Arquivo: hacker ’
15 de agosto de 2011 às 15h09
Link – 15 de agosto de 2011
• Moot exclusivo • Leia a íntegra da entrevista com Moot - “Foi difícil sair do anonimato” • A história da arte (pirateada) • Minerais raros, o ouro do século 21 • “As tecnologias de comunicação são neutras” • Praça pública ou shopping? • Amadora e exagerada • Hackers e o Facebook, games no Google+, o valor da Apple… •
13 de junho de 2011 às 14h43
Rumo digital
Talvez tenha a ver com o fato de que semana que estarei de férias, mas há uma guinada consciente no que estamos fazendo no Link nas últimas semanas e não dedico um post a mais ao caderno por outro motivo: a edição dessa segunda-feira está demais. Além da entrevista que o Jamil Chade, lá em Genebra, fez com o Frank La Rue, relator especial da ONU para a liberdade de expressão, ainda conseguimos a reprodução do discurso do Lessig na parte de inovação do painel e-G8 (tão bem dissecado pela Carol em edição anterior) e o manifesto do grupo hacker Anonymous contra a OTAN, que o classificou como um grupo perigoso. Na outra ponta do espectro digital, o Pablo, o melhor repórter de videogame do Brasil e editor da revista Rolling Stone, explica o que aconteceu na E3 da semana passada em Los Angeles, quando a Nintendo lançou o Wii U. Aqui no Brasil, convidei o Carlos Merigo, conhecido virtual de longa data e dono do melhor blog sobre publicidade e internet do Brasil, o Brainstorm9, pra falar sobre o impacto do YouTube no mundo da propaganda, a partir do comercial que a Vivo lançou na semana passada. A edição ainda tem uma entrevista com o Fabio Lima, o homem que vai fazer você ver De Volta para o Futuro e O Poderoso Chefão no cinema ainda esse ano, feita pelo Douglas, outro velho compadre que hoje é um dos pilotos do Divirta-se, o guia semanal do jornal onde trabalho. Além disso tudo, a Tati ainda passou o fim de semana com programadores criando aplicativos pra ajudar as pessoas em casos de enchentes e chuvas, no Random Hacks for Kindness.
E te digo uma coisa: só melhora.
13 de junho de 2011 às 13h57
Link – 13 de junho de 2011
• Todos os homens têm direito ao acesso livre à internet • Lessig: ‘O futuro da internet não está aqui’ • Anonymous x Otan • Além das compras coletivas • O cinema é todo seu • E3: Rumo à oitava geração • Novo controle já ganhou até apelido: Wiipad • Espaçonave estacionada • Online, Apple quer ser o centro digital • Para ouvir músicas online • Carlos Merigo: “E todo mundo diz que ele completa ela e vice-versa” • Vida Digital: Rhok •
28 de janeiro de 2011 às 18h30
O jovem Julian Assange
O Guardian também publica online trecho de um livro que começam a vender nesta segunda sobre o caso WikiLeaks (será que o livro vai vazar?), contando um pouco sobre a história de Assange em seus tempos de adolescente fugido e hacker fora-da-lei:
Julian was born on 3 July 1971 in Townsville, in the state of Queensland, in Australia’s sub-tropical north. His mother, Christine, was the daughter of Warren Hawkins, described by colleagues as a rigid and traditionalist academic who became a college principal; the family settled in Australia from 19th-century Scotland.
Julian’s biological father John Shipton is absent from much of the record: at 17, Christine abruptly left home, selling her paintings to buy a motorcycle, a tent and a map. Some 1,500 miles later she arrived in Sydney and joined its counter-culture scene. She fell in love with Shipton, a rebellious young man she met at an anti-Vietnam war demonstration in 1970. The relationship ended and he would play no further role in Assange’s life for many years.
