Tag: britney spears


sexta-feira, 19 de março, 2010

Britney Spears e a Fanta

Tá bem, hein. Daqui.

Postado por Alexandre Matias às 15:51 | Sem comentários | Permalink

quarta-feira, 24 de fevereiro, 2010

“Toxic” pra acordar…

…mas devagar, com a Yael Naim:

Postado por Alexandre Matias às 8:01 | 1 Comentário | Permalink

quarta-feira, 3 de fevereiro, 2010

As 100 melhores músicas de 2009: 80) Britney Spears - “3″

Postado por Alexandre Matias às 15:01 | 3 Comentários | Permalink

domingo, 3 de janeiro, 2010

As 300 melhores músicas dos anos 00: 14) Britney Spears – “Toxic”

Postado por Alexandre Matias às 15:31 | Sem comentários | Permalink

As 300 melhores músicas dos anos 00: 23) Britney Spears – “I’m a Slave 4 U”

Postado por Alexandre Matias às 10:31 | Sem comentários | Permalink

sexta-feira, 1 de janeiro, 2010

As 300 melhores músicas dos anos 00: 71) Britney Spears + Madonna – “Me Against the Music”

Postado por Alexandre Matias às 18:01 | Sem comentários | Permalink

segunda-feira, 28 de dezembro, 2009

As 300 melhores músicas dos anos 00: 152) Britney Spears – “Gimme More”

Postado por Alexandre Matias às 2:01 | Sem comentários | Permalink

quinta-feira, 24 de dezembro, 2009

As 300 melhores músicas dos anos 00: 229) Britney Spears – “Womanizer”

Postado por Alexandre Matias às 20:01 | Sem comentários | Permalink

segunda-feira, 21 de dezembro, 2009

Vida Fodona #191: Talvez o último Vida Fodona da década

Será que eu faço mais um VF antes dos anos 00 acabar? Só o tempo sabe…

Foals - “Balloons”
Hurtmold - “Chuva Negra”
Interpol - “NYC”
Passion Pit - “Sleepyhead”
Dan Le sac vs. Scroobius Pip - “Thou Shalt Always Kills”
Digitalism - “Zdarlight”
Goose - “Bring It On (MSTRKRFT JFK Remix)”
Britney Spears - “Gimme More”
Kelly Key - “Baba Baby (Instrumental)”
Dr. Dre + Eminem - “Forgot About Dre”
Calvin Harris - “Merrymaking at My Place”
Dragonette - “I Get Around”
New Young Pony Club - “Ice Cream”
Fujiya & Miyagi - “Collarbone”

Enquanto isso, venha pra cá.

Postado por Alexandre Matias às 17:16 | 2 Comentários | Permalink

quarta-feira, 16 de dezembro, 2009

4:20

Postado por Alexandre Matias às 16:20 | Sem comentários | Permalink

segunda-feira, 7 de dezembro, 2009

Vida Fodona #189: Essa pegada retrospectiva anos 00

Curti a retrospectiva do programa passado e sigo assim até o fim de 2009 - recapitulando as melhores músicas dessa primeira década do século. Junte-se a mim, se quiser.

Scanners - “Bombs (René Goulet’s Dollar Slot Bump)”
Arctic Monkeys - “You Know I’m No Good”
Avalanches - “Since I Left You”
MGMT - “Time to Pretend”
Britney Spears + Madonna - “Me Against the Music”
Justice - “D.A.N.C.E.”
Phoenix - “Lisztomania”
Gnarls Barkley - “Smiley Faces”
Mark Ronson + Amy Winehouse - “Valerie”
Frankie Valli + The Seasons - “Beggin’ (Pilooski Edit)”
My Chemical Romance - “Teenagers”
Digitalism - “Anything New”
Soulwax - “Can’t Get You Out Of My Kyluss”
Shout Out Out Out Outs - “Dude You Feel Electrical”
Dean Wareham + Britta Philips - “Ginger Snaps”

May I?

