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Arquivo: dark side of the moon

Dark Side of the Moon 3D

Calma, não é isso que você está pensando: é só uma ação publicitária desenvolvida pela produtora inglesa Cake para trazer para fora do papel a icônica capa do melhor disco do Pink Floyd pós-Syd Barrett (mas tem o Meddle o Obscured by Clouds no meio… Ah, Pink Floyd…). Abaixo segue como os caras fizeram o prisma funcionar de verdade fora do espaço preto bolado pelo estúdio de design Hypgnosis.

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The Dark Side of the Rainbow

É, lenda velha, já até tinha postado no Sujo, mas os vídeos saíram do ar e com o gancho dos Flaming Lips, resolvi repostar. Mas você sabia que o Dark Side of the Moon pode funcionar como trilha sonora para o Mágico de Oz? Antigamente, pra ver isso, tinha que fazer altos malabarismos com o vídeocassete e o CD player, mas em tempos do YouTube, é só dar o play (se bem que os dois vídeos que eu achei – aí embaixo – só podem ser vistos no próprio YouTuba).

Só achei essas duas cenas, se alguém arrumar link pro filme todo, avisaê.

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E por falar em Pink Floyd…

Ouviram a versão do Dark Side of the Moon feita pelos Flaming Lips? Quando vi que tinha o Henry Rollins e a Peaches no meio da história, assustei, mas depois de ouvir, acho que é fácil melhor do que o disco novo deles, o Embryonic…


Flaming Lips + Henry Rollins + Peaches – “The Great Gig in the Sky

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4:20

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“That’s No Moon”

Entendeu? ThatsNoMoon!

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Os 50 melhores discos de 2008: 49) Charque Side of the Moon

Lembram quando Belém ia ser a nova Recife? Essa releitura feita ao clássico do Pink Floyd é um bom exemplo de como estão as coisas na capital paraense em termos de música pop: sim, já existe um panteão de novos artistas pronto para invadir o resto do país, mas falta o motivo. Afinal, nem reler Dark Side of the Moon é uma idéia original, embora a idéia pareça mais ter ares de fanatismo pelo grupo inglês (daí a minúcia na produção) do que pegar carona no sucesso do Dub Side of the Moon. Charque Side of the Moon, no entanto, passa fácil pelo obstáculo da originalidade da proposta e apresenta uma visita ciente das diversas nuances contidas na terceira obra-prima do quarteto sem Syd Barrett, a primeira a ter reconhecimento comercial, muito mais os reggaeiros do Easy Star All-Stars. E isso percebe-se nos detalhes: na gargalhada de Fafá de Belém em “Brain Damage” ou nos sinos da igreja de Nazaré e na percussão de um grupo de carimbó em “Time”, que ajudam a compor a paisagem local, habitada pelos protagonistas da geração anos 00 – a vocalista do Madame Saatan, Sammliz, canta “Time”, enquanto a vocalista tecnobrega Gaby Amarantos assume o solo clássico de “The Great Gig in the Sky”. A banda Cravo Carbono e o Mestre Vieira, um dos Mestres das Guitarradas, também batem cartão no disco, que é conduzido pelo guitarrista do La Pupuña Luiz Félix e seu compadre de estúdio Fabrício Jomar. O disco é uma obra de estúdio e, ao reunir a elite da música pop paraense atual e a recriar num cenário ao mesmo tempo clássico e local, a dupla de produtores cria uma obra que funciona como um retrato da cena pop em Belém, hoje madura musicalmente o suficiente para produzir um disco sofisticado como esse, mas ao mesmo tempo sem saber como atingir o resto do Brasil – ou o mercado exterior – a partir das próprias obras. Não que estejam no rumo errado (pelo contrário), Charque Side of the Moon soa como um momento de reflexão.

49) Charque Side of the Moon

La Pupuña e Gaby Amarantos – “The Great Gig in the Sky

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Uma sexta-feira, um mashup

Pink Floyd com The Wiz, pra começar bem a sexta.

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Encerrando a manhã Skywalker

E esse wallpaper que é um mashup e um trocadilho ao mesmo tempo? Peguei no Neatorama.

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