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Meus dois centavos sobre o Google Buzz…
Lembra de quando o Google apareceu? Seu visual clean mostrava que não eram necessários todos aqueles links e diretórios – característicos do Yahoo, o grande mecanismo de busca dos anos 90 – em uma página dedicada apenas a procuras feitas online. A solução do Google era um ovo de Colombo: só com um campo de busca sob um logo colorido, ele relembrava a todos que menos era mais.
Lembra de quando o Facebook apareceu? Seu visual clean mostrava que uma rede social não precisava parecer uma penteadeira de madame (o MySpace) nem uma sala de pré-escola (o Orkut). A solução do Facebook foi arquitetônica nos dois sentidos: ao oferecer um ambiente em que se deve reter o público-alvo, o site apresentava-se agradável, organizado, hierárquico, cool. Tanto sua arquitetura de informação quanto seu acabamento visual têm exatamente o mesmo peso. O site deve ser fácil de ser entendido, utilizado e percorrido, além de, por que não, agradável.
Eis os dois gigantes da internet hoje em dia. E agora, ao lançar um serviço de mensagens instantâneas muito parecido com o Twitter integrado ao seu e-mail, o Google tenta se reinventar de olho em tempos mais – para usar uma palavrinha da moda– “sociais”.
Em outras palavras, assumiu que o Facebook – a maior rede social do mundo – é seu principal rival.
Mas entre o Buzz e uma rede social envolvendo todos os serviços e produtos Google, há um longo caminho. O serviço recém-lançado, no entanto, não é o primeiro flerte do gigante rumo a uma plataforma mais social. O YouTube e o seus Maps já têm elementos de rede social, seu Reader permite compartilhamento de conteúdo. Mas foi com o Buzz que o Google assumiu que quer mudar sua natureza.
Eis o problema central: o Facebook sempre foi uma rede social. É um ambiente murado, em que todos que querem estar ali concordam em ficar apenas ali. Já o Google é o oposto disso. Começou como uma porta de entrada para a internet e está aos poucos crescendo um muro ao redor dela. E se, para usar o Google, for preciso estar dentro destas paredes, muita gente vai pular fora.
Isso fora a questão da interface, que ainda é bisonha – confusa, feia, sem hierarquia, quase aleatória. Parece um rascunho do Google Wave. Não seria o caso de o Google lembrar de como era quando começou?
• Google e Facebook fazem tudo pelo social • Conheça o Google Buzz • Facebook de cara nova • O brasileiro do Google Buzz • Um erra onde o outro acerta • Há smartphones que têm mais cara de ‘dumbphone’ • Novidades móveis em Barcelona • Usabilidade garante sobrevida de netbook • ‘Bioshock 2’ mete mais medo que o primeiro • Parem tudo! ‘No More Heroes 2’ voltou pesado • ‘Flattr quer contornar a necessidade de pirataria’ • O Google quer entrar no meio da sua conversa • Financiamento esvazia lan houses • 50 milhões hipnotizados por Bejeweled • Cem pessoas querem Orkut Ouro • Biblioteca Britânica de graça no Kindle • Vida Digital: Jason Rohrer •
• Uma crise diplomática no e-mail de Tenzin • A maior população online do mundo • Nova classe média chinesa impulsiona mudanças sociais e políticas no país • Produtos originais Made in China • Um ‘Super Kindle’ para fazer frente ao iPad • E-readers são forçados a mudar • Por enquanto, cliente perde com a disputa • Filme sobre torrent feito para a internet • Google x Apple x Adobe x Microsoft: é o HTML 5 • A volta do sapo: ‘Zuma’s Revenge’ • Ovi Mapas transforma celular Nokia em navegador GPS • Notebook para jogadores discretos • Kindle alternativo é caro pelo que é • Remake de MSX tem sabor retrô • Adeus extensão misteriosa • LG com Android é simplesinho • Adolescentes não gostam mais de blogs • Engadget suspende área de comentários • Skype lança versão para iPhone 3G • ‘Prince of Persia’ chega aos cinemas em maio • ‘Planet Telex’ • Vida Digital: Emicida •
Sábias palavras linkadas via blog da Ana.
• 20 jogos nota 10 • Games com tudo para ser nota 10 • ‘Link’ estreia novos site e blogs • Estadão na Campus Party • Infografistas do ‘Link’ apresentam projeto • A importância de um evento de tecnologia • Ameaçado, Google negocia permanência na China • Quarta tem anúncio da Apple: é o tablet? • As melhores maneiras de conversar • Vida Digital: Scott Goodstein e Peter Giangreco •
Materinha de apresentação da edição do Link de hoje.
2010: de zero a cem em onze dias
Ninguém poderia prever. Mas a década mal havia começado e uma notícia pegou todos de surpresa. Um gigante online entrava com tudo num mercado tradicional pagando bilhões de dólares. Quando a America Online anunciou a compra do grupo Time Warner por US$ 164 bi no dia 10 de janeiro de 2000, há exatos dez anos e um dia, o mundo parou para discutir a importância daquilo que parecia ser apenas uma novidade da década anterior e que, ano recém-começado, dava pistas de que deixava de ser uma rede de contatos entre adolescentes, tecnófilos e acadêmicos para mexer de forma agressiva no resto do mundo.
2010 não começou com um único anúncio bilionário, mas com várias notícias de diversas áreas distintas que sacramentam a importância assumida pelo mundo digital. A começar pela maior feira de tecnologia do mundo, a Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas, que em todo janeiro, desde 1967, apresenta produtos e tendências que irão dominar o ano. Se em 2009, a feira foi abalada pelas notícias da crise econômica mundial, em 2010 ela já prometia a recuperação do mercado de tecnologia.
Se fossem só as novidades da CES 2010, já teríamos motivo para começar o ano com boas notícias: TVs e carros que acessam a internet, entretenimento doméstico incorporando o 3D, novas marcas se estabelecendo no mercado, computadores cada vez menores e integrando funções de outros aparelhos, tecnologia “vestível”, rivais para o Kindle. O Link esteve em Las Vegas e mostra nesta edição as principais novidades da feira que terminou no domingo.
Duas notícias paralelas à CES mexeram com a própria feira. O anúncio do Nexus One, o telefone do Google, não foi feito na terça-feira passada por acaso – ele simplesmente ofuscou quaisquer outros celulares que foram apresentados em Las Vegas, pelo simples fato de ter sido feito pelo Google.
O anúncio do novo aparelho – cujas expectativas foram aquém do esperado – pode, de cara, mudar completamente o relacionamento entre fabricantes e operadoras. E mostra uma faceta inesperada para a empresa – não bastasse ir para o mercado de celulares com seu sistema operacional, o Android, o Google agora atua no mercado de hardware.
A outra novidade que abalou a CES nem sequer é notícia, mas apenas um rumor que começou a circular no final do ano passado e causou até a subida das ações da Apple. Um suposto lançamento anunciado para o final deste mês jogou luz sobre um aparelho que estava fora do foco das novidades tecnológicas. E bastou uma especulação para que concorrentes apressassem o lançamento de seus próprios tablets. Pois é sabido que, como aconteceu com o MP3 player e o celular com muitas funções, uma vez que a empresa de Steve Jobs lança um determinado produto novo, é o suficiente para que outras marcas se animem e corram para entrar neste mercado.
A outra novidade é brasileira e veio na quarta-feira, quando a TV Globo anunciou os participantes da décima edição do Big Brother Brasil e nada menos do que cinco dos novos candidatos do reality show são personalidades que já eram conhecidas em diferentes nichos da internet.
Pode parecer bobagem, mas é uma prova de que até a principal emissora do País passa a dar atenção para a cultura digital em sua programação – o que é bem diferente de exibir URLs na tela da TV ou acessar a programação via internet. A fusão entre reality show e web 2.0 veio apenas escancarar uma suspeita – a de que, independente da plataforma em que as pessoas estejam, seja TV ou internet, é cada vez mais comum exibir-se para os outros e não se preocupar com a própria privacidade. A nova edição do Big Brother Brasil, que começa amanhã, pode acelerar essa tendência, além de desafiar a disposição das celebridades de nicho num veículo de massa.
Em entrevista recente ao Link, o futurólogo Alvin Toffler afirmou que estava cada vez mais difícil fazer previsões sobre o futuro da tecnologia. O próprio anúncio da compra da Time Warner pela America Online, que parecia criar um novo gigante online, deu com os burros n’água e foi eleito neste ano, pelo jornal inglês Telegraph, como a pior fusão de empresas da década passada.
Mas do mesmo jeito que aquela notícia antecipou a importância da internet na década passada, será que estas primeiras notícias de 2010 podem funcionar como um aperitivo dos próximos dez anos? Ou será que é melhor chutar o que pode acontecer na próxima década? Na dúvida, escolhemos as duas opções.
• 2010: de zero a cem em onze dias • Realidade alternativa • CES 2010, a maior feira de tecnologia do mundo • Google lança telefone: o que ele quer com isso? • Expectativa: E o tablet da Apple, hein? • O dia em que o reality show encontrou a web • Espiando a web pela TV • A anti-mídia social e a invsão no ‘Big Brother’ • Aproveite as férias para dar uma geral no seu computador • iPhone de macho • TV e 3G em um plugue •Sem distorção e sem potência • Roteiro sob escrutínio •Qual o futuro da memória? • Marcelo Branco, da Campus Party •
E sim, o Nassif, que comenta a coluna que o Doria escreveu nesta segunda no Link, em que este último dizia que o Google seria um “cão de um truque só”. Antes de contra-argumentar Pedro (na verdade, o argumento é do Steve Ballmer, da Microsoft), Nassif gentilmente comenta o que acha do trabalho que faço diariamente com a minha equipe:
O Link é, de longe, o melhor caderno de informática do país – incluindo as revistas para micreiros.
Acho engraçado esses termos (”informática”, “micreiro”, parece o meu pai falando), mas agradeço o raro elogio. Sabe como é, jornalista é uma raça que não especialmente conhecida por reconhecer o trabalho de seus pares. E, em tempo, também discordei do Pedro quando ele veio me apresentar o tema de sua coluna, na semana passada. Mas é uma boa polêmica.
• Internet no trabalho: liberdade até que ponto? • Navegação livre pode aumentar a produtividade, diz pesquisa • Site de torrent se ajusta às leis antipirataria • Games, navegador Opera, celulares e um site 2.0 • Seattle: uma década de ativismo 2.0 • A Batalha de Seattle ainda não terminou• O mentor secreto de todos no Vale do Silício• Saiba como usar o Skype no celular• O que o cérebro ensina às máquinas• Como o computador e a web estão alterando a nossa mente• Um terno robótico para voltar a andar• W3C reúne pensadores para discutir os rumos da web• Vida DIgital: Nicholas Carr •
• O processo • Prêmio Sergio Motta valoriza portfólio • LabMIS: um laboratório público de mídias digitais • Locast, projeto do MIT com PUC-RS, fomenta mídias cidadãs • Google lança código-fonte de seu sistema operacional • Para Tim O’Reilly, ganha quem compartilha • Do Napster à eleição iraniana, Webby Awards escolhe seu top 10 • Festival leva ‘cinema ao vivo’ ao Sesc Pompeia • Romances escritos no celular provocam mudanças no japonês • Escrita digital também muda o português • Sem estoque de e-readers • Fórum da Cultura Digital reúne 600 participantes em quatro dias em SP • Censura, jornais, blogs e liberdade de expressão • ‘Call of Duty: Modern Warfare 2’ bate recordes e vira fenômeno da cultura pop • Apple inventa nova alternativa para o mercado de games • De alumínio, Dell Adamo é luxo para poucos mortais • Regretsy: Artesanato de gosto duvidoso • Myna edita sons no seu navegador • Picnik dá um tapa na foto na nuvem • Aparelho coloca HDTV no monitor • Ozzy e Jack Black se encontram depois da morte em ‘Brutal Legend’ • Tudo sobre pendrives • Vida Digital: Nós 3 •
• Quando hackers mostram o rumo • Cidades, governos e instituições abrem seus dados • Hackers reúnem-se em NY para criar à vontade • Para que serve esse tal Google Wave? • “E se o e-mail fosse criado hoje?” – eis o ponto de partida do Wave • Cinco anos depois, PSP mostra a que veio • ‘Katamari Forever’ é tributo à psicodelia digital japonesa • Atividade Paranormal: horror à la carte • Twitter, blitz de trânsito, Lei Seca e liberdades individuais • Vida Digital: Evgeny Morozov •
• Google se prepara para invadir até o seu celular • Brasileiros já desenvolvem aplicativos • José Augusto Ferrarini, desenvolvedor: “Acho que falta um pouco do Google um plano de negócios” • Google barra o código dos aplicativos que criou • Exemplos de aplicativos • Sistemas operacionais portáteis: a nova disputa • Outros sistemas para celular • Testes: MotoDext, N97 e HTC Magic • Xbox 360 se redime de falhas •Cinema, TV paga, DVD, TV aberta? Isso vai acabar • Dez anos depois, “Cibercultura”, de Pierre Lèvy, ainda faz sentido? • E segue a briga centenária entre música e tecnologia • Gerd Leonhard, autor de The Future of Music: “As gravadoras perderam seu grande negócio, que era vender cópias” • Vida Digital: WikiAves •
Google mostra seu rival contra o Windows
Sistema operacional Chrome acirra disputa da empresa com a Microsoft
A notícia veio na última quarta-feira como uma bomba. “Google lança seu sistema operacional”, aclamavam, em uníssono, blogs, sites e publicações impressas dedicadas à tecnologia - além de pegar qualquer um que se interesse pela cultura digital de surpresa. Menos de um ano depois de ter entrado no mercado dos navegadores com seu próprio browser, o Google Chrome, o gigante da internet amplia o mesmo Chrome para além da simples navegação - e o transformou em um sistema operacional, como o Windows da Microsoft, o Linux da comunidade do software livre ou Mac OS da Apple.
Mas depois das manchetes vinham as letras miúdas. A princípio, o sistema operacional do Google é destinado apenas para netbooks, os pequenos computadores que, ainda menores que os laptops, surgiram à medida que uma série de softwares foram criados para serem executados via internet.
A tal “nuvem de dados” da internet sem fio que permite o novo nomadismo digital tornou-se possante o suficiente para que o mercado destes pequenos computadores crescesse muito. Mas é um mercado minúsculo se comparado aos de celulares e computadores de mesa.
Ou seja: todo alarde sobre o lançamento do Chrome OS deve ser interpretado com certa cautela. Não, ainda não é o rival do Windows, justamente por funcionar em apenas um tipo de aparelho - e justo um dos menos populares. Além disso, temos o fato de que o próprio Google já tem outro sistema operacional para aparelhos portáteis, o Android, feito para celulares e smartphones. Contudo, a empresa diz que Chrome OS e Android são duas plataformas diferentes, mesmo que pareçam fazer a mesma coisa.
No entanto, todas as manchetes e profecias sobre o embate entre o Google e a Microsoft não dizem respeito apenas ao novo sistema operacional.
Desconte toda a megalomania tradicionalmente associada ao Google - tire os números gigantescos em relação às buscas, o altíssimo valor pago no YouTube, a reinvenção da geolocalização com serviços como Google Earth, Google Street View e Google Maps e o fato de, com os links patrocinados, o site ser uma das principais agências de publicidade do mundo.
Tirando isso, o que temos? Uma empresa que começou como um mecanismo de busca mas que, aos poucos, foi lançando serviços que seus concorrentes - Microsoft e Yahoo - já dispunham. Lançou seu próprio webmail, serviços para celular, programas de escritório (online, que não precisam ser instalados no computador ou vendidos em caixas de CD) e obrigou a própria Microsoft a reinventar sua busca - a empresa abandonou o LiveSearch e apresentou o Bing há dois meses.
Por isso, a apresentação do Google Chrome OS deve ser recebida com atenção - e não apenas com estupefação. Lembre-se que a Microsoft trabalha com o Windows há mais de duas décadas, mais ou menos o mesmo tempo que a comunidade de software livre tenta emplacar uma alternativa ao Windows. Ou seja: o novo sistema operacional não destronará - sequer ameaçará - o da Microsoft da noite para o dia.
Eis um detalhe que pode ser percebido por quem já usa o navegador Chrome. Ao abrir funções internas, como “histórico” ou downloads, o programa mostra um novo protocolo de navegação - em vez de http:// ele exibe chrome://. A princípio, parece apenas um detalhe.
No final dos anos 90, o colunista de tecnologia da rede americana PBS Robert X. Cringley cogitou a possibilidade de a Microsoft abandonar a conexão TCP/IP. A empresa ainda era o maior gigante do mercado digital e a instabilidade da internet - um tema sazonal, sempre alguém aparece para dizer que a internet não vai aguentar o volume de dados, repare - na época era atribuída à fragilidade da porta de conexão habitual, o TCP/IP (o mesmo que usamos até hoje - ou seja, mais uma profecia apocalíptica digital que não se cumpriu).
A partir deste cenário, Cringley cogitou a possibilidade de a Microsoft abandonar esta forma de conexão - aberta e universal - para criar seu próprio formato, o TCP/MS. Sim, MS de Microsoft. Assim, a empresa criaria uma internet particular, fechada e totalmente sob seu controle. Cringley, na verdade, era um pseudônimo usado pelo jornalista Mark Stephens, que usava sua coluna, I, Cringley, como uma forma de ironizar o mercado digital. Ao cogitar o TCP/MS, ele estava apenas provocando - não a Microsoft, mas o entusiasmo em abraçar novos formatos e tecnologias sem pensar nos desdobramentos.
Levando a brincadeira/provocação de Cringley para o Chrome, pergunto: e se o Google resolver criar serviços e aplicativos que, mesmo funcionando bem no protocolo http:// (para o Internet Explorer e para o Firefox), funcionem ainda melhor no Chrome? Ao usar qualquer serviço do Google, ele já consegue identificar o navegador que está sendo utilizado e recomendar, discretamente, o uso de seu browser, anunciando que seu funcionamento é ainda melhor no Chrome. Para quem já usa outros navegadores, a mudança não é drástica, pois os serviços foram pensados inicialmente para funcionar bem em todos os browsers.
Lembre-se que o Google anunciou um novo serviço, o Wave, este ano, que pretende misturar programas de escritório, mensagens instantâneas e e-mail numa mesma plataforma. E se o Google Wave só funcionar plenamente no novo Chrome, quem perde? Nós, por não usarmos o novo serviço, ou o Google, por restringir o acesso ao Wave para quem não navega usando o Chrome?
As armas de cada um
GOOGLE
BUSCA / Google - É hegemônica desde 2000, quando implementou seu modelo de negócios a partir de links patrocinados relacionados à busca. Neste ano, passou o Yahoo, seu principal concorrente na época
ESCRITÓRIO / Google Docs - Os softwares são todos online, não é preciso baixar nem salvar arquivos no computador. Apesar de prático, não chegou à massa de usuários da internet acostumada ao “.doc”
E-MAIL / Gmail - É de longe o melhor serviço do mercado, com conversas agrupadas numa só linha e vários recursos adicionais, disponíveis no Gmail Labs. Tem o maior espaço e a melhor integração com widgets
CELULAR / Android - O sistema do Google é aberto e fruto da colaboração de dezenas de empresas da Open Handset Alliance. Muito boa usabilidade e integração com serviços de internet. Chega ao Brasil no fim do ano
MICROSOFT
BUSCA / Bing - O serviço lançado recentemente substituiu o ruim Live Search e vem ganhando usuários pela Europa e Estados Unidos. É realmente bom para organizar informações. Mas ainda está longe do Google
ESCRITÓRIO / Office - O pacote da Microsoft domina o mercado empresarial e doméstico desde a década de 90 e habituou todo mundo com a interface do Word e a terminação “.doc”. Isso não parece próximo de terminar
E-MAIL / Hotmail - Passou por atualizações de recentes de lay-out e integração com a rede social Live. Mas perdeu há anos a liderança para o Gmail, tanto em número de usuários como em inovação e usabilidade
CELULAR / Windows Mobile - Já na versão 6.0, o sistema operacional da Microsoft é o que faz a melhor integração e sincronização com o Windows - e o Windows está em quase todos os computadores.
Saiba mais sobre o Chrome OS:
Chrome, a nuvem, o nomadismo e o futuro sem volta
Chrome OS só vai decolar se usar a estratégia do Windows
Chrome OS e Android? O Google matou a convergência?
