Arquivo: crianca ’
11 de maio de 2011 às 20h45
Aos três anos, no volante de uma escavadeira
Ah, que época maravilhosa de se viver…
11 de maio de 2011 às 9h24
Indies antes da fama
Post roubado do Stereogum quase todo, na caruda, em que o site compila vídeos de personalidades da cena indie atual nos tempos em que eles ainda estavam tentando um lugar ao sol.
O curta acima é o fatídico Vampire Weekend, filme adolescente feito por Ezra Koenig muitos anos antes de ele ter a idéia de batizar sua banda com o título de seu filme teen de terror.
Depois, Robin Pecknold, bem antes dos Fleet Foxes, manda um cover de Radiohead com um amigo.
Alexis Krauss, hoje no Sleigh Bells, aparece rapidamente nesse comercial da revista do Nickelodeon (ela aparece lendo a revista aos 0m07s e 0m14s).
E o Dan Rossen, hoje no Grizzly Bear e no Department of Eagles, encarnando Elvis aos cinco anos de idade?
E que tal o Arcade Fire, em 2002, tocando no apartamento de um amigo da banda?
Tem também o Ben Gibbard, do Death Cab For Cutie, há quase vinte anos, mandando um Sex Pistols.
O MGMT ainda assinava The Management quando gravou esse cover de Talking Heads.
E aqui temos a Robyn com… 13 anos!
E a Feist que, anos antes de assumir o indiesmo, flertava com, er, electro e fez figuração num clipe da Peaches alisando uma bicicleta?
E a menina de vestido azul nesse comercial de pizzaria é ninguém menos que a Bethany Cosentino, do Best Coast.
Será que tem desses vídeos com artistas brasileiros?
3 de maio de 2011 às 22h57
“Tu bem que queria ter meu metabolismo para comer isso”
Esse cardápio me lembrou das minhas noites assistindo Domingo Maior no final dos anos 80 com meus irmãos mais novos.
28 de abril de 2011 às 13h16
Larica dos Mulekes
“I believe the children are our future…”
13 de abril de 2011 às 11h48
“Ajoelhe-se ante seu mestre”
11 de abril de 2011 às 10h36
Psicologia infantil e cultura pop
Que tal usar a tática Pernalonga para convencer seu filho ou sobrinho?
…e se o caso for choro ininterrupto, uma boa saída é o death metal norueguês:
E ainda há quem use as táticas da vovó.
8 de abril de 2011 às 15h50
12 crianças mortas com tiros na cabeça
Daí, segue um vídeo ou entrevista em texto com um pesquisador em educação ou violência e um jornalista procurando um padrão em um caso que é, claramente, uma exceção bizarra. É fora da curva, gente. Não adianta tentar analisar a situação como um fenômeno social, não é. O assassino era doente mental, fez uma barbaridade, mas felizmente é uma exceção. Certamente, não é com esse tipo de violência em escolas que devemos nos preocupar – a violência que acontece em colégios como padrão é outra, uma que de tanto a gente ler por aí nem é mais notícia.
Aí tem sempre alguém culpando o fato de o Wellington ter conseguido entrar na escola sem ser funcionário ou professor, e esquecendo que a escola é um espaço público, comunitário, e que o ponto não é ele ter entrado ou não na escola – afinal, ele é ex-aluno, provavelmente conseguiria entrar de um modo ou de outro. No entanto, ninguém questiona o fato de que o problema é ele entrar na escola ARMADO COM TRÊS PISTOLAS E MUNIÇÃO PRA MATAR TRÊS CRIANÇAS.
Ontem, tínhamos elementos até humorísticos na cobertura. Na Record, parece, rolou um GC (gerador de caracteres, aquela faixa que vai embaixo da tela explicando o que tá acontecendo) escrito URGENTE: DILMA CHORA.
À distância (ela tá na Holanda), Ana consegue observar alguns detalhes de como a tragédia que aconteceu no Rio de Janeiro está sendo coberta por aqui. O slideshow acima eu tirei do blog Coluna Extra.






Profissão: autobiógrafo.


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