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Arquivo: anos 80

A demo do Radiohead

Antes da entrada de Jonny Greenwood e ainda quando seus integrantes faziam o segundo grau, o Radiohead chamava-se On a Friday e gravou a fita demo acima com as músicas abaixo, em 1986.

Melhor que a média das bandas de segundo grau, mas alguém explica esses solos de sax?

Vi no Poptart, What’s Our Mission?.

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Filmes dos anos 70, filmes dos anos 80

Duas camisetas. Quem consegue achar todos os filmes listados?

Por Timo Meyer.

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O universo paralelo do rock brasileiro dos anos 80: Alexandre Frota no Chacrinha

Tem coisas que parecem ter saído de um filme de ficção científica…

E esse “alô” do Chacrinha é gravado, não é possível que alguém fale tanto tempo sem parar assim…

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The Office nos anos 80

Vi no blog do séries do Estadão.

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Fogueteira do Maracanã (1966 – 2011)

Eu sou do tempo em que davam capa da Playboy pra quem atirasse sinalizador da marinha em direção ao goleiro da seleção adversária. É sério.

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Juventude soviética

E na trilha sonora, Pompeya.

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4:20

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Vintage 80s

Falando no Chromeo, no papo que tive com eles, Dave citou como o título do próximo disco do Chromeo reforça a identidade musical que escolheram para eles mesmos – de celebrar os anos 80 sem a ironia dos anos 90, festejando aquele princípio de sofisticação artificial que ensinou uma geração inteira a ser adulta.

O disco chama-se Business Casual e é o traje executivo casual que passou a dominar os anos 80 à medida em que a geração yuppie ganhava dinheiro e, antes dos trinta, brincava de ser milionário.

Isso impregnou-se no imaginário de tal forma e criou uma cultura sintética, eletrônica, clean e infame.

É o oposto da estética trash 80s, um conceito que tem a ver com uma lógica oitentista que eu e o Luciano aplicamos à Gente Bonita desde o início. Brincávamos que iríamos comprar um Gol GTi só para chegar nas festas. Eu até já tinha falado disso no ano passado, citando o Cavaleiro das Trevas do Frank Miller com as trilhas sonoras dos filmes do John Carpenter (feitas por ele mesmo).

Dave disse que essa estética guia o Chromeo desde o início – a começar pelo mashup de Chrome com Romeo que batiza a dupla – e que os dois sempre colocaram essa dicotomia entre o “business” e o “casual” como referência sonora da banda, citando o personagem de Don Johnson no seriado Miami Vice como ícone do que tipo de som que eles querem ter.

Eu mesmo me amarro nesse tipo de som, esse soul branco meio bregoso, de baixo emborrachado, bateria cheia de agudos, solos de sax e esse look de playboy desenhado pelo Angeli. Era o que tocava no rádio quando eu era moleque, culpe a geração, mas não me envergonho de gostar disso não…

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Sigourney Weaver + Aliens

Minha jogada é retrô, mas acho melhor que essas duas outras cartas na mesa. De quem é a próxima? Tomás?

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Oi?

OE! Vi no tumblr da Juliana.

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O making of de “Kátia Flávia”

Liminha explica.

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4:20

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Glo-fi: vintage 80s

A Babee me indicou esse texto do Sean T. Collins, do Savage Critic, sobre o Cavaleiro das Trevas 2, de Frank Miller, e como ele se relaciona com a época em que vivemos. Repasso a dica:

But golly, it sure seems prescient now, huh? Here we are, in the post-electroclash, post-Neptunes, post-DFA era. The hot indie-rock microgenre is glo-fi, which sounds like playing a cassette of your favorite shiny happy pop song when you were three years old after it’s sat in the sun-cooked tape deck of your mom’s Buick for about 20 years. And my single favorite musical moment of last year, as harrowing as those songs are soothing, was the part of the universally acclaimed Portishead comeback album that sounded exactly like something from a John Carpenter film score.

É quando ele aponta para ouvirmos o seguinte trecho de “Machine Gun”, do Portishead, aos 4 minutos do vídeo abaixo:

É um ponto, realmente. Perceba como as trilhas de Carpenter (compostas pelo próprio diretor, diga-se de passagem), têm a ver com artistas atuais tão diferentes quanto Daft Punk, Chromeo, Midnight Juggernauts, Kanye West, Cut Copy, Mystery Tapes, Washed Out, Justice ou o revival da space disco.

É como se os anos 80, no finzinho de seu revival, finalmente pudesse ser visto como uma época de estética específica, sem juízo de valor, que pode ser definida como uma espécie de vintage 80s, sem canções infantis, tecnopop, hits românticos. Houve um momento, entre o cyberpunk e Doom, que havia uma espécie de psicodelia robô, uma mistura de design futurista com cores neon, como se o Hans Donner ou o design de um Gol GTi pudessem ser apreciados artisticamente. Bem bom.

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