Postado por Alexandre Matias às 17:33 | Sem comentários | Permalink

quarta-feira, 30 de setembro, 2009

E já que eu falei da Britney…

…tou pra linkar há um tempão uma música que eu até já toquei num Vida Fodona, e que sobrou do último disco de Britney Spears. “Amnesia” têm uma qualidade intraduzível que a torna ao mesmo tempo irresistível e esquecível, adolescente e artificial, ingênua e perversa. Ela começa como um electro quase sem alma, mas aí vem com um refrão que baixa na faixa feito o espírito de Molly Rigwald de décadas passadas:

I forgot my name, I forgot my telephone number
If he wanna see me, he don’t even know it
I forgot my address, damsel in distress
I forgot my boyfriend was the one that had bought me this rock

I get amnesia when I’m standin’ next to you
He’s been with me for several years I know this much is true
Didn’t know it was over til you came on over
And told me that you just, just can’t forget about me

O andamento, óbvio, é o mesmo de “If You Leave”, do OMD, mas não tem o apelo romântico do hit dos anos 80, pelo contrário, soa marcial, eletrônico e frágil como se Madonna fosse uma das integrantes do Duran Duran. Incrível que isso seja uma sobra de estúdio - e só tenha saído no disco extra da edição inglesa de Circus.


Britney Spears - “Amnesia

Postado por Alexandre Matias às 14:13 | Sem comentários | Permalink

terça-feira, 29 de setembro, 2009

Britney Spears + 2

Ouviram a nova da Britney? “3″ abole a sutileza e ela convida toda uma geração para encarar o sexo a três como uma coisa normal. “Are you in?”, ela pergunta em tom sedutor e desafiador, lembrando que “what we do is innocent”, que “livin’ in sin is the new thing” e que “everybody loves ***”. A música em si não tem nada de memorável, é mais um single para bater cartão nas paradas de sucesso. Mas a letra pode cutucar ainda mais uma revolução sexual que está em vias de explodir (para dentro ou para fora) na próxima década.


Britney Spears - “3

Postado por Alexandre Matias às 13:13 | 3 Comentários | Permalink

segunda-feira, 3 de agosto, 2009

Vida Fodona #172: Esse programa inaugura uma era e encerra outra

Dando um tempinho na Temporada Sem Parar para mais um Vida Fodona tradicional, cheio de falação aleatória entre as músicas - e o programa ainda marca a inauguração de novas instalações e o início da despedida da unidade móvel da UAM.

Cidadão Instigado - “Escolher Pra Quê?”
Flaming Grooves - “Have You Seen My Baby?”
Gossip - “Vertical Rhythm”
Friendly Fires - “Skeleton Boy (Grum Remix)”
Franz Ferdinand - “Womanizer”
Noah & the Whale - “Love of an Orchestra”
Thom Yorke - “The Present Tense”
Fernanda Takai - “There Must Be An Angel (Playing With My Heart)”
Lucas Santtana - “Cira Regina e Nana”
Florence and the Machine - “Halo”
Miami Horror - “Make You Mine (Fred Falke Remix)”
Passion Pit - “Sleepyhead (Starsmith Remix ft. Ellie Goulding)”
Arctic Monkeys - “Dangerous Animals”
Erasmo Carlos - “Noite Perfeita (Uma Farra no Tempo)”
Mick Ronson e David Bowie - “Like a Rolling Stone”
Gabriel Thomaz & Móveis Coloniais de Acaju - “A Shot in the Dark Sim, E Daí?”
Wado - “Estrada”
Killing Chainsaw - “The Woke of Jo”
Cat Power - “Dreams”

Colaqui.

Postado por Alexandre Matias às 8:13 | 1 Comentário | Permalink

quinta-feira, 18 de junho, 2009

Micareta mashup

Se você achou que o Brazilian Star Wars era o fim da picada, o que me diz dessa do João Brasil?


Os samples usados:
Calypso - “Fazer o quê?”
Passion Pit - “Sleepyhead”
Ramones - “Blitzkreig Bop”
João Brasil - gritinho de “Bahia”
Britney Spears - “Womanizer”

Postado por Alexandre Matias às 16:33 | Sem comentários | Permalink

sexta-feira, 22 de maio, 2009

Daft Punk ao piano

Já ouvimos uma versão acústica para o dance robô, agora vamos à versão com apenas um músico:

Curtiu? Então segue o †, do Justice, também ao piano:

O responsável é um cara que se chama de TheNapkinHolder no YouTube e faz versões ao piano de vários hits de pista, entre eles “Umbrella“, “Single Ladies“, “Poker Face“, “Hot’N'Cold“, “Circus” e o que mais der na telha. Sinistro.

Postado por Alexandre Matias às 20:45 | 2 Comentários | Permalink

segunda-feira, 18 de maio, 2009

Vida Fodona #155: Vida Fodona Soundystem ataca mais uma vez

Sempre ele: quando não consigo falar entre as músicas e a correria do dia-a-dia não me permite frisar o lado jornalístico do programa, só me resta me deixar levar e enfileirar músicas boas pra se ouvir. Não falo nem no começo do programa, pra alívio de uns ingratos e frustração da maioria. Mas é só essa semana…

Los Amigos Invisibles - “Playa Azul”
Cut Copy - “Far Away (Hercules & Love Affair Remix)”
Ladyhawke - “Better Than Sunday”
Britney Spears - “Amnesia”
Lobsterdust - “L.E.S. Lockdown”
Mad Mix Mustang - “Don’t Give Up Wanting Me Baby”
Klaxons - “Totem on the Timeline”
Dangermouse & Sparklehorse - “Little Girl (feat. Julian Casablancas)”
Wilco - “Sunny Feeling”
Elastica - “Hold Me Now”
Paul McCartney - “Back Seat of My Car”
Erasmo Carlos - “Gente Aberta”
Scott Walker - “Maria Bethânia”
Os Incríveis - “Ogum”
Of Montreal - “First Time High”

Por aqui.

Postado por Alexandre Matias às 21:29 | Sem comentários | Permalink

segunda-feira, 4 de maio, 2009

A Anti-Britney

Lily Allen @ Roseland Ballroom
Nova York, 20 de abril de 2009

“Cara, olha como isso tá cheio! E hoje é segunda-feira e tá chovendo!” – não, quem fez esse comentário não foi qualquer pessoa da platéia e sim de um segurança do clássico Roseland Ballroom. A enorme casa de shows na rua 52 de Nova York quase na Broadway (“que metido ele, citando endereço em Nova York”) já foi palco de pelo menos um disco ao vivo histórico (o terceiro álbum da discografia oficial do Portishead) e é vizinho do Ed Sullivan Theatre, onde os Beatles começaram a conquistar o mundo. Por fora, parece um cinema; por dentro, lembra uma versão melhorada do velho Olympia em seus melhores dias.

E, como salientou o segurança, estava lotada – e em plena segunda-feira. Chegamos no meio do show da banda de abertura, o Natalie Portman’s Shaved Head, uma banda empolgadíssima que tocava umas músicas bem mais ou menos, uma espécie de sub-Franz Ferdinand com um pezinho na eletrônica (bem de leve) sem um pingo de noção para compor um refrão válido – “Me & Yr Daughter”, a música com que eles encerraram o show, era o mais perto disso que eles conseguem fazer. O público gostou, mas apenas como aperitivo para o show da musa da noite.

Musa? Lily Allen comporta-se como o oposto disso. Seu show em Nova York foi o segundo “último show da turnê” que assisti da cantora – o primeiro foi no festival Planeta Terra, quando ela encerrou sua primeira turnê mundial num show completamente bêbada, esquecendo as letras das músicas e divertindo-se mais no palco do que a platéia. Era o final de 2007, o ano que consagrou a aparição de Lily Allen não apenas no rol de popstars surgidos graças à web como uma aspirante à liga júnior do mundo de celebridades. Quase dois anos se passaram desde sua primeira aparição e aquele show no Brasil foi uma espécie de terapia em público, com a cantora falando sem parar sobre qualquer assunto, como se expurgasse os próprios fantasmas num porre em que repassou, com banda, seus hits até ali.

