OEsquema

Arquivo: bruno natal

Como foi o show do Franz Ferdinand no Rio de Janeiro

Bruno deu seu parecer sobre a passagem do Franz pelo Rio, mas eu juro que se ele citar mais uma vez o show dos caras no Circo Voador em qualquer outro texto (seja sobre a banda, seja sobre show no Rio), eu vou ter a certeza de que ele não tem mais assunto ou ficou doido de vez depois daquele show – aí sim, valeria retornar à ocasião pra tachá-la de histórica. Vira o disco, broder.

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OViolão: Frank Jorge – “São Tantas Tendências”

Vamos lá com a faixa do dia da nossa coleta de fim de verão, cantada pelo mestre Frank Jorge, um hino jovem guarda sobre o cool e o anticool que atira para todos os lados numa espécie de “Arrombou a Festa” dos anos 00, trocando nomes e celebridades por rótulos e hypes. Frank Jorge, né… O Bruno, por sua vez, chama o Momo.


Frank Jorge – “São Tantas Tendências

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OViolão: João Brasil – “Orgasmadance”

O astro de hoje é o homem, o mito, o incansável, o ilustre, o espírito santo da cena mashup brasileira que, ao ser inquirido com a possibilidade de fazer uma música só no violão (e eu torcendo por uma “Baranga” unplugged), ele optou por jogar o mashup pras seis cordas e o resultado é esse abaixo. Enquanto isso, o Bruno aciona o Burro Morto.


João Brasil – “Orgasmadance

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O Violão: Lucas Santtana & Seleção Natural – “Nighttime in the Backyard”

Conforme prometido, eis a segunda faixa da coletânea OViolão que eu disponibilizo aqui no Sujo. “Nighttime in the Backyard” era inédita quando pedimos para o Lucas, no ano passado, mas a gente demorou e a faixa acabou saindo no disco dele desse ano, Sem Nostalgia. A foto que ilustra o post, você sabe, é da Caroline Bittencourt. Do outro lado, o Bruno vai de Wado.


Lucas Santtana & Seleção Natural – “Nighttime in the Backyard

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OViolão: Lulina – “Mentirinhas de Verão”

A idéia original era uma mixtape de verão, chamando alguns DJs brasileiros para remixar hits gringos naquele final de 2008 hoje distante. Mas já era verão no Brasil e os DJs estavam soltos pelo país – impossível achar alguém que pudesse dar uma certeza sobre a data de entrega das versões, fora a possibilidade de deixar o projeto banguela caso algum artista remixado se incomodasse com o resultado ou com o fato de estarmos deixando sua faixa para download em MP3. Depois de algumas madrugadas pendurados no Gtalk, trocando emails e um ou outro telefone, eu e o Bruno desvirtuamos completamente o conceito original a partir das limitações: em vez de pedir para mexer em músicas alheias, pedimos versões para músicas próprias; em vez de remixes que inevitavelmente daria ao disco um clima meio esquizofrênico, pedimos versões acústicas, minimalistas, usando apenas o violão. E antes de começarmos a pedir músicas para músicos e artistas que são mais amigos e comadres do que propriamente astros e estrelas (prefiro assim), percebemos que o formato acústico tinha mais a ver com aquele verão que ia acabando do que uma mixtape para dançar. Mais do que isso: à medida em que os artistas demoravam para entregar o material (alguns, houve quem entregasse em fevereiro), percebíamos o quanto a compilação ganhava ares de fim de verão, quase outonal. E, ouvindo as faixas no inverno do ano passado, decidimos lançá-la quase na Páscoa, como se o clima das “Águas de Março” de Tom Jobim pudesse ser espalhado por toda uma compilação.

Decidido o nome, chamamos a querida Caroline Bittencourt para bolar uma capa para a coletânea. Ela foi além: propôs um ensaio na oficina de um luthier conhecido dela, o Murilo. Ao vermos as fotos, nem tivemos dúvida: o instrumento era tão central ao trabalho que não havia outro nome para dar à coletânea, juntando artigo e substantivo só para fazer o paralelo com OEsquema. Pelo meio do segundo semestre do ano passado, OViolão estava completo.

OViolão é o terceiro lançamento dOEsquema. Mas não somos um selo, não nos estranhe. Depois de termos lançado discos de amigos – o Bruno sugeriu o Big Forbidden Dance do João Brasil e eu desenterrei o Alguma Coisinha do Dodô, ambos discos coalhados por samples -, resolvemos ampliar o conceito só pelo prazer do lançamento. E apesar de ser um trabalho de dedicação minha e do Bruno, ele vem sendo acompanhado, de perto, por nossos dois outros sócios, Mini e Arnaldo, que sugeriram nomes, fizeram convites e propuseram soluções.

A forma de distribuição dOViolão é simples: durante os próximos dias, despejaremos, tanto no Trabalho Sujo quanto no Urbe, cada uma das faixas da compilação, numa média quase diária. Elas estarão apresentadas tanto num vídeo embedado do YouTube, sempre com uma foto diferente de Caroline, e num link para download da canção. Ao final, juntamos tudo num arquivo compactado para quem quiser ouvir o disco na ordem que imaginamos. Não ganhamos um tostão para fazer isso – nem nós, nem os artistas envolvidos. Pagamos apenas o custo das fotos de Caroline. É um trabalho coletivo feito principalmente com carinho. E nessa época de volume no talo e enxurrada de informações, estamos propondo algo para ouvir baixinho. Sob o sol, mas baixinho. Não tem release, nem rodada de entrevistas com os artistas, não tem foto de divulgação, nem assessoria de imprensa. Vamos blogar e twittar: linka quem quiser, baixa quem tiver vontade. Pra que pressa, né?

Começo a semana com a inédita de Lulina “Mentirinhas de Verão”, gravada em fevereiro do ano passado. Ela explica: “É uma versão com som de fim de verão da música ‘Mentirinhas’, composta por mim e lançada no final do ano passado (2008), no disco caseiro Aos 28 Anos Dei Reset Na Minha Vida. Quem produziu esta nova versão foi Missionário José, nos estúdios da Jardel Music, tocando todos os instrumentos e fazendo um arranjo tão melancólico quanto voltar para a realidade depois de umas boas férias”. O produtor completa dizendo que a faixa “se destaca pelo aspecto Led Zeppelin do final“. Do outro lado da linha, o Bruno apresenta uma inédita da Ava Rocha, veja lá.

E amanhã tem mais.


Lulina – “Mentirinhas de Verão

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Clássico é clássico: Jimi Hendrix + Stevie Wonder

Jimi na guita, Stevie na batera.

Pesquei no Bruno.

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Quem quer ser meu amigo?

Esse Yearbook do Friends (que eu nem gosto, acho bobalhão) eu roubei do Bruno, que voltou do outro lado do mundo blogando com vontade, num ritmo que quase chega perto do meu – cola lá.

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Phoenix acústico

Bruno voltou das férias e já linkou esse EPzinho acústico do Phoenix. O set, curtinho, conta com oito faixas, quase todas do disco deles do ano passado, e encerra com “Sad Eyed Lady of The Lowlands”, do Dylan. Sente só.


Phoenix – “Sad Eyed Lady of The Lowlands

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Indie Crush Brasil

A Taís me puxou num canto pra me pedir ajuda e elencar alguns nomes que poderiam parar numa lista das personalidades apaixonantes da cena indie brasileira – e quando eu vi meu nome apareceu como “curador” da lista das musas (aposto que ela falou isso só pra garantir o retweet). Oh well… Além disso conheci o Dispensável da Mariana, que também ajudou a Taís na “curadoria”. Mas esclareço de cara que não tenho nada a ver com a inclusão da Mallu na lista (ela já estava) e fui eu que indeferi em favor da inclusão do Bruno, o mini-James Macavoy da Gávea, porque afinal de contas vocês sabem como eu sou corporativista. Foi o mesmo motivo que me fez escolher a Kátia – a única das escolhidas que eu posso dizer que conheço e velha conhecida de quem lê o Sujo – para ilustrar o post.

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Mallu Magalhães de biquini

O Mutli foi entrevistar a moça na gravação do primeiro clipe do novo disco lá em Floripa, mas quem teve a manha de colocar a foto dela de biquini foi o Marquinhos.

Semana que vem eu falo direito do novo disco dela. Mas já dou uma dica: se até o Bruno gostou

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