Olha quem está falando que a internet é uma ameaça:
“It really almost makes you ask the question would it have been better if we had never invented the internet,” Rockefeller mused during the confirmation hearing of Gary Locke (see video), Obama’s choice for Commerce Secretary. He then cites a dubious figure of three million cyber “attacks” launched against the Department of Defense every day. “Everybody is attacked, anybody can do it. People say, well it’s China and Russia, but there could be some kid in Latvia doing the same thing.”
Que historinha, hein… E justo vindo de um Rockefeller… Me lembra o papo que o Lessig comentou, de que uma versão digital do “patriot act” (o conjunto de leis que o governo americano tirou da gaveta assim que o 11 de setembro aconteceu) estaria pronto para ser executado, caso um ataque de maiores proporções aconteça. E o melhor desse ataque é o seguinte: ninguém precisa morrer, ninguém precisa ser acusado de suspeito, nem disparar bombardeios para que os EUA - ou, melhor, a ONU - fechem a internet como a conhecemos hoje e a tornem completamente monitorada.
Tem a ver com a tal lei do Azeredo, com aquele problema com os novos termos de uso do Facebook e, em última instância, com os direitos civis de todo mundo.
E que tal essa: Obama pode DESLIGAR a internet apertando um só botão. Durma com um barulho desses…
Aê, tou indo nessa, boa entrada em 2009 onde quer que você esteja e com quem você estiver. Por aqui, dou um tempinho nas postagens - e na web (rehab memo) - até o dia 5, não sei como é que você vai conseguir viver esses dias sem a minha presença, mas já já tamo aê. E já aprenderam o lema do próximo ano, né? Só melhora…
Feliz ano novo e até a semana que vem!
É Natal! É Natal! Dica da Babee.
O segundo avião do atentado às torres gêmeas, em um vídeo que só apareceu cinco anos depois e voltou a circular este ano.
Radiohead com 11 de setembro, tá servido?
“E eu acho que, também, nunca mais estarei numa esquina tão importante da história, um daqueles momentos em que as coisas viram de maneira brusca, para tomar outro rumo. Por isso sempre guardarei com cuidado meu passaporte onde está carimbado “NY – JFK 11 Sept 2001””
Foda.
Vai uma paranóia aí?
“Vamos assistir a um i-9/11. O que não necessariamente quer dizer que seja um ataque da Al-Qaeda. Significa que teremos um evento em que a instabilidade ou a insegurança da internet se tornará clara durante uma situação mal intencionada, que inspirará uma resposta do governo norte-americano. Vocês se lembram do Patriot Act, que foi cogitado logo após os ataques de 11 de setembro e que foi aprovado em menos de 20 dias. O Patriot Act é enorme e eu lembro de perguntar a um oficial do departamento de justiça como que eles escreveram uma série de leis tão rapidamente e a resposta foi que ele já estava pronto na gaveta do departamento de justiça nos últimos 20 anos, esperando só o momento certo para ser sacado e colocado em prática. Claro que o Patriot Act é cheio de várias maluquices sobre se os nossos direitos civis estão ou não protegidos e sugestões de mudanças. Então outro dia jantei com Richard Clarke e o perguntei se existiria um equivalente, um Patriot Act digital, prontinho para ser usado caso um evento de grandes proporções aconteça. Uma série de leis que transformaria radicalmente a forma como a internet funciona. E ele disse: ‘claro que há’”.
Isso é ninguém menos que Lawrence Lessig, capo do Creative Commons (e provável ministro da justiça americana numa eventual vitória de Barack Obama), falando sobre como os EUA podem complicar ainda mais nossa vida. Via Cardoso.
Bom dia, 11 de setembro. Se antes, éramos os filhos da Revolução, hoje vivemos sob o signo do caos.
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