Gazelle e o longo caminho da Microsoft rumo à nuvem
• Facebook: os planos de dominação do maior rival do Google • Enfim, brasileiros descobrem Facebook • Pioneira, rede aposta em diversidade de aplicativos • Como funciona o Facebook • Facebook quer reorganizar a internet mais uma vez • Uma rede global com elementos locais • Speedy: sem data para voltar ao normal • Acordo de royalties alivia rádios online nos EUA • A quem servirá o blog - o Twitter, o YouTube, o Orkut - do Planalto? • Google mostra seu rival contra o Windows • Vida Digital: Chris Anderson •
Mas volto em seguida. Na real, chego pela manhã e participo de um bate-papo sobre música e internet dentro do evento Coca-Cola Parc, que, além dos shows de bandas como No Age, Matt & Kim, Copacabana Club, Pata de Elefante, entre outros, ainda conta com esse ciclo de debates chamado Indústria Criativa, que reúne bambas e compadres como o Miranda, Frank Jorge, Lucio Ribeiro, Claudia Assef, Pena Schmidt, entre outros. Minha participação acontece no Módulo Música e Tecnologia, onde converso com o Ronaldo Lemos e o Ivo Correa, do Google, com mediação da Ana Carla. Não fico pros shows porque a vida continua uma pilha, mas quero ver se pego pelo menos algum deles aqui em São Paulo, no finde. Na verdade, o que mais me chama atenção é o bom & velho Mickey Gang, que podem até me arrastar pra ver o show do The View. Vamos ver se topo.
Pra quem estiver em Porto Alegre, o papo acontece no auditório da Fundação Iberê Camargo (Av. Padre Cacique, 2000) e, pra participar, você tem que confirmar presença no email imprensa@opuspromocoes.com.br. Cola lá.
• A internet inevitável • Google e Ministro das Comunicações desfazem mal entendidos; Andrew Keen comenta • Rede ajuda a manter relacionamentos (82% dos brasileiros dizem que seus relacionamentos melhoraram com a internet) • E se um dia você acordasse e não houvesse internet? • Celulares tiram web do computador (Até o fim do ano deve haver um celular por brasileiro) e Como um hobby pode mudar sua profissão - e toda sua vida • Talentos revelados via internet não incluem apenas artistas, mais entrevistas com Nelson Motta e Eugenio Bucci • Eleição de Obama simboliza relação entre política e web; sem internet, o Brasil trava; mais entrevistas com Teatro Mágico, Sérgio Amadeu e Soninha Francine • Comunidade de internautas revoluciona a televisão e o problema da pirataria • A internet é formada por pontos de vista • Bing é nova arma da Microsoft para enfrentar o Google • E3 mostra reação do mercado de games • Wave quer reorganizar colaboração via internet • Novo site dá início a mudanças no ‘Link’ •
• Novos hábitos de busca online • Google e Yahoo reinventam mecanismos de procura • Diferentes formas de se encontrar algo • Outros buscadores • Microsoft faz mistério - e compras • Com o celular, Google quer fazer pesquisas até no céu • Quando a busca leva em conta a localização • Novo buscador traz respostas e não links • Quem é o pai do WolframAlpha • Buscadores que prometeram, mas… • Brainstorm, não busca • Sites adaptam internet para o celular • Prévia de games: Batman - Arkham Asylum e The Sims 3 • O novo Kindle e a pirataria digital de livros • Download de filmes no Brasil, leis contra pirataria ficam mais duras em vários países, Google Street View é banido na Grécia e guatemalteco é preso por causar pânico via Twitter • Vida Digital: Andrea Ortega (diasdeencierro.org) •
Do Boomerang. E não clica aqui não, se não o Google cai.
• Touchscreen: revolução ou evolução? • O primeiro laptop no mercado brasleiro com tela sensível ao toque • Windows 7 já possui esta função • Blackberry adere ao touchscreen • O futuro da interface com o computador estará na ponta dos dedos? • Reconhecimento de voz quebrará novo paradigma • Patente do multitouch é da Apple • Don Norman, autor do livro Design Emocional: “Computador logo sumirá” • Surface, da Microsoft, reage a 52 toques simultâneos • Do touchscreen ao multitouch •Sony Vaio P: um netbook ou um smartphone? • Como proteger seus equipamentos do calor • Vida Digital: ImprovEverywhere • Lições que o Google tira da crise • Facebook clona o Twitter, Google lança serviço de VoIP, Apple lança iPod que fala e redes sociais batem e-mail em preferência •
O Google entrou no Twitter hoje. *
E o Yahoo lhe deu as boas vindas.
Detalhe: o Yahoo segue o Google, mas o Google não segue o Yahoo.
* A primeira mensagem do Google, em binário, signifca “I’m Feeling Lucky
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