They had no contact until after Assange turned 25. Later they met, with Julian discovering he had inherited his architect father’s highly logical and dispassionate intellect. One friend said Shipton was “like a mirror shining back at Julian”. Assange believed he had inherited his “rebel gene” from his unconventional father. In 2006, at the start of Julian’s remarkable mission to uncover secrets, he registered the wikileaks.org domain name under Shipton’s name.
After the birth of her child, Christine moved as a single mother to Magnetic Island, a short ferry ride across the bay from Townsville. She married Brett Assange, an actor and theatre director. Their touring lifestyle was the backdrop to Assange’s early years. His stepfather staged and directed plays and his mother did the make-up, costumes and set design.
During his childhood Assange attended 37 different schools, emerging with no qualifications whatsoever. “Some people are really horrified and say: ‘You poor thing, you went to all these schools.’ But actually during this period I really liked it,” he later said.
After her relationship with Brett Assange broke down, Christine became tempestuously involved with a third, much younger man, Keith Hamilton.
Hamilton was an amateur musician and a member of a New Age group, the Santiniketan Park Association. He was also, according to Assange, a manipulative psychopath.
“My mother became involved with a person who seems to be the son of Anne Hamilton-Byrne, of the Anne Hamilton-Byrne cult in Australia,” said Assange, “and we kept getting tracked down, possibly because of leaks in the social security system, and having to leave very quickly to a new city, and lived under assumed names.” For the next five or six years, the three lived as fugitives.
When Assange was 13 or 14, his mother had rented a house across the street from an electronics shop. Assange began going there and working on a Commodore 64. His mother saved to buy the computer for her older son as a present. Assange began teaching himself code. At 16 he got his first modem.
He attended a programme for gifted children in Melbourne, where he acquired “an introverted and emotionally disturbed” girlfriend, as he put it. Assange grew interested in science and roamed around libraries. Soon he discovered hacking.
(…)
By 1991 Assange was probably Australia’s most accomplished hacker. He and two others founded International Subversives magazine, offering tips on “phreaking” – how to break into telephone systems illegally and make free calls. The magazine had an exclusive readership: its circulation was just three, the hackers themselves.
In the spring of 1991, the three hackers found an exciting new target: MILNET, the US military’s secret defence data network. Quickly, Assange discovered a back door. He got inside. “We had total control over it for two years,” he later claimed. The hackers also routinely broke into the computer systems at Australia’s National University.
But he suspected Victoria police were about to raid his home. According to Underground: “He wiped his disks, burnt his printouts, and left” to doss temporarily with his girlfriend. The pair joined a squatters’ union, and when Assange was 18 she became pregnant. They married and had a baby boy, Daniel. But as Assange’s anxiety increased, and police finally closed in on his outlaw circle of hackers, his wife moved out, taking their 20-month-old son Daniel with them. Assange was hospitalised with depression. For a period he slept outdoors, rambling around the eucalyptus forests in Dandenong Ranges national park; he would wake up covered in mosquito bites.
But it wasn’t until 1994 that he was finally charged, with the case only being heard in 1996. He pleaded guilty in Melbourne’s Victoria County Court to 24 counts of hacking. The prosecution described Assange as “the most active” and “most skilful” of the group, and pressed for a prison sentence. Assange’s motive, according to the prosecution, was “simply an arrogance and a desire to show off his computer skills”.
