Vi na Dani.
O expressionismo do Brock Davis (kibado porcamente pelo Capinaremos) é como um espelho: se você viu algo na tela acima, sabe a que geração pertence. Se não viu, clique na imagem.
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Não lembro quem me mandou essa, mas olha essa piscina fake que está exposta no MoMA, em Nova York.
Falando no McCormick, vale rever seu curta The Subconscious Art of Graffiti Removal, em que ele compara o esforço de moradores e donos de estabelecimentos em apagar pichações (grafitti, em inglês, se refere tanto a pichações quanto ao grafitti tradicional - você sabia que essa separação, entre grafitti bom e mau?) a uma variação inconsciente de arte moderna, descendente direta do expressionismo abstrato, construtivismo russo e minimalismo. Genial.
• TV 2.0 - O nascimento da ‘geração Lost’ • Internet: o canal que passa seu programa de TV na hora em que você quer • A TV está ficando com a cara da internet… • …E a internet está ficando com conteúdo de televisão • Firefox 3.5 mira no futuro com vídeo, 3D e geolocalização • HTML 5 abre novas rotas de navegação • Carros do Google Street View tomam as ruas de SP em um mês • Exposição GamePlay apaga limite entre arte e diversão • Pensadores pop discutem sobre o preço do futuro • #ForaSarney e a mobilização no Twitter • Lei Azeredo está em vias de ser derrubada • Vida Digital: Harvey Levin, do TMZ •
Mini voltou hoje das férias e eu esqueci de postar o Autopista de ontem - na base do ctrl+c ctrl+v de tudo. O pequeno buda do grunge gaúcho aproveitou seu descanso para criar seu próprio Autoesquema e chamou uns bambas para ajudá-lo na inglória tarefa de dar vida diária a um espaço virtual. Além da minha “ilustre” presença postada também aí em cima, o Conector contou com as seguintes participações, nestes dias de retiro do Mini:
- O Carlucci aprumou o foco para a África e perguntou se Obama muda alguma coisa;
- Dani Martins linkou dois stand-ups;
- O Ronaldo falou sobre Miranda July, Arte e relações digitais;
- O Arnaldo assinou uma Autopista;
- O Dable escreveu sobre desenhar;
- O Bruno falou do Magic Magic e linka o mashup de Kyuss com Kylie;
- E o Will veio com papo de internet e TV.
Boas férias, hein Mini.
“Acho que a questão se algo é arte ou não é muito difícil de responder. Comparo esta questão com a fotografia enquanto arte ou que a partir de quando a fotografia torna-se arte. Não acho que as imagens que faço sejam arte pois minha intenção, apesar de criar algo bonito, é, em primeiro lugar, uma descrição da lógica matemática”
Lasse Rempe, matemático
Apareceram em um flickr uma série de fotos mostrando uma tal “invasão de pixadores” em “protesto” contra a “comercialização, institucionalização e domesticação da cultura de rua, por parte dos galeristas e do poder público”. Aí você começa a ver as fotos com um monte de gente pixando tudo, como se tivesse permissão pra isso - tipo nessa foto aí em cima, em que os quadros com vidro, encostados no chão, foram “preservados”. É o maldito marketing viral se disfarçando de “urbano”. Ou, como disse o Cardoso:
De qualquer forma, mesmo que porventura o ataque seja GENUÍNO, aposto que o preço de todos esses quadros e obras de arte BARBARIZADOS por legítimos pixadores - artistas de rua na sua manifestação mais pura e crua - acaba de TRIPLI ou QUADRUPLI-car.
Isso pra não falar na nova decoração interna da galeria, inteiramente gratuita e muito mais autêntica do que jamais se poderia sonhar em um lugar onde se comercializa, primordialmente, aquilo que os jornalistas gostam de chamar de street art.
Ou seja, no fim das contas, não importa qual foi a intenção original: quem sai vencendo na história - e sob todos os ângulos - é a galeria paulistana.
Em outras palavras, bem vindo ao pós-modernismo.
Lembrando que o Cardoso é marchã, né?
Updeite: O Oga veio bater aqui me lembrando que o Flickr não é da galeria. Mas a discussão inda tá comendo por lá…
Quando marcas viram arte: culpa do Nic Hess.
Projeto Real, consiste em customisar a nota de dinheiro que você possui do jeito que vc quiser, fotografar e depois colocar em circulação novamente com sua intervenção….
É o que diz o Gepeto, autor do Projeto.
1) Kraftwerk de volta aos trabalhos
2) Japonês rouba mesmo cão após cumprir pena por 20 crimes iguais
3) Ao contrário do disco novo do Cansei, o Guardian gostou de Tropa de Elite
4) Brasileiros podem participar de concurso de Watchmen
5) Preso com mais dois detentos, Cacciola passa mal no Rio (será que foi na hora do banho?)
6) Ladrão troca 100 kg de cocaína por talco em delegacia na Espanha
7) Lei Seca pune motoristas até no Second Life
8) Fetiche sexual por salto alto leva britânico a prisão
9) Escola expulsa aluno que vandalizou prédio para discutir arte
10) A volta de Jason!
Foto: Marion B
Lembrei do Banksy porque o vi na Kátia, onde também pesquei a obra acima. O coração do meio de Pulse é ativado por aquilo que é escrito em blogs ligados ao projeto - determinadas palavras ativam sensores próximas ao órgão, que o fazem mexer de acordo com sua incidência. Ah, a arte online…
Um dos principais artistas de hoje em dia, Banksy é quase um adjetivo - é um nome que une a contestação de suas obras. Pichações na parede que fugiam do trivial da arte de rua do mesmo jeito que o próprio autor foge de um reconhecimento artsy, que metamorfoseia grafiteiros em artistas plásticos, quando a celebridade da autoria torna-se mais importante do que aquilo que é dito com a arte. Seu anonimato parece ter ficado no passado depois que, neste fim de semana, o jornal Mail On Sunday revelou algumas informações sobre sua possível vida particular: que chama-se Robin Gunningham, que estudou arte em boa faculdade, tem 34 anos e vive uma vida boa. Certamente não é isso que fará o sujeito sair de trás da cortina e continuar fazendo o que bem sabe - tomara que não use a revelação como desculpa pra uma aposentadoria precoce -, mas fica a pergunta: o quanto isso diminui a obra de um artista?
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