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Arquivo: funk carioca

O “Corpo Nu” de Felipe Dylon

É pior do que você pensa: Dylon se enveredando pelo funk carioca, pisando num clássico do gênero.


Felipe Dylon – “Corpo Nu (MP3)

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Tom Zé, “Atoladinha” e uma pequena aula de música e história

Deixa o Jô fazendo as piadas dele e acompanha o raciocínio do mestre:

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Vuco Vuco Remix

Até que demorou pra fazerem isso com o moleque do suco. Ainda tá cru, pode melhorar, mas tá aí…

Vi no Bobagento.

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Vuco vuco

“Ela chegou lá em casa…”

Ê, Brasil!

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Todo suíngue

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O funk do hino nacional

A notícia é velha, mas tá valendo.

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Enquanto isso, no Brasil…

WTF ao cubo. Cortesia do Murilo.

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Lacraia (1977-2011)

Via O Dia.

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Larica dos Mulekes

“I believe the children are our future…”

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Algo em comum com a Sandy

Como ela, eu também não gosto de cerva (mas “bebidas docinhas” é dose…). Mas e daí? Há todo um mundo publicitário abrindo-se à sua frente, veja só:

Com o corpo cheio de espuma após balançar freneticamente os quadris num baile funk da Furacão 2000, Sandy desceu da gaiola das popozudas e subiu ao palco para entoar “Bonde do Mengão Sem Freio”. Em seguida, entoou clássicos como “Tem que ter uma amante”, “Chatuba de Mesquita”, “69 Frango Assado” e “Soca Tcheca”. Na saída, anunciou que nunca mais fará um coraçãozinho com as mãos e, a partir de agora, adicionará uma letra ao seu nome artístico.

Via Piauí. A foto eu tirei do Extra. Worlds collide.

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Thom Yorke xereta

E essa então? É do Tomás, sensacional.

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Tropa Erudita

Quando o funk carioca colide com a música tradicional, ninguém sai ileso.

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Einseinstein break

Cortesia da Dunia.

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Impressão digital #0031

E a minha coluna de domingo no Caderno 2 foi sobre funk carioca e Grand Theft Auto.

Justiça global
Um funk carioca no GTA

No início da semana passada, a 3ª Vara Cível de Barueri, em São Paulo, decidiu que as vendas da versão de um dos games mais populares do mundo, o polêmico Grand Theft Auto (GTA), deveriam ser suspensas em todo o planeta. A decisão foi tomada após a acusação de que uma música usada como trilha sonora da expansão Episodes from Sin City, o funk carioca Bota o Dedinho pro Alto, não tinha autorização para ser usada no jogo.

A desenvolvedora do jogo, a nova-iorquina Rockstar, já se manifestou dizendo que ainda não foi notificada sobre o ocorrido, mas que assim que isso aconteçer, irá recorrer. A empresa diz que obteve a autorização para usar a música, mas a assinatura no contrato de cessão de direitos autorais não bate com a de seu autor, que recorreu à Justiça para suspender a comercialização do jogo, bem como para exigir uma indenização financeira.

O episódio ilustra bem como ainda estamos na infância de um mundo inteiramente conectado, graças à internet. Anos atrás, dificilmente um jogo global incluiria uma música brasileira que não fosse licenciada por uma gravadora multinacional. Mas, graças à rede, os criadores do jogo não apenas puderam conhecer o funk carioca como pedir a autorização para seu uso. Da mesma forma, a suspensão de um produto de alcance global a pedido da justiça de um país que não fosse seu produtor – ainda mais de um game – seria apenas risível.

Não mais. As duas situações – o funk carioca em um videogame e a decisão judicial brasileira – fazem parte de um novo cenário mundial que desrespeita fronteiras geográficas por definição. E, com isso, legislações nacionais vão ficando obsoletas, ultrapassadas ou conflitantes. Resta saber se chegaremos a um consenso – e se este consenso será uma constituição planetária. Mas, por enquanto, isto é apenas especulação.

Bilu!
O alienígena da voz fininha
Uma reportagem feita com um suposto alienígena no interior de Minas Gerais tornou-se uma das sensações da internet brasileira. Com uma vozinha ridícula em português, o “ET”, autodenominado “Bilu” (sério) é questionado se tem alguma mensagem para nós. Sua resposta já pode ser considerada um clássico de 2010: “Apenas que… busquem conhecimento”.

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Xxzinho

André Paste só botou um verniz funk de leve sob “VCR” pra deixar o hit do Xx com uma outra cara…


Xx – “VCR (Baile Funk Remix)

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