17 de janeiro de 2011 às 9h48
Link – 17 de janeiro de 2011
• Campus Party, fase 2 • Vida Digital: Mario Teza • Kinect hackeado: Olha! Sem a Microsoft! • OpenKinectProject • MySpace: ladeira abaixo • A ditadura na Tunísia e as botas da internet • Governo Kennedy digitalizado • O futuro do entretenimento passa pela TV – e pela internet • Twitter e Wikileaks, banda larga, Peter Sunde
18 de outubro de 2010 às 17h03
Link – 18 de outubro de 2010
• Tão longe, tão perto • Personal Nerd – Gigapan • Pessoas e conceitos mudam: Xuxa, pedofilia e a internet • Vídeo sem logotipo • Notas • O exército da Microsoft • Seu computador a serviço dos hackers • Social e móvel • Vida Digital: Aaron Koblin •
11 de outubro de 2010 às 16h25
Link – 11 de outubro de 2010
• O antissocial • Resistentes ao Facebook • O brasileiro do Facebook está offline • Em Janeiro de 2011 • Como recuperar as fotos de sua câmera digital • ‘Piratas’ bancam filme do PirateBay • A relação entre hackers e Hollywood • A sobrevida do cartão de visitas • Crimes digitais crescem • O JPEG do Google • Notas • Novo round entre Apple e Google definirá o futuro da TV • Vida digital: Apples in Stereo •
6 de agosto de 2010 às 16h03
Hackers no cinema
Me incomoda tanto ver cenas como essa acima, de Swordfish, que é um bom filme, mas que, ao tentar explicar visualmente todo o processo de hackear, põe tudo a perder – transformado não só o personagem como o próprio ator em um marionete ridículo de uma excitação que não existe. Fico com medo de como será a cena do Zuckerberg criando o Facebook em seu quarto pelos olhos do David Fincher…
19 de outubro de 2009 às 17h22
Ninho de cobras
Atravessei a maratona de programação do Yahoo Open Hack que aconteceu em Nova York, no sábado retrasado – e a materinha saiu no Link de hoje.
Foto: Yodel Anecdotal

Os MCs da premiação, Eric Wu e Neal Sample
Hackers reúnem-se em NY para criar à vontade
Yahoo Open Hack reúne mais de duas centenas de programadores para desenvolver aplicativos a partir das ferramentas e bancos de dados disponíveis
Chris Yeh, responsável pela plataforma de desenvolvimento em rede do Yahoo, está a postos para apresentar os vencedores a nona edição do Yahoo Open Hack, que ocorreu em Nova York, no penúltimo sábado (10). Em frente a uma plateia formada pelos programadores que participaram do evento, ele explica sua falta de intimidade ao falar em público e comenta que, sob a imponência do local da apresentação (o centenário Hudson Theatre, do hotel Millennium Broadway, quase vizinho ao Times Square) e devido ao caráter técnico de seu cargo, se limitará a ler os termos de uso da plataforma de desenvolvimento do site.
Mero jogo de cena. À medida em que começa a ler as letrinhas miúdas do termo, Yeh é interrompido por outros dois executivos do site, Neal Sample, vice-presidente para plataformas sociais, e Eric Wu, gerente-sênior para integrações e aquisições. “Estamos hackeando sua apresentação”, explicam os dois, que sobem ao palco em trajes nada executivos – ambos vieram paramentados de acordo com a estética do evento, o tema “steampunk”, característico da revolução tecnológica da Inglaterra vitoriana. E antes de dar início à apresentação, exibem um vídeo que fizeram há pouco, na Times Square, em que pediam para os transeuntes explicarem o que eles entendiam por “hacker”.
O resultado, claro, foi um festival de variações de “alguém que invade seu computador com más intenções”. As gargalhadas do público – programadores e desenvolvedores, mas também hackers, todos eles – vinham de duas constatações: a de que a maioria das pessoas ainda associa o termo à má-fé e a de que, aos poucos, essa definição está sendo revista.
Vide o próprio Yahoo Open Hack, maratona de 24 horas de programação, em que desenvolvedores de Nova York foram convidados a hackear os códigos do Yahoo para criar aplicativos que possam melhorar o desempenho do site e até bolar soluções que os programadores originais sequer cogitaram originalmente. Diferentes palestras e apresentações ocorriam ao mesmo tempo em que um andar inteiro do Millenium Broadway foi tomado por programadores que, espalhando-se entre pufes, poltronas e mesas, transformaram o ambiente numa pequena zona autônoma temporária, com regras e éticas próprias.
