• Vida Fodona #458: No Rio de Janeiro

    Um Vida Fodona solar.

    April March – “While We’re Young”
    Sleater-Kinney – “Bury Our Friends”
    Autoramas – “Garotos II”
    Mahmundi – “Sentimento”
    Haim – “My Song 5 (Movement Version)”
    Lorde – “Yellow Flicker Beat”
    Amadou + Mariam – “Ce N’est Pas Bon (A JD Twitch Edit)”
    Damon Albarn – “You & Me”
    Thiago Pethit – “Romeo”
    Barbara Keith – “All Along The Watchtower (Rayko Edit)”
    Tiê – “Máquina de Lavar”
    Banda do Mar – “Me Sinto Ótima”
    Fool’s Gold – “I’m In Love (Poolside Remix)”
    Jungle – “Time”
    Saint Pepsi – “Fiona Coyne”

    Vamo?

  • A volta do… Alberta #3?

    É fato: o Alberta #3 volta à ativa este mês e as Noites Trabalho Sujo voltam ao seu lar a partir da sexta-feira da semana que vem.

  • Hoje é dia de Prêmio Multishow de Música Brasileira

    Nesta terça-feira o Multishow exibe seu Prêmio de Música Brasileira, em que eu, o Bruno, o Pedro e o Dudu fazemos consultoria. Falei das novidades dessa edição há pouco mas acho que, além do Nova Canção, a grande atração vai ser assistir à discussão do Super Júri no canal Bis. Há quanto tempo você não vê música brasileira sendo discutida na televisão?

  • John Cale: Um ano sem Lou Reed

    No aniversáro de primeiro ano da morte de Lou Reed, seu velho parceiro John Cale sente a dor da perda na bela “If You Were Still Around”, lançada com um clipe que mistura imagens de Lou com de outros amigos daquele círculo que já se foram – o guitarrista do Velvet Underground Sterling Morrison, a cantora Nico, o papa Andy Warhol e a modelo Edie Sedgwick. A faixa foi lançada com uma declaração que resume a relação espinhosa entre Lou e John, que brigaram e voltaram a se conversar por várias vezes em suas vidas:

    “A Moth and a Candle met. They decided to become friends. Everyone enjoyed watching their discourse – especially the risk takers. Then one day a big rain came. The Moth couldn’t fly and the Candle puttered out. Everyone laughed in bitter awe and blamed the rain. Most however knew the deeper truth – the Candle remains lit and the Moth will stay close.”

  • 4:20

  • Quem quer bater um papo com o Peter Hook?

    “Entre 15 e 20 vezes”, Peter Hook puxa pela memória, ao tentar lembrar-se de quantas vezes veio ao Brasil – seja com o New Order, o Revenge ou simplesmente discotecar. “Parecia bem mais selvagem naquela época”, diz ao lembrar-se dos anos 80, quando vieram pela primeira vez, “mas acho que é porque não estávamos acostumados. Sempre tivemos uma reação maravilhosa do público e tocamos para mais gente do que quando tocamos em casa, o que é estranho, mas não reclamo. Também passamos por alguns apuros, mas o quanto menos se falar sobre isso, melhor.”

    O baixista fundador do Joy Division e do New Order vem mais uma vez ao Brasil com sua banda The Light no longevo projeto de tocar toda sua discografia ao vivo: começou com os discos do Joy Division em 2011 e emendou com os dois primeiros discos do New Order no ano passado. Dessa vez ele vem tocar a transição do rock para a música eletrônica, quando o grupo fundou a base para a cena indie dance que nasceu em Manchester no final dos anos 80. Lowlife e Brotherhood são o tema do show que ele apresenta sexta-feira no Clash. No mesmo dia ele bate um papo com fãs na Casa do Mancha, às duas tarde, e eu que vou intermediar essa conversa. Como as vagas são limitadas é preciso inscrever-se para participar da conversa e as instruções estão na página do evento do Facebook.

    “Gravar Lowlife foi particularmente bom, pois ainda estávamos curtindo e nos divertindo”, lembra-se Peter, em entrevista por email. “No Brotherhood as coisas começaram a ficar mais fracionadas, especialmente a divisão entre as canções acústicas e eletrônicas. Não tocamos muitas o Brotherhood ao vivo, o que torna delicioso tocá-lo agora, tenho que dizer”. Ele gosta de ser visto como um roqueiro clássico (“mas prefiro o termo lenda viva, em especial na parte viva!”), mas escuta muita música nova, especialmente porque também discoteca. “Atualmente tenho ouvido muito Metronomy, The National, Tinie Tempah, Drake, Asap e Everything Everything.”

    Tenho um par de ingressos para o show de sexta. Para concorrer é só dizer qual sua música favorita do New Order de um desses dois discos (Lowlife e Brotherhood) e explicar o porquê – além de deixar seu email para entrar em contato.

  • Alan Turing e a imitação da vida

    Além do filme novo do Jason Reitman, a Gi Ruaro também viu outro filme promissor no London Film Festival, The Imitation Game, em que o nosso querido Benedict “Sherlock” Cumberbatch vive o maior nome inglês da história da computação (desculpa, Tim Berners-Lee) – Alan Turing. Eis o trailer e, a seguir, o comentário da Gi […] >
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