O Architects’ Journal escolheu as cinco cidades fictícias para falar da relação entre arquitetura e quadrinhos.
O artista croata Vanja Mrgan resolveu barbear alguns heróis fictícios e deu nisso:
No site dele tem mais. Vi lá no Laughing Squid.
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A Babee me indicou esse texto do Sean T. Collins, do Savage Critic, sobre o Cavaleiro das Trevas 2, de Frank Miller, e como ele se relaciona com a época em que vivemos. Repasso a dica:
But golly, it sure seems prescient now, huh? Here we are, in the post-electroclash, post-Neptunes, post-DFA era. The hot indie-rock microgenre is glo-fi, which sounds like playing a cassette of your favorite shiny happy pop song when you were three years old after it’s sat in the sun-cooked tape deck of your mom’s Buick for about 20 years. And my single favorite musical moment of last year, as harrowing as those songs are soothing, was the part of the universally acclaimed Portishead comeback album that sounded exactly like something from a John Carpenter film score.
É quando ele aponta para ouvirmos o seguinte trecho de “Machine Gun”, do Portishead, aos 4 minutos do vídeo abaixo:
É um ponto, realmente. Perceba como as trilhas de Carpenter (compostas pelo próprio diretor, diga-se de passagem), têm a ver com artistas atuais tão diferentes quanto Daft Punk, Chromeo, Midnight Juggernauts, Kanye West, Cut Copy, Mystery Tapes, Washed Out, Justice ou o revival da space disco.
É como se os anos 80, no finzinho de seu revival, finalmente pudesse ser visto como uma época de estética específica, sem juízo de valor, que pode ser definida como uma espécie de vintage 80s, sem canções infantis, tecnopop, hits românticos. Houve um momento, entre o cyberpunk e Doom, que havia uma espécie de psicodelia robô, uma mistura de design futurista com cores neon, como se o Hans Donner ou o design de um Gol GTi pudessem ser apreciados artisticamente. Bem bom.
Dá pra ficar horas rindo desse tumblr, que faz piada com o piti que o Kanye West deu na última premiação da MTV, domingo passado. O rapper chic é conhecido por seus ataques de histeria e joselitagens (ele só reprisou o faniquito que teve quando perdeu o prêmio de melhor clipe pro Justice, no VMA europeu em 2006) e depois do truque do século que foi o show dele no Tim Festival (que teve até playback) do ano passado é cada vez mais evidente que, mais do que maluco ou gay enrustido, Kanye West é um filhinho de papai dos mais mimados. Até o Obama acha ele um idiota.
Essa é a minha favorita, que compara o Kanye com o Kel (mas eu ainda acho que ele é o Carlton Banks…).
Outro blog bom de fotos infames: Your Argument is Invalid.
O curta Ashes to Ashes é claramente inspirado no estilo de direção de Frank Miller. Faz sentido..
• Novos hábitos de busca online • Google e Yahoo reinventam mecanismos de procura • Diferentes formas de se encontrar algo • Outros buscadores • Microsoft faz mistério - e compras • Com o celular, Google quer fazer pesquisas até no céu • Quando a busca leva em conta a localização • Novo buscador traz respostas e não links • Quem é o pai do WolframAlpha • Buscadores que prometeram, mas… • Brainstorm, não busca • Sites adaptam internet para o celular • Prévia de games: Batman - Arkham Asylum e The Sims 3 • O novo Kindle e a pirataria digital de livros • Download de filmes no Brasil, leis contra pirataria ficam mais duras em vários países, Google Street View é banido na Grécia e guatemalteco é preso por causar pânico via Twitter • Vida Digital: Andrea Ortega (diasdeencierro.org) •
Invenção desse sujeito aqui.
Outra imagem pra clicar e ver ampliada: é o mapa da Goon City, uma cidade desenhada na proporção isométrica num projeto do designer Ryan Allen e do povo do fórum Something Awful para salvar a essência da pixel art. Mas melhor do que ampliar a imagem acima é entrar no saite criado para hospedar a cidade virtual e navegar por seus milhões de detalhes. No meio dá pra encontrar a família Dinossauro, fases do Super Mario, um tabuleiro de xadrez humano, o comissário Gordon chamando o Batman, um boquete, o jipe dos Thundercats, Godzilla, a caixa forte do Tio Patinhas, a DeLorean de Marty McFly, Hunter Thompson, a torre Eiffel, um tabuleiro de Banco Imobiliário, o Campo Minado, um show do Rick Astley - e outro do Daft Punk -, King Kong, uma Apple Store, o tabuleiro de Tron, uma filial da Dundler Mifflin, um complexo militar, a mulher de 20 pés, naves do Guerra nas Estrelas, uma pirâmide, um concurso de sósias do Wally, uma casa sitiada pela Swat, um cubo mágico, o grupo vocal do Homer cantando em cima do bar do Moe, a nave do Wall-E, um parque temático Doom, o Tick, Wolverine, um disco voador, a fortaleza da solidão, a Estrela da Morte transformada em cassino, Space Invaders, o Castelo de Greyskull, Pac Man, Muppets, os Beatles, a casa da Família Adams, South Park e Planet Express. Para entrar na Goon City, clique aqui.
E esse Zack Snyder não é bobo nem nada: já começou a sair falando por aí que, mesmo que o estúdio esteja no meio de uma grande série com o Batman, ele gostaria de adaptar para o cinema nada menos que O Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller. O cara não mira baixo, não… E desde já deixou registrado minha opção para Clint Eastwood viver o papel do velho Batman voltando à ativa - lembrando que, apesar do filme deste ano ter se chamado Batman - The Dark Knight, ele não tem absolutamente nada a ver com The Dark Knight Returns, a série original em que Frank Miller reinventou o Homem-Morcego (tá, tem o papo dos caras imitando o Batman nos primeiros cinco minutos do filme, e só). Tou falando isso porque já ouvi uns carinhas falando que o filme do ano passado era bom, mas não era uma boa adaptação da graphic novel (sorte que não falaram na minha cara, senão eu desmascarava na hora).
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