Terminado o prazo, os hackers tiveram dois minutos cada para apresentar seus feitos, que variavam de coisas completamente inúteis até invenções realmente inovadoras. Na primeira turma, ninguém foi mais infame do que o New York Toast, criado pelo grupo MarketBot. Modificando uma impressora 3D, eles fizeram que o aparelho pudesse “imprimir” notícias e fotos em torradas, usando pasta de amendoim.
Mas estes eram minoria. Entre outros apresentados estava o Power Trends, do grupo Power Trio, que permitia, através de redes sociais, fazer que prefeituras pudessem acompanhar e, assim, economizar o consumo de energia des seus cidadãos. O AudioTexter, do grupo HellaCool, transforma mensagens de SMS em áudio e vice-versa. O programador Tom Pinckney criou o Community Bulletin Boards, que permite acrescentar fóruns de discussão em pontos de mapas online, e o grupo Yinzoo criou o TVitter, que permite que telespectadores usem o Twitter para comentar programas de TV em grupo. O campeão, apresentado por Addy Cameron-Huff, foi o InsiderTrades.org, que usa aplicativos de finanças para passar informações em tempo real para os investidores, sem a interferência humana – tudo é gerado por bancos de dados.
O evento faz parte de mais uma reinvenção do Yahoo, que sai de um ano marcado pela longa possibilidade de fusão com a Microsoft. Os dias de hacker do Yahoo já aconteceram em nove cidades do mundo – inclusive em São Paulo, no final do ano passado – e são cruciais para este novo Yahoo, que abre APIs e bancos de dados para aproximar-se destes personagens que ainda são vistos como vilões digitais. “Apostamos nisso, além do marketing tradicional”, diz Cody Simms, da plataforma YOS, ao referir-se ao enorme outdoor que o grupo acaba de inaugurar em plena Times Square.
30 de novembro de 2008 às 19h03
Leitura Aleatória 205

Foto: J_a_m_e_s
1) Vila Madalena no New York Times
2) Hackers tentam invadir site da Defesa Civil de SC
3) Holanda proíbe venda de “cogumelos mágicos”
4) Recém-casados… aos 90 anos
5) O seriado Roma pode virar filme – estrelando Jesus Cristo!
6) Jornal de Pasadena, na Califórnia, contrata repórteres… na Índia!
7) Petrobrás adota Firefox como browser padrão
8) Carolina Dieckmann critica Luana Piovani
9) Britânico se suicida cortando a própria cabeça com uma serra elétrica
10) Marido de Amy se diz culpado pelo vício da cantora
18 de setembro de 2008 às 21h01
Leitura Aleatória 142

Foto: backnext321
1) Lula diz que ‘bancos palpiteiros’ estão quebrando
2) Mick Jagger será assessor da Comissão Européia para o comércio eletrônico
3) Por onde andam… os Paquitos?
4) Evangélicos querem SBT
5) Cientistas espanhóis criam um espelho perfeito
6) No trânsito, torpedo é “mais perigoso do que dirigir bêbado”
7) Hackers invadem e-mail pessoal de candidata a vice dos EUA
8) A Geórgia iniciou o conflito com a Rússia (ou por que é melhor deixar a OTAN como está)
9) Bernie Ecclestone anuncia GP Brasil para as 15h
10) O barato da sálvia
13 de setembro de 2008 às 23h25
Leitura Aleatória 136

Foto: .furiousbelly
1) Hackers atacam o Large Hadron Collider
2) Canções sobre carros não fazem mais parte da história do rock
3) Banda larga no Brasil é uma das piores do mundo
4) Sabe os biscoitinhos da sorte chineses? Então, não são chineses
5) Um bar ambulante: você bebe e pedala
6) Gaste seu dinheiro ainda jovem – e seja feliz
7) 5 mil pessoas assistem o funcionamento de uma aranha mecânica gigante na Inglaterra
8) Ciência prova que carros excitam mulheres
9) Criadores do Mentos com Coca-Cola voltam com outro experimento
10) As origens escabrosas dos contos de fada










Profissão: autobiógrafo.


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