Tag: copacabana club


quarta-feira, 23 de dezembro, 2009

As 300 melhores músicas dos anos 00: 256) Copacabana Club – “Just Do It”

Postado por Alexandre Matias às 18:01 | Sem comentários | Permalink

quarta-feira, 15 de julho, 2009

A vez da vocalista do Copacabana Club

Camila é a vocalista convidada de mais um cover feito pelo Pata, do Holger. Primeiro ele slackerizou o hit da banda de Curitiba, agora chama Cacá para um dueto, regravando “Reasons”, do Built to Spill. Sente só:


Pata e Camila - “Reasons

Postado por Alexandre Matias às 11:16 | 3 Comentários | Permalink

segunda-feira, 6 de julho, 2009

Vida Fodona #168: Começa devagarinho

Músicas novas do Arctic Monkeys e do Air, pencas de remixes, um cover e algumas citações e participações especiais. Ficou finíssimo, na buena.

Fleet Foxes - “Textbook Love”
Arctic Monkeys - “Crying Lighting”
Air - “Do the Joy”
Little Boots - “New in Town (Fred Falke Remix)”
VHS or Beta - “Disco Paradise”
Miami Horror - “Make You Mine”
N.A.S.A. - “Gifted (The Aston Shuffle Remix)”
Peter Bjorn & John - “It Don’t Move Me (The Knocks Remix)”
Martin Solveig - “Boys & Girls (feat. Dragonette)”
Blur - “Song 2 (Edu K Re-Edit)”
Yeah Yeah Yeahs - “Heads Will Roll (Passion Pit Remix)”
Silverchair - “Freak (Kissy Sell Out Klub Version)”
Phoenix - “Long Distant Call (Sebastian Tellier Remix)”
Friendly Fires - “Paris (Aeroplane vs. Au Revoir Simone Remix Computerclub Edit)”
Psilosamples - “Michael, Jesus and Me”
Pata - “Just Do It”

Chega mais.

Postado por Alexandre Matias às 23:46 | 1 Comentário | Permalink

quinta-feira, 2 de julho, 2009

Patacabana Club

Ficou jóia essa versão que o Pata, do Holger, fez para “Just Do It”, do Copacabana Club, dizaê.


Pata - “Just Do It

Postado por Alexandre Matias às 13:07 | 2 Comentários | Permalink

terça-feira, 2 de junho, 2009

Kanye <3 Brasil

Segunda vez que Kanye West repousa seu olhar, do nada, sobre o Brasil: depois de linkar o vídeo de “Just Do It” do Copacabana Club em seu blog, agora o escolhido foi o meu-querido João Brasil, pinçado no vídeo de uma trilha sonora de sucos - que tá repercutindo bem na gringa.

Postado por Alexandre Matias às 16:48 | Sem comentários | Permalink

terça-feira, 17 de março, 2009

Cinco vídeos para o meio da semana - 81


The Pains Of Being Pure At Heart - “Everything With You”


Copacabana Club - “Just Do It”


Bat for Lashes - “Daniel”


Jeff Mangum & Co.- “The Fool” & “Engine”


Phantom Band - “The Howling”

Postado por Alexandre Matias às 18:50 | 1 Comentário | Permalink

sexta-feira, 16 de janeiro, 2009

Indiegraça

Um blog de MP3 começa a rascunhar um quadro da primeira década do século no pop brasileiro



Existe um pop brasileiro dos anos 00 como houve em décadas anteriores, que pode ser visto como uma geração? Além das viúvas da MPB, das bandas intermináveis dos anos 80, dos jingles da TV vendidos como música e das sobras da axé music, do pagode e da música sertaneja, existe sim uma cena independente sólida, com protagonistas (e até antagonistas), escalões, referências, discos clássicos, shows históricos, momentos de catarse e modelos de negócios e gestão. Por mais que pareça estar às brechas do grande mercado, todo esse cenário se comunica, se freqüenta e se conhece a ponto de não serem mais encarados como movimentos esparsos e isolados. Pra mim é cada vez mais evidente que veremos, nos próximos dez anos, estas mesmas bandas que começaram a dar seus primeiros passos no século 21 fazendo a história da música brasileira e, aí é mais torcida minha, tirar o vínculo de pop com a adolescência que ainda existe no país.

Porque, não sei se você já percebeu, se você faz, ouve ou gosta de música pop depois dos, hmm, chutando…, 28 anos, no Brasil, é automaticamente rotulado de imaturo. Toda rebeldia juvenil e graça descartável que movem o melhor pop desde seu nascimento são usadas como forma de rebaixar o ouvinte como tendo um gosto musical infantil - e que isso pode ser refletido no resto de suas ações. O estereótipo do roqueiro velho sem ter onde cair morto é rogado em discussões de boteco como se fosse praga e inevitavelmente são evocadas a rudeza, a simplicidade, a selvageria e o ruído do gênero como forma de denegri-lo. Seu interlocutor provavelmente se considera um “amante da boa música” e desfila discos de jazz e MPB como se exibisse vinhos, gravatas, charutos - enquanto você sabe muito bem o que ele poderia fazer com esse charuto.

É claro que esse elitismo chinfrim do “bom gosto adulto” existe fora do Brasil, mas aqui ele atende pela singela sigla de MPB. O “gênero”, inventado nos anos 70, é responsável por engessar a expansão de consciência da música brasileira entre o virtuosismo jazzista e o formato voz e violão, tratando a bossa nova como se fosse o segundo sopro de Deus. A partir dali, qualquer manifestação fora deste formato era visto como “primitiva” e “rústica”. Se ainda lembramos que, nos tempos da ditadura, a MPB era a trilha sonora de uma geração que se opunha fortemente à “dominação cultural” dos Estados Unidos, o pop ainda era rotulado de “produto capitalista” e “alienante”. E tome aspas.

Ou seja: ou você faz música pop ou você faz MPB. Ou faz música descartável, desimportante, de fácil aceitação mas de difícil retenção ou deixará seu legado para a história. Papo furado. Quem acompanha a produção musical brasileira sabe que o som que menos tem importância - e que é mais facilmente aceito - hoje em dia é a própria MPB. A onipresença de cantores de barzinho inclusive nas paradas de sucesso (afinal de contas, o que são artistas como Seu Jorge, Ana Carolina ou Jorge Vercilo?) é só a ponta do iceberg deste problema chamado MPB - se formos além, perceberemos que o número de combinações de regravações, parcerias e discos ao vivo é finito e teremos uma geração inteira que cresceu ouvindo mais músicas regravadas do que compostas em sua época.

Por outro lado, onde ouvir essa tal produção musical pop brasileira que eu digo que é tão madura e sofisticada quanto a MPB? Primeiro: ela não é tão madura e sofisticada quanto a MPB - nem sequer aspira a isso. Essa geração dos anos 00 junta dois aspectos do pop produzido na década anterior - a vontade de experimentar com todo os generos musicais que reuniam em um denominador comum bandas tão diferentes como Chico Science & Nação Zumbi, Raimundos, Skank, Planet Hemp e Graforréia Xilarmônica e a tentativa romântica e heróica de criar um mercado independente na marra que unia selos e bandas com nomes e refrões em inglês. Esse segundo ponto especificamente foi crucial na consolidação de um pop em caráter nacional graças à forma como esta cena abraçou a internet. Se muita gente ainda se empolga ao descobrir o funcionamento de redes sociais como o MySpace, saiba que a raiz disso já acontecia no Brasil há mais de dez anos - incluindo aí até a troca de MP3.

O que nos leva ao assunto que deu origem a todo esse meu blábláblá - o blog Freak To Rock You, que reúne apenas discos do pop dos anos 00 para download gratuito. Com uma longa carta de intenções em forma de um disclaimer, os quatro autores - que também tocam outro blog de discos em MP3, o Glamourous Indie Rock’n'Roll - pintam uma paisagem que claramente valida o que eu disse no primeiro parágrafo, tirando toda interferência do caminho. E assim, resgatam discos que nem sequer existem mais - pois saíram com tiragem pequena, foram lançados de forma caseira ou foi material retirado da internet - e os colocam ao lado de discos que muita gente só ouviu falar de seu lançamento, mas nunca pode ouvi-lo de fato.

Está tudo lá, desde nomes que freqüentam o mainstream (Nação Zumbi, Pitty, Los Hermanos e Cansei de Ser Sexy), a outros que já estão estabelecidos neste mercado independente (como Jumbo Elektro, Mombojó, Cascadura, Superguidis, Móveis Coloniais de Acaju, Vanguart, Gram, Lucy & the Popsonics, Cachorro Grande, Júpiter Maçã e Ludov), diversos coadjuvantes esforçados e até uns EPs, como o King of the Night do Copacabana Club, o Pra Onde Voam Os Ventiladores de Teto no Inverno? do Bidê ou Balde, o Onda Mortal do Cansei (com os mashups tocados ao vivo, hits dance mal-tocados e uma versão inacreditável pra “Humanos” do Tókyo) e um “fan pack” da Mallu Magalhães, com músicas que ela gravou antes de lançar o disco (além de “10 fotos em HD” - uia). Dá até pra tentar adivinhar o gosto de cada um dos quatro a partir de seus posts (me corrijam se eu estiver errado): o Henrique é mais completista indie um tanto conservador, a Hay curte o som quando dá pra dar uma dançadinha, o Lucas é mais pop e curte canções e o мaяv é o gaúcho da história.

Pode até ter alguém que chie para tirar seu disco do blog (eu bem que queria saber quem…), mas é como pedir para sair de uma foto oficial da década, que já está quase chegando à sua pose final. Olha a responsa, hein!

Postado por Alexandre Matias às 14:59 | 3 Comentários | Permalink

quarta-feira, 10 de dezembro, 2008

Vida Fodona #136: Melhores de 2008 (parte 1)

Acompanhando a retrospectiva que venho fazendo no Trabalho Sujo, vamos dar nomes aos bois e ouvir o que de melhor rolou no ano que termina. Essa é a parte 1, que vai do número 50 ao 43, tanto na categoria melhores músicas quanto melhores discos. Simbora!

Black Angels - “Never Ever”
Wale - “The Kramer”
Katy Perry - “I Kissed a Girl”
Weezer - “Pork & Beans”
Copacabana Club - “Just Do It”
La Pupuña - “Speak to Me/Breathe”
Lil Mama (feat. Chris Brown & T-Pain) - “Shawty Get Loose (Don Zee Remix)”
Robyn - “Cobrastyle”
David Byrne e Brian Eno - “Strange Overtones”
Santogold - “Creator”
A-Trak - “Say Whoa (Megamix)”
Hercules & Love Affair - “True False, Fake Real”
SNJ - “Se Tu Lutas, Tu Conquistas”
Racionais MCs - “Vida Loka”
Pipodélica - “Hora H”
Mallu Magalhães - “Tchubaruba”

Simbora!

Postado por Alexandre Matias às 16:43 | 5 Comentários | Permalink

domingo, 7 de dezembro, 2008

Vida Fodona #135: Never Stops

Tá explicado porque o Vida Fodona da semana passada não saiu na quarta-feira: na linha do #110, em que dei uma geral no primeiro semestre de 2008, esse #135 faz a rapa na produção e lançamentos da segunda metade do ano (tem coisa lançada no primeiro semestre, mas que só fui ouvir depois). E sem apresentação, falatório ou comentários sobre as faixas - agora é só música. Vai fundo:

Last Shadow Puppets - “The Time Has Come Again”
Lambchop - “National Talk Like a Pirate Day”
Silver Jews - “Suffering Jukebox”
Peter Bjorn & John - “Needles and Pills”
3 na Massa & Pitty - “Lágrimas Pretas”
Panda Riot - “Paper Planes”
Van She - “Kelly”
Copacabana Club - “Just Do It”
Mickey Gang - “I Was Born in the 90s”
Friendly Fires - “Paris”
Metronomy - “A Thing for Me”
Santogold - “Say Aha”
Killers - “Losing Touch”
Rubies - “A Room Without A Key (Studio Version)”
David Byrne & Brian Eno - “Strange Overtones”
Xis & KL Jay - “Bem Pior”
Justice - “Stress”
Bomb the Bass (feat. Fujiya & Miyagi) - “Butterfingers”
Ruído/mm - “Sanfona”
Guizado - “Der Golem”
Teenagers - “Streets of Paris”
TV on the Radio - “Golden Age”
Britney Spears - “Phonography”
Primary 5 - “Lost and Confused”
Cure - “Scream”
Nomo - “Three Shades”
Deerhunter - “Never Stops”
Little Joy - “Keep Me in Mind”
Benji Hughes - “The Mummy”
Cat Power - “I’ve Been Loving You Too Long (To Stop Now)”
Nancy - “Keep Cooler (Born Rufians Remix)”
Fleet Foxes - “Tiger Mountain Peasant Song”

Por aqui.

Postado por Alexandre Matias às 22:16 | 1 Comentário | Permalink

Link Eldorado - 7 de dezembro de 2008

No programa de hoje, falamos sobre compras para o Natal - netbooks, celulares e compras online -, além do Power.com, de um papo com o criador do Twitter e outro com Michel Gondry. No som, ouvimos João Bosco com Ângela Maria, Copacabana Club, Lily Allen, João Bosco e Benji Hughes. O Link Eldorado vai ao ar todo domingo, na rádio Eldorado de São Paulo, às 21h.

Postado por Alexandre Matias às 21:32 | Sem comentários | Permalink

sábado, 6 de dezembro, 2008

As 50 melhores músicas de 2008: 47) Copacabana Club - “Just Do It”

Parece que o gostinho do sucesso que o Bonde do Rolê provou no vácuo da ebulição do Cansei de Ser Sexy fez bem ao pop curitibano. A capital paranaense aos poucos conseguiu produzir artistas que fogem de estereótipos rock - seja hardcore, indie ou clássico - e da cara séria quase sempre associados à cena local. E é aí que o Copacana Club acerta - com um hit nascido essencialmente pop. Mesmo mal gravado (cadê o baixo? E essa guitarra que parece banda carioca dos anos 80 tentando tocar funk dos anos 70?), “Just Do It” - uma pérola que se destaca em seu elementar EP de estréia, King of the Night - contém os elementos que separam uma banda aspirante de uma promissora e mesmo à sombra da nova dance music dos anos 00, o quinteto tem mais cara de banda de rock convidando dançar do que de projeto nascido para a pista de dança. E assim, soam inevitavelmente new wave. Precisam, no entanto, de mais corpo instrumental para acompanhar o carisma indie que a vocalista Camila Cornelsen esbanja. Isso é questão de tempo - mas quem sabe um remix não pode dar uma mãozinha? (Dois integrantes da banda vieram me avisar que a versão que eu havia postado não tava valendo - então segue a versão do MySpace, que é mesmo bem melhor.)


47) Copacabana Club - “Just Do It (demo)


47) Copacabana Club - “Just Do It

Postado por Alexandre Matias às 14:19 | 5 Comentários | Permalink

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