pelo espólio do grupo já estão esquentando os motores para a efeméride. Além da coletânea de músicas selecionadas por Morrissey, outros projetos estão em andamento, entre eles um livro com memorabilia e registros de desde antes da formação do grupo e um documentário dirigido por Martin Scorsese. “Conseguimos garantir toneladas de filmes, grande parte delas nunca foi vista antes”, explica Jeff Jampol, um dos administradores do legado do grupo, à Billboard. “São cenas filmadas em turnê nos anos 70 e nos anos 80, que conseguimos com o próprio sujeito que filmou tudo, chamado George Seminara.” Scorsese aos poucos está se tornando o biógrafo documentarista oficial da história do rock, depois de dirigir filmes sobre Bob Dylan, Rolling Stones e George Harrison. Esse papel não podia estar em melhores mãos.

  • E O Terno liberou seu segundo disco para download…

    Agora dá pra baixar de graça o disco novo d’O Terno: é só colar no site novo e baixar.

  • Say Lou Lou x Daft Punk

    E as irmãs do Say Lou Lou continuam galgando seu caminho rumo ao topo do hype de 2015 – desta vez elas fizeram uma versão na macia pro hit “Instant Crush”, aquele que o Julian Casablancas canta no disco mais recente do Daft Punk. Sente só:

  • O legado da Copa 2014: megasshows do Paul McCartney, Rolling Stones e The Who no Brasil

    Era uma previsão mais fácil de acertar do que o catastrofismo dos “elefantes brancos no meio do nada” que a galera do #NãoVaiTerCopa cogitava como destino inevitável para os megaestádios construídos pra Copa 2014 – que estes espaços se tornariam lugares não apenas para jogos, mas também para shows – e shows granfes. E agora o jornalista José Norberto Flesch, do Destak (aquele que só crava vinda de show pro Brasil quando está 100% certo disso), nos conta de uma rodada de negócios que poderá trazer, nos próximos meses, megasshows para se apresentar nos estádios pelo Brasil, com nomes como Paul McCartney, Rolling Stones, The Who e Foo Fighters para fazer grandes apresentações nos novos estádios brasileiros, entre eles o reformado Maracanã, o novato Itaquerão, o novo estádio do Palmeiras (que agora chama-se Allianz Parque) e o velho Morumbi.

    Paul já se apresentaria em novembro agora, com datas fechadas, por enquanto, pra São Paulo e Brasília. São Paulo e Corinthians disputam os shows dos Foo Fighters. Os Stones já estão acertando Rio e São Paulo para o início do ano que vem e devem tocar pela primeira vez em outra cidade brasileira além das duas, provavelmente Belo Horizonte. E o Who pode finalmente vir para o Brasil pra tocar no Palmeiras.

    São as primeiras movimentações. É inevitável que alguns desses artistas acabem tocando em mais praças do que apenas Rio e São Paulo. E que produtores de outros shows de grande porte percebam que o Brasil pode entrar em mais uma nova fase de grandes shows, dessa vez com apresentações espalhadas por todo o país, com shows gigantescos para cidades que nunca viram eventos com essa proporção. O próprio Paul já semeou o início dessa era ao apresentar-se em Fortaleza, Goiânia, Recife e Florianópolis noutras vindas. Público pra isso tem. E o próprio Flesch nos lembra que ano que vem tem Rock in Rio, o que torna a temporada de shows ainda mais quente… Vamos aguardar.

  • Num tempo em que só existiam discos de vinil

    Essas imagens capturadas em 1971 na Tower Records de Los Angeles nos lembram dos tempos em que o vinil era a principal moeda da indústria fonográfica e visitávamos tempos gigantescos cheios de estantes de bolachas pretas com capas enormes e de difícil manuseio. Uma atividade que hoje é restrita a colecionadores e DJs era comum entre o público da virada dos anos 70 para os 80, antes da indústria dar o primeiro tiro no próprio pé ao criar o CD. O vídeo tava no Internet Archive mas foi pinçado pela Wax Poetics.

  • Blade Runner… 2?

    Ninguém esperava que Ridley Scott já tivesse com tudo pronto para fazer a continuação de um de seus poucos grandes filmes, Blade Runner. Mas foi o que ele disse à Entertainment Weekly esta semana – que ele não só tem o roteiro pronto (coescrito ao lado de Hampton Fancher, o roteirista que o ajudou a transformar o livro de Philip K. Dick no filme de 1982, e Michael Green, o mesmo de, er, Lanterna Verde, como quer a participação de Harrison Ford na nova versão. A idéia é mais pavorosa do que propriamente boa, mas há uma visão menos pessimista para a notícia.

    Afinal, Prometheus, prequel da série Alien que Scott lançou em 2012, talvez seja o melhor filme de Ridley Scott em décadas. Ele é um cineasta dono de um punhado de filmes perfeitos que viveu o resto da vida fazendo superproduções hollywoodianas disfarçadas de filmes sérios que são verdadeiras bombas campeãs de bilheteria – e só. Hannibal, G.I. Jane, 1492, Thelma e Louise, American Gangster, Gladiador, Robin Hood, Black Hawk Down são filmes esquecíveis (bem) vendidos com a capa do diretor de Os Duelistas, Alien e Blade Runner. Os poucos bons filmes que fez depois dessa tríade (Chuva Negra, Os Vigaristas e… qual mais?) não seguram uma reputação construída com muitos efeitos especiais e ufanismo norte-americano. Mas ao retomar um de seus filmes icônicos, contando a história que antecedeu o primeiro filme Alien em Prometheus, Scott fez finalmente as pazes com a ficção científica (está produzindo um filme sobre um astronauta esquecido em Marte chamado The Martian, com Matt Damon) e produziu um filme muito superior à sua média, que é mais baixa que de seu irmão recém-falecido Tony Scott. Quem sabe voltar ao universo dos replicantes de Philip K. Dick possa reacender alguma chama de criatividade neste que já foi um mestre contador de histórias e hoje é só um Michael Bay mais refinado.

    E se o filme for uma merda, sempre teremos o Blade Runner original…

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