Vi na Malg.
“Ghost” é o nome de um média metragem (menos de 40 minutos) que Michael Jackson lançou em 1997, dirigido pelo mesmo John Landis de Thriller. A parte 1 tá aí em cima - a 2, 3 e 4 tão nestes links.
Se tem a ver? Er…
Falando nele, perca um tempo no saite dele, vale a pena:
É depois de amanhã, hein… Tou esperando.
Vai uma paranóia aí?
“Vamos assistir a um i-9/11. O que não necessariamente quer dizer que seja um ataque da Al-Qaeda. Significa que teremos um evento em que a instabilidade ou a insegurança da internet se tornará clara durante uma situação mal intencionada, que inspirará uma resposta do governo norte-americano. Vocês se lembram do Patriot Act, que foi cogitado logo após os ataques de 11 de setembro e que foi aprovado em menos de 20 dias. O Patriot Act é enorme e eu lembro de perguntar a um oficial do departamento de justiça como que eles escreveram uma série de leis tão rapidamente e a resposta foi que ele já estava pronto na gaveta do departamento de justiça nos últimos 20 anos, esperando só o momento certo para ser sacado e colocado em prática. Claro que o Patriot Act é cheio de várias maluquices sobre se os nossos direitos civis estão ou não protegidos e sugestões de mudanças. Então outro dia jantei com Richard Clarke e o perguntei se existiria um equivalente, um Patriot Act digital, prontinho para ser usado caso um evento de grandes proporções aconteça. Uma série de leis que transformaria radicalmente a forma como a internet funciona. E ele disse: ‘claro que há’”.
Isso é ninguém menos que Lawrence Lessig, capo do Creative Commons (e provável ministro da justiça americana numa eventual vitória de Barack Obama), falando sobre como os EUA podem complicar ainda mais nossa vida. Via Cardoso.
Mas o clima de conspiração não pára por aí… Hoje tem mais.
E por falar em conspiração, é claro que o Michael Phelps foi alvo de uma: o site 100th of a Second levanta a possibilidade do nadador estar a serviço das corporações, entre elas a marca de cronômetros Omega. Mas dá uma sacada nessa seqüência de fotos da Sports Illustrated (vale ver no próprio saite, se eu colar aqui perde o impacto) e vê se o cara não é sinistro (ou um robô :P)… Mas sinistro mesmo é ver seu nome sendo cotado para casar com a filha do Bush através da agência de notícias chinesa…
Primeiro, um guia (desses que tão circulando por email) pros gringos pronunciarem os nomes dos jogadores brasileiros. Valeu, Ju:
1 - Did Are
2 - Car Full
3 - Look See You
4 - Who One
5 - When Mear Son
6 - Who Bear To Car Loss
7 - Add Dream An No
8 - Car Car
9 - Who Now Do ( Few Now Mem No )
10 - Who Now Dream You Gay You Show
11 - Zero Bear To
12 - Who Jerry Scene
13 - See Seen You
14 - Crisis
15 - Lowis On
16 - G You Bear To
17 - June In You
18 - Mean Arrow
19 - G You Bear To Silver
20 - Rich Are Dream You
21 - Fried
22 - July Seissor
23 - Who Bean You
E depois, é uma conspiração oculta que diz que, não apenas o Brasil irá conquistar o hexa (sabia que pronuncia-se “Éza” e não “Éksa” - não lembra como se fala “hexágono”, não?) esse ano, como vai ficar cinco copas sem ganhar nada. Léo e Arnaldo que começaram esse papo, se liga na ordem dos campeões da Copa…
1930 - Uruguai
1934 - Itália
1938 - Itália
1950 - Uruguai
1954 - Alemanha
1958 - Brasil
1962 - Brasil
1966 - Inglaterra
1970 - Brasil
1974 - Alemanha
1978 - Argentina
1982 - Itália
1986 - Argentina
1990 - Alemanha
1994 - Brasil
1998 - França
2002 - Brasil
2006 - ?
Então pegue o ano de 1982 como centro e vá reparando na estranha coincidência que acontece à medida em que nos afastamos dele - as copas anterior e posterior a 82 são da Argentina, indo mais pra trás e pra frente as copas são da Alemanha (74 e 90), depois Brasil (70 e 94) e, a única não-coincidência acontece agora, quando em 66 e 98 os campeões são Inglaterra e França - mas, rá!, são times europeus que ganharam seu único título quando foram o país-sede. Por essa conta, a copa de 2006 equivale à de 58, que foi o primeiro título brasileiro. Ou seja, se ganhar essa, é a última!
Mas até parece: tá tudo se armando pra final ser Brasil e Alemanha (a melhor final em todos os sentidos - audiência, publicidade - talvez não em futebol) e comece a reparar a quantidade de matérias falando que o povo alemão é outro, renascido, bem-humorado, longe daquele estereótipo da eficácia e da seriedade, que se redescobriu no futebol, que apagou o fantasma do nazismo e o escambau. Enquanto o povo fala da China, a Alemanha se arreganha toda pro mercado e tá aí, prontinha pra vir (segunda maior economia do mundo, esqueceu?), só falta ganhar um élan de gentebonice aí fica fácil. E de onde virá essa cobertura de sorrisos?
Mas, pô, o Brasil podia jogar direito pelo menos algum joguinho, né?
McDonald’s e Maconha, Coca-Cola e cocaína.
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