Corta para 2009 e lá está Lily, um pouco mais velha, falando, bebendo e fumando sem parar, mas sem o clima de fim de feira do show no Brasil. Pelo contrário – ela está em Nova York e seu show de despedida da cidade não pode ser de qualquer jeito, mesmo porque pode ser o último na América do Norte, mas a turnê de It’s Not Me, It’s You, seu segundo disco, ainda está pela metade. Mas é bom descobrir que cigarros, bebedeira e a falação desembestada não são a exceção – e sim a regra de suas apresentações. E mesmo que ela esteja com mais pose de popstar do que de menininha, mesmo que o palco escreva seu nome com letras grandes três vezes, mesmo que metade das meninas da platéia sejam miniclones de Lily (franjinha, saltões, sainhas, leggings, casaquinhos sobre camisetas compridas, blusas soltas, cores fortes), mesmo que abertura de seu show projete sua silhueta batendo os pezinhos no chão como uma marca registrada, ela não está nem aí para o papel de exemplo a ser seguido ou de ícone cultural. E em vez de fazer-se de diva intocável, equilibra suas músicas com uma faceta pouco explorada entre as manchetes de tablóide – a de que suas frases que às vezes viram manchetes deslocadas por partirem de monólogos que estão mais próximos da comédia stand-up do que da música pop. Não é acaso o fato de ela fazer dois fãs participarem de um concurso para ver quem come mais rápido antes de começar mais uma faixa, “It’s Not Fair”.

E antes de cada música ela alongava uma pequena introdução e contava uma história, explicava uma situação ou falava um pouco sobre a música a seguir. “Essa (“Him”) é para o cara lá em cima”, “essa (“He Wasn’t There”) é sobre o meu pai”, “essa (“Chinese”) parece ser sobre um namorado, mas é sobre a minha mãe”, “essa (“Fuck You”) pode ser sobre qualquer pessoa, mas na verdade é sobre um cara que já era”. Antes de “22” dedicou a faixa às meninas da sua geração (Lily nasceu em 1985) que querem um namorado mas passam o tempo todo ficando com os caras errados (sem mencionar que ela disse isso usando a expressão “sucking cocks”). Antes de “It’s Not Fair” desculpava-se ter dito “fuck” quando queria dizer “making love”.

Ao seu redor, uma banda formada por baixista, guitarrista, baterista e tecladista, acompanhava a garota para onde ela fosse – e se sua segunda coleção de faixas lançada num disco de plástico começou a existir parecendo habitar o território de uma new wave açucarada ou um tecnopop com gosto do girl power das Spice Girls, ele logo a ampliou em um leque de canções de gêneros musicais diferentes, como se estivesse exercitando, musicalmente, o mesmo tipo de terapia/fantasia que inclui em suas letras. O que permitiu até um infame “momento acústico” e uma hilária reação da platéia – sugerida pela própria Lily – que acompanhou “Fuck You” (que era mais sutil quando foi lançada no MySpace ano passado como “GWB (Guess Who Batman)”) erguendo os dedos do meio para a cantora, adolescentes de diferentes idades expurgando suas frustrações num jazzinho pseudo-cabaré cujo potencial de hit parece ter sido boicotado só pelo palavrão do refrão.

E a banda a segue para além das demonstrações de versatilidade embaladas em forma de canção que formam It’s Not You It’s Me. Um dos melhores momentos do show foi no bis, quando a banda brincou de drum’n’bass e dub em cima do reggaeinho original de “Smile” – com Lily disparando efeitos sonoros graças a um dispositivo portátil, que funcionou como uma ótima introdução a “The Fear” (homônima e por que não sobrinha da faixa que abre o classudo e denso This is Hardcore, do Pulp), que também vira parque de diversões instrumental para a banda – desta vez numa jam puxando mais para o eletrônico.

Mas o grand finale aconteceu com um cover – e a segunda versão para “Womanizer” apresentada por Lily Allen ficou longe da primeira tentativa engraçadinha que fez ao lado de Mark Ronson no final do ano passado. Em um arranjo idêntico ao original de Britney Spears em 2009, a canção mostra sua força de chiclete robótico existindo num formato essencialmente rock (o cover do Franz também ressaltou esse aspecto) e reintegra a crítica ao “mulherengo” que batiza a faixa ao universo de Lily. E por mais que tenha ironizado o próprio sucesso em “The Fear”, ela mesma se põe ao lado de Britney Spears (nascida em 1980) para lembrar que mesmo que cantem sobre facetas diferentes de camadas distintas do século 21, ambas coexistem e atravessam situações semelhantes em escalas paralelas. E assim ela não se acanha em assumir o papel de anti-Britney – uma musa pop imperfeita por definição, ao contrário de Britney que encarou a imperfeição como um karma inevitável à condição perfeccionista. E, ao optar por ser uma resposta ao fenômeno popstar do que mais uma releitura, Lily Allen é uma das personagens mais interessantes do cenário pop atual. Ela se dispôs a atravessar o furacão de mídia, fama e celebridade para conseguir seu lugar ao sol – e até hoje vem lidando bem com o desafio. Se continuar assim, pode realmente tornar-se importante.

Postado por Alexandre Matias às 15:03 | Sem comentários | Permalink

Os 20 melhores mashups de 2008: Jimmi James - “Womanizer Blaster”

O inglês Jimmi James já tinha entrado pro panteão do mashup ao fundir a faixa-título do disco Sgt. Pepper’s dos Beatles com “Paradise City”, do Guns N Roses. Em 2008, sua contribuição foi igualmente ousada e, da mesma forma, acondicionou perfeitamente uma canção em um novo universo. Desta vez foi o hit grudento de Britney Spears que se encontrou com a viagem de Stevie Wonder ao ritmo jamaicano, fazendo Britney repetir o refrão de “Womanizer” como se cantasse raggamuffin. Genial.

Jimmi James - “Womanizer Blaster

Postado por Alexandre Matias às 13:04 | 3 Comentários | Permalink

As 50 melhores músicas de 2008: 18) Britney Spears - “Womanizer”

A introdução composta por um zunido repetitivo abre a música como se o Daft Punk da fase “Robot Rock” estivesse experimentando uma áudio-hipnose gerada por uma furadeira. E quando Britney começa a cantar - monocórdica, monótona, robótica, mecânica - a faixa ganha ainda mais contornos artificiais, mesmo que sua sensualidade de plástico atice algum vestígio de humanidade. Quando ela entra no refrão - “Womanizer” quer dizer “Mulherengo”, imagina um refrão que repete essa palavra nove vezes seguidas -, Britney já extrapolou as fronteiras entre jingle e o single, o hit e o repeat. Termos como “comercial” e “pop” ganham novas dimensões à medida em que a diva fake dispensa outro jovem popstar que vem bater em sua porta com uma música incrivelmente grudenta, bubblegum para a era eletrônica. “Womanizer” não chega nem aos calcanhares das melhores faixas de Britney (”Toxic”, “Baby One More Time”, “Slave 4 U”, “Gimme More”), mas é boa o suficiente para figurar entre as melhores do ano. E sedimentar a carreira cada vez mais sólida de Britney Spears.

18) Britney Spears - “Womanizer

Postado por Alexandre Matias às 13:03 | 4 Comentários | Permalink

quarta-feira, 22 de abril, 2009

Un poco más de Nueva York

Olha a música com que a Lily Allen fechou seu último show da turnê deste ano nos EUA:

E a menina é uma popstar nata: além de boa compositora pop fica o tempo todo fazendo brincadeiras com o público, falando besteira sem se preocupar com pose, fumando cigarros e bebendo vinho, enquanto escancara suas relações pessoais em canções. Seus dois primeiros discos são mais importantes do que os últimos quinze anos da carreira de Madonna e ela prova isso no palco.

Tem mais vídeos lá na TV Trabalho Sujo, pra quem estiver a fim de ver.

Já o Sonic Youth com o John Paul Jones e Takehisa Kosugi fazendo barulho como trilha sonora para a apresentação de noventa anos da sumidade da dança moderna Merce Cunningham eu não pude filmar (afinal, foi no Opera Hall do BAM e o público era tão metido a sisudo quanto o lugar). Mas, tudo bem - você não perdeu muita coisa - essa menina, filmou o que ela conseguiu, sente o drama. O espetáculo de dança em si só serviu para eu ter certeza de que dança contemporânea não é a minha praia mesmo - embora o bom e velho SY tenha feito o ruído necessário para valer o preço do espetáculo. A Kim até cantou…


Agradecendo o público: os bailarinos, o coreógrafo (na cadeira de rodas), o Sonic Youth (vestidos que nem gente), Kosugi (à esquerda, de suspensórios) e John Paul Jones (à direita, de suspensórios)

Enquanto não volto à ativa (4 de maio, hein…), fiquem com a cobertura que o Bruno está fazendo do Coachella, com os cartuns que o Arnaldo fez pro G1 e que pouca gente viu e com a carta que o Mini escreveu para os anos 90. E você já baixou o disco do Dodô? Que achou, hein?

Postado por Alexandre Matias às 21:53 | 19 Comentários | Permalink

segunda-feira, 6 de abril, 2009

Franz Ferdinand tocando “Womanizer”

O Franz se alinha ao grupo de artistas que reverencia o hit da Britney ano passado, mas sem muita inspiração - chamando “Womanizer” de “a melhor música nos últimos meses”, o grupo escocês regravou a faixa ao vivo numa apresentação hoje na BBC (a íntegra do show pode ser ouvida aqui). Sua versão e fica a poucos centímetros acima da feita pelo All American Rejects, passando a milhas de distância das boas - pero óbvias - recriações de Ladyhawke e Lily Allen.


Franz Ferdinand - “Womanizer

Postado por Alexandre Matias às 16:38 | 1 Comentário | Permalink

quinta-feira, 12 de março, 2009

Britney também manda notícias…

Postado por Alexandre Matias às 9:12 | 1 Comentário | Permalink

quarta-feira, 11 de março, 2009

Vida Fodona #148: Semana tá corridaça



E, de novo, não deu pra falar entre as músicas. Por isso, outro Vida Fodona Soundsystem - e esse tá no capricho!

Leebuzz - “Fistful of Diggity”
Beatles - “Eleanor Rigby (Soulwax Remix)”
Lucas Santtana + Do Amor - “Who Can Say Which Way”
Snoop Dogg - “Dr. King Remembers (feat. Sly Stone)”
Curumin - “Mistério Stéreo”
Lily Allen - “Womanizer”
Fancy - “Do the D.A.N.C.E.”
Mickey Gang - “Horses Can’t Dance”
Franz Ferdinand - “Live Alone”
Bauhaus - “Telegram Sam”
Malajube - “333″
Mando Diao - “Dance With Somebody”
TV on the Radio - “Heroes”
Dodos - “Undeclared”
Elliott Smith - “New Monkey”
Marcos Valle - “Os Grilos”
Whitest Boy Alive - “Intentions”
Chairlift - “Evident Utensil (MGMT Remix)”
Dan Auerbach - “Real Desire”

Vamo?

Postado por Alexandre Matias às 16:55 | Sem comentários | Permalink

segunda-feira, 9 de março, 2009

“Hanging Out”

E por falar na Britney, se liga no que ela fala que tá pendurada no microfone aos 0:34, sem se ligar que tava ligado.

Postado por Alexandre Matias às 11:44 | Sem comentários | Permalink

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