13 de janeiro de 2012 às 17h19
“The Great Gig in the Sky”, do Pink Floyd x Skrik, do Edvard Munch
Psicodelia pesada e o sentido da morte.
Psicodelia pesada e o sentido da morte.
E como parte da campanha de lançamento da série de reedições Why Pink Floyd?, o grupo inglês está transmitindo, de hora em hora em seu canal do YouTube, a íntegra do show que fez no estádio de Wembley, em Londres, quando tocaram todo o Dark Side of the Moon, em 1974. Dica do P2P.
Um clássico revisitado, mastigadinho pra quem nunca viu. Aperte play, apague a luz, clique em fullscreen e boa viagem…
O site NextMovie aproveitou a onda do último filme do Harry Potter e redesenhou capas de discos clássicos com os personagens da série.

Tem mais lá.
The Record Books é um projeto do designer See Gee e é autoexplicativo, não? Tem muito mais lá no set do Flickr dele.
O designer Brock Davis pegou oito pacotes de Doritos diferentes e recriou o clássico Dark Side of the Moon só com embalagens do salgadinho. Em seu Flickr ele mostra que cor é referente a que tipo de sabor, para quem quiser recriar sua obra em casa.
Mais uma do Frogman. Neguinho podia fazer algo com o In Rainbows e o Double Rainbow, isso sim.
O designer Ty Lettau segue a tendência de revisitar ícones pop através de um design minimalista e lança uma série de capas de discos reimaginadas. Algumas são ótimas, outras nem tanto – e dá para sacar pelo gosto musical do sujeito, que, além dos clássicos daí de cima, também recriou discos palhas de bandas como Mötley Crüe, Coldplay e Alice in Chains, veja lá em seu Flickr. Vi no Merigo.
Calma, não é isso que você está pensando: é só uma ação publicitária desenvolvida pela produtora inglesa Cake para trazer para fora do papel a icônica capa do melhor disco do Pink Floyd pós-Syd Barrett (mas tem o Meddle o Obscured by Clouds no meio… Ah, Pink Floyd…). Abaixo segue como os caras fizeram o prisma funcionar de verdade fora do espaço preto bolado pelo estúdio de design Hypgnosis.
É, lenda velha, já até tinha postado no Sujo, mas os vídeos saíram do ar e com o gancho dos Flaming Lips, resolvi repostar. Mas você sabia que o Dark Side of the Moon pode funcionar como trilha sonora para o Mágico de Oz? Antigamente, pra ver isso, tinha que fazer altos malabarismos com o vídeocassete e o CD player, mas em tempos do YouTube, é só dar o play (se bem que os dois vídeos que eu achei – aí embaixo – só podem ser vistos no próprio YouTuba).
Só achei essas duas cenas, se alguém arrumar link pro filme todo, avisaê.
Ouviram a versão do Dark Side of the Moon feita pelos Flaming Lips? Quando vi que tinha o Henry Rollins e a Peaches no meio da história, assustei, mas depois de ouvir, acho que é fácil melhor do que o disco novo deles, o Embryonic…
Flaming Lips + Henry Rollins + Peaches – “The Great Gig in the Sky“
Lembram quando Belém ia ser a nova Recife? Essa releitura feita ao clássico do Pink Floyd é um bom exemplo de como estão as coisas na capital paraense em termos de música pop: sim, já existe um panteão de novos artistas pronto para invadir o resto do país, mas falta o motivo. Afinal, nem reler Dark Side of the Moon é uma idéia original, embora a idéia pareça mais ter ares de fanatismo pelo grupo inglês (daí a minúcia na produção) do que pegar carona no sucesso do Dub Side of the Moon. Charque Side of the Moon, no entanto, passa fácil pelo obstáculo da originalidade da proposta e apresenta uma visita ciente das diversas nuances contidas na terceira obra-prima do quarteto sem Syd Barrett, a primeira a ter reconhecimento comercial, muito mais os reggaeiros do Easy Star All-Stars. E isso percebe-se nos detalhes: na gargalhada de Fafá de Belém em “Brain Damage” ou nos sinos da igreja de Nazaré e na percussão de um grupo de carimbó em “Time”, que ajudam a compor a paisagem local, habitada pelos protagonistas da geração anos 00 – a vocalista do Madame Saatan, Sammliz, canta “Time”, enquanto a vocalista tecnobrega Gaby Amarantos assume o solo clássico de “The Great Gig in the Sky”. A banda Cravo Carbono e o Mestre Vieira, um dos Mestres das Guitarradas, também batem cartão no disco, que é conduzido pelo guitarrista do La Pupuña Luiz Félix e seu compadre de estúdio Fabrício Jomar. O disco é uma obra de estúdio e, ao reunir a elite da música pop paraense atual e a recriar num cenário ao mesmo tempo clássico e local, a dupla de produtores cria uma obra que funciona como um retrato da cena pop em Belém, hoje madura musicalmente o suficiente para produzir um disco sofisticado como esse, mas ao mesmo tempo sem saber como atingir o resto do Brasil – ou o mercado exterior – a partir das próprias obras. Não que estejam no rumo errado (pelo contrário), Charque Side of the Moon soa como um momento de reflexão.
49) Charque Side of the Moon
La Pupuña e Gaby Amarantos – “The Great Gig in the Sky“
"Even science fiction is now very far behind what's actually happening." - Marshall McLuhan. Desde 1995
Profissão: autobiógrafo.
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alexandrematias [@] gmail.com


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