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Arquivo: hitchcock

Bureau of Indisputed Truths, de Domitille Collardey

Privatti que me mostrou essas tirinhas dessa ilustradora francesa que mora no Brooklyn, em Nova York, publica na revista Believer.

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Tumblr do dia: If you don’t, remember me

Esse If You Don’t, Remember Me é uma obra de arte.

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Cozinhando com Hitchcock

Hitchcock e culinária? Tudo a ver.

The Ultimate Hitch Cookbook é o projeto de conclusão de curso do designer alemão Pascal Monaco. E a dica é da Carol.

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Você sempre quis saber o que aconteceu antes de Os Pássaros, de Hitchcock?

Eis o prequel!

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Hitchcock e o sonho da casa própria

Mais uma do Tiago. Bernard Herrman sorri no inferno.

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Clássico é clássico: Alfred Hitchcock + James Brown

Acreditem: esse encontro ocorreu.

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Vinteonze: Fluxo contínuo universo paralelo

Demoramos quase um mês, mas eis o primeiro e único Vinteonze de março, uma vez que o mês que se encerra foi de muito trabalho na paralela e pouca gravação. Vamos tentar reverter esse quadro e a existência desse terceiro episódio do ano é a prova de tal intuito. No papo de hoje, Woody Allen, Reinaldo Morais, o século 20 dos irmãos Coen, quem é esse tal de Criolo, Rebecca Black, Hitchcock, Verocai, Jorge Luis Borges e Braulio Tavares, teclados QWERTY, a existência da alma, o filme novo do Tarantino, V de Vingança, e mais detalhes sobre a festa de Quinze Anos do Trabalho Sujo, que traz o primeiro Baile Veneno de 2011. Na trilha sonora, Good Vibes do Gary Bird e o primeiro disco da Gang 90.


Ronaldo Evangelista & Alexandre Matias – “Vinteonze #0003“ (MP3) (link alternativo pro MP3)

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Hitchcock e a morte

Veja em tela cheia.

E me lembrem de falar do Hitchcock outro dia, tou com uma história massa pra contar.

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Mais cinema minimal ainda

Desta vez, à brasileira:

Pedro Vidotto é brasiliense e criou um monte de outros posters do tipo – todos em seu site.

Se você gostou desses, sugiro também o espanhol Hexagonall, o americano Brandon Schaefer, o Supertrunfo de fontes do Face 37, os livros-game de Olly Moss, os filmes de papel do Spacesick, os pôsteres do polonês Grzegorz Domaradzkis, o Tarantino do canadense Ibraheem Youssef, a filosofia pop do Mico Toledo e os super-heróis pulp de Steve Finch.

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O primeiro “That’s what she said”

A tradição de Michael Scott começou com ninguém menos que Alfred Hitchcock (na verdade, ele diz “as the girl said”). Vi no Office Tally.

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Mais cinema minimal

O designer Brandon Schaefer segue uma linha parecida com a do minimalista espanhol Hexagonall – e ambos pertencem a uma cena global de remixadores visuais do inconsciente coