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“Bohemian Rhapsody” no carro com umas gatas

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A cena de Quanto Mais Idiota Melhor em que Wayne, Garth e amigos cantam “Bohemian Rhapsody” já pode ser considerada um clássico quase à altura da própria “Bohemian Rhapsody”. O trio australiano SketchShe deu sua versão para a cena e eu tenho que compartilhar aqui.

Nos tempos do metal farofa

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Imagine que uma banda resolveu gravar o hit “You’re the One That I Want” que consagra o clássico retrô Nos Tempos da Brilhantina com um dueto entre John Travolta e Olivia Newton-John – só que numa versão metal. Metal farofa. Agora pare de imaginar e aperte o play no vídeo:

Não custa lembrar que a Tragedy, a banda autora dessa pérola, se autodenomina como sendo “uma banda que faz cover metal de Bee Gees e além” – e seu primeiro hit (de 2007!) é nada menos que essa inacreditável versão para “Stayin’ Alive”.

Rola uma obsessão com o Travolta…

Groove is in the Roots

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A loja de departamentos norte-americana Target chamou dois Roots – Black Thought e ?uestlove – pra recriar o clássico “Groove is in the Heart” do Deee-lite pra sua mais nova campanha publicitária. E a dupla chamou Charli XCX pra assumir os vocais. A versão é bem correta – até demais -, mas a música é boa demais pra passar despercebida.

Stephen Malkmus ♥ Taylor Swift

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O homem Pavement vive dizendo em entrevistas que acompanha a música pop atual através do gosto dos filhos. Por isso não é de se estranhar que Stephen Malkmus tenha convencido seus Jicks a tocar uma das melhores músicas do ano passado, a cortante “Blank Space”, da Taylor Swift, em um evento para crianças na cidade em que mora atualmente, em Portland. Al

Underworld ♥ Frankie Knuckles

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Em memória do primeiro após a morte de um dos pais da house music Frankie Knucles, o grupo Underworld se juntou à dupla de DJs Heller & Farley para recriar em laboratório “Baby Wants to Ride”, um dos marcos zeros do gênero. A versão ficou bem mais enxuta (e menos escancarada) que a original, mas funcionou bem. E foi lançada para arrecadar fundos para o Fundo Frankie Knuckles, que faz parte da Elton John AIDS Foundation. Dá pra comprar o vinil ou a versão digital da música aqui.

Foo Fighters ♥ Rush

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Parei de me interessar pelos Foo Fighters entre o segundo e o terceiro disco deles. Não é que sejam uma banda ruim, só acho que se tornaram uma versão açucarada (demais) do power pop promissor de seus dois primeiros discos, caindo em uma lacuna entre o rock de arena e o emo que inevitavelmente carregariam milhões de pessoas dispostas a berrar seus refrões. Mas não tenho como não achar inspiradora a figura de David Grohl, didaticamente ensinando aos seus fãs o prazer de se ouvir rock. O triste dessa história é o cara ter que explicar isso, mas dá pra entender perfeitamente sua cruzada pessoal nesses tempos coxinha que vivemos. E ela inclui o bom e velho minisset de covers no meio do show – e no show do Rio na semana passada eles tocaram sua versão xerox (solos idênticos e tudo) para “Tom Sawyer”, do Rush, aquela banda que eternamente será o antônimo de cool:

É muita moral tocar Rush em qualquer época, dizaê.