Vou jogar uma “baixa”.
Vai lá, sua vez.
Você sabe que a Martha da música que batiza esse post era uma cadela, né? Olha ela aê.
É, o blog Beatles to the People conseguiu tirar essa informação do filho (e possivelmente clone) do George: talvez ele venha para o Brasil este ano com sua banda thenewno2. Talvez seja só cortesia, talvez haja mesmo o interesse de alguém em trazê-lo para cá, mas não custa colocar mais esse post-tijolinho nesse princípio de especulação. Afinal, é assim que essas coisas funcionam. E, como todo filho de beatle (fora a Stella), a música dele não fede nem cheira, mas, tudo bem.
E tenho dito.
Beatles - “I Am the Walrus (Take 17/RM4 Acetate)”
Rolling Stones - “Let it Loose”
Big Star - “The Ballad of El Goodo”
Rita Lee - “O Toque”
Stevie Wonder - “Master Blaster”
Roberto Carlos - “Além do Horizonte”
Wilson das Neves - “Venus”
Jorge Ben - “Menina Mulher da Pele Preta”
Chico Buarque - “Bye Bye Brasil”
Funky Four Plus One - “That’s the Joint”
Tom Tom Club - “Genius of Love (12″ Extended Version)”
Clash - “This is Radio Clash”
Gang 90 & Absurdettes - “Românticos a Go-Go”
Twelves - “Night Vision”
Dunproofin - “Can You Feel Magik”
Holy Fuck - “Balloons”
Pink Floyd - “Flaming”
Snoop Doggy - “Riders on the Storm”
Hall & Oates - “Private Eyes”
E por falar em “I Me Mine”…
Incrível. Dica do James.
Vi aqui.
O fotógrafo inglês Tom Murray foi o autor da última sessão de foto oficial dos Beatles e acabou de encontrar um envelope com algumas fotos daquela tarde de 1968 que não tinham vindo a público. Saiu no Daily Mail.
O Terron desenterrou “Tie Me Kangaroo Down, Sport”, hit de 1960 do australiano Rolf Harris na Inglaterra (cuja letra - desde o título - era uma grande chacota com o país de seu autor), cantada pelos Beatles no programa do autor, que virou locutor da BBC depois do único hit. Mas daí a achar que é essa música consegue ser mais estranha que “Revolution 9″ ou “You Know My Name (Look Up the Number)” é muita beatlemania até pra minha cabeça…
“You Never Give Me Your Money”
Am7 Dm7(add9) Dm
You never give me your mo ney
G C
You only give me your funny paper
Fmaj7 Dm E
And in the middle of negotiations
Am
You break down
Am7 Dm7(add9) Dm
I never give you my num ber
G C
I only give you my situation
Fmaj7 Dm E
And in the middle of investigation
Am C G7
I break down
C E7
Out of college, money spent
Am C7
See no future, pay no rent
F G7
All the money’s gone
C C7
Nowhere to go
C E7
Any jobber, got the sack
Am C7
Monday morning, turning back
F G7
Yellow lorry slow
C C7
Nowhere to go
Bb F
But oh, that magic feeling
C
Nowhere to go
Bb F
Oh, that magic feeling
C
Nowhere to go, nowhere to go
Bb F C
Ah———
Bb F C
Ah———
Bb F C
Ah———
D Eb G C A Eb C F# Eb A F# G G# A
B
One sweet dream
C D E7 A
Pick up the bags and get in the limousine
D7 G
Soon we’ll be away from here
D7 G A
step on the gas and wipe that tear away
B7 C G/B A
One sweet dream came true today
C G/B A
came true today
C G/B A
came true today yes it did!
C G/B A
C G/B
One two three four five six seven
A
All good children go to heaven
C G/B
One two three four five six seven
A
All good children go to heaven…
“Sun King”
E
A E
A E
A6 A6 A6 A6 A6 A7 Amaj7 E
Dm ahhh (2 bars)
C Em Gm7 A
Here come the sun king
C Em Gm7 A
Here come the sun king
F D F D
Everybody’s laughing Everybody’s happy
C Em Gm7 F
Here come the sun king
A E
Quando para mucho mi amore de felice corazón
A E
Mundo paparazzi mi amore chicka ferdy parasol
A E
Presto Obrigado tanta mucho Kay can eat it carousel
“Mean Mr. Mustard”
E E7
Mean Mr Mustard sleeps in the park
E
Shaves in the dark, trying to save paper
B B7 C7 Db7 D7
Sleeps in a hole in the road
D D7 Db7 C7 B7
Saving up to buy his new clothes
B
Keeps a ten bob note up his nose
E C7 B7 E C7 B7
Such a mean old man, mean old man
E E7
His sister Pam works in a shop
E
She never stops she’s a go-getter
B B7 C7 Db7 D7
Takes him out to look at the Queen
D7 Db7 C7 B7
Only place that he’s ever been
Always shouts out something obscene
E C7 B7 E C7 B7
Such a dirty old man, dirty old man
B7 C7 Db7
D A E
D A E
“Polythene Pam”
E D A E
Well, you should see Polythene Pam
D A E
She’s so good looking but she looks like a man
G B
Well, you should see her in drag, dressed in her polythene bag
C D E
Yes, you should see Polythene Pam.
C D E
Yeah, yeah, yeah
D/E A E (x 2)
E D A E
Get a dose of her in jackboots and kilt
D A E
She’s killer diller when she’s dressed to the hilt
G B
She’s the kind of a girl that makes the _News of the World_
C D E
Yes, you could say she was attractively built.
C D E
Yeah, yeah, yeah
“She Came in Through the Bathroom Window”
A D
She came in through the bathroom window
A F#m D
protected by a silver spoon
A F#m D
But now she sucks her thumb and wonders
D7 A
by the banks of her own lagoon
(A) Dm
Didn’t anybody tell her?
A Dm
Didn’t anybody see?
G7 C
Sunday’s on the phone to Monday
G7 C
Tuesday’s on the phone to me
A D
She said she’d always been a dancer
A F#m D
Worked in fifteen clubs a day
A F#m D
And though I thought I knew the answer
D7 A
Well, I knew but I could not say
A D
So I quit the police department
A F#m D
and got myself a steady job
A F#m D
And though she tried her best to help me
D7 A
She could steal but she could not rob
(A) Dm
Didn’t anybody tell her?
A Dm
Didn’t anybody see?
G7 C
Sunday’s on the phone to Monday
G7 C A
Tuesday’s on the phone to me… oh yeah!
“Golden Slumbers”
Am7 Dm7
Once, there was a way_________ to get back homeward
G7 C
Once, there was a way_________ to get back home
Em Am Dm9
Sleep pretty darling, do not cry,
G7 C
And I will sing a lullaby
C F C
Gold - en slumbers fill your eyes
C F C
Smiles awake you when you rise
Em Am Dm9
Sleep pretty darling, do not cry,
G7 C
And I will sing a lullaby
Am7 Dm7
Once, there was a way_________ to get back homeward
G7 C
Once, there was a way_________ to get back home
Em Am Dm9
Sleep pretty darling, do not cry,
G7 C
And I will sing a lullaby
“Carry That Weight”
C G
Boy, you’re gonna to carry that weight
C
carry that weight a long time.
G
Boy, you’re gonna to carry that weight
C C/B
carry that weight a long time.
Am7 Dm7(add9) Dm G Csus4 C Fmaj7 Dm E7 Am
Dm7(add9) Dm G
I never give you my pil low
Csus4 C Fmaj7
I only send you my invitations
Dm E7
And in the middle of the celebrations
Am G C G
I break down
C G
Boy, you’re gonna to carry that weight
C
carry that weight a long time.
G
Boy, you’re gonna to carry that weight
C G/B A
carry that weight a long time.
C G/B A
“The End”
A D B E
A D A7 D7
A D B E
oh yeah all right
A D A7 D7
are you gonna be in my dreams tonight
A7 D7 A7 D7 A7 D7 A7 D7
love you love you love you love you love you love you love you love you
A7 D7 A7 D7 A7 D7 A7 D7
love you love you love you love you love you love you love you love you
A7 D7 A7 D7 A7 D7 A7 D7
love you love you love you love you love you love you love you love you
A7
love you love you.
|A|A|A|A|A|A|A|A|A
A G
And in the end the love you make
F G7 C D C E A
is equal to the love you take
Lost agora, er… Depois das 4:20.
Os menores G.H., 14 anos, J.L., 16 e P.M., 15, com um amigo não identificado, flagrados na cena do crime. Daqui. Dica do Dodô.
Que belezinha, não é nem oficial, mas até dá vontade de tomar chá mesmo (mas logo passa). Vi lá no Objetos de Desejo.
Que show! Três quintos do Cidadão Instigado - o guitarrista Régis Damasceno, o baixista Rian Batista e o baterista Clayton Martin - respondem como Mockers nas horas vagas, um grupo dedicado a tocar apenas versões de músicas dos Beatles de 1966 em diante. Na ativa desde o ano passado, só consegui vê-los em ação nesta quinta, quando o grupo apresentou-se dentro do Toca Aí, o mesmo projeto do Sesc Pompéia que botou o Instituto tocando Pink Floyd.
Por motivo de agenda, o grupo não pode se apresentar na Choperia, onde queriam e vem acontecendo os shows do projeto (o Forgotten Boys tocou Rolling Stones semana passada, não fui, mas já já posto uns vídeos que achei no YouTube do show). Sorte nossa. O Teatro funcionou perfeitamente para o tom ao mesmo tempo austero e informal da apresentação. Ao confrontar os três músicos olhando uns para os outros (devido ao desenho do teatro, cujo palco é ladeado por duas platéias), o show ganhou uma sensação de intimismo que parecia bater de frente com o aspecto clássico do repertório - tom que era quase sempre destruído por Rian, que insistia em dirigir-se ao público em inglês, trazendo todo o humor dos Beatles para um palco estritamente psicodélico.
E como tocam esses três. Mais do que chancelar a química musical que os três já trazem do Cidadão, o show serviu como apreciação de três grandes músicos. Clayton rezou a cartilha de Ringo Starr à risca, trazendo ao palco alguns dos momentos mais brilhantes do subestimado Ringo em seu instrumento - crescido à sombra do rock paulistano influenciado pelos anos 60, Clayton deixou os trejeitos e influências de Keith Moon e Nick Manson (característicos de seu jeito de tocar) para debruçar-se sobre a técnica do baterista beatle como sua única Bíblia pessoal. Rian, mais do que quebrar o gelo com suas piadas geniais e ridículas, tratava o baixo melódico de Paul McCartney com reverência e estilo, além de garantir os vocais mais agudos sem muita preocupação. E Régis, que nasceu abençoado por um timbre de voz que quase, quase, chega ao mesmo do de John Lennon, segurava não apenas as guitarras de John e George Harrison num único instrumento, como ainda o colocava para fazer as vezes dos teclados de algumas canções.
Foi memorável. Consegui filmar quase todas as músicas da noite (com a exceção das três primeiras - “Two of Us”, “She Said She Said” e “Taxman” - e das duas últimas - “Birthday” e “Tomorrow Never Knows” com direito à citação de “Within You Without You”), mas se eu fosse você não perdia o próximo show.
Charting the Beatles é um projeto do designer americano Michael Deal para transformar fatos e mitologia sobre o quarteto de Liverpool em lindos infográficos de cultura inútil. Ele iniciou a série em seu site, mas já abriu um grupo no Flickr para quem quiser entrar na brincadeira. Separei dois gráficos - um sobre as autocitações feitas pelos Beatles em suas músicas, aí em cima, e outro com as temporadas de trabalho da banda durante sua existência, embaixo.
E por falar no Régis, nas horas vagas do Cidadão Instigado, os três elementos acima (Régis, Clayton e Ryan, que são 3/5 da banda de Fernando Catatau), atendem como The Mockers, uma banda especializada em tocar Beatles pós-66. Eles tocam quinta que vem, dia 21, no Teatro do Sesc Pompéia, no mesmo projeto em que o Instituto tocou Pink Floyd, o Toca Aí. Nesta quinta agora, dia 14, é a vez dos Forgotten Boys tocando Rolling Stones, mas acho que eu nem vou nesse…
E essa revista que a Marvel lançou em 78 com a história dos Beatles? A Janara reuniu tudo no mesmo set do Flickr. Bem massa.
44) Danger Mouse – Grey Album (2004)
Lembra daquela comoção que o Black Eyed Peas causou quando a Oprah inaugurou o programa dela esse ano? Agora imagina se a música fosse boa:
Olha esse bolo Yellow Submarine que a Carla fez…
Foda, né? Vi lá na Kátia.
Essa já saiu há um tempo, mas ainda vale: um sujeito inventou toda uma história de realidade alternativa para justificar a existência de um “álbum perdido” dos Beatles, que teria sido gravado depois de 1970 - que é a meio que a desculpa para fazer um mashup com faixas solo dos quatro beatles. Mas se a idéia do site The Beatles Never Broke Up tem alguma simpatia, ela perde-se ao ouvir as músicas - que são meras colagens de trechos de músicas conhecidas das carreiras solo de John, Paul, George e Ringo, mas não funcionam como novas versões - apenas como colagens. Valeu a intenção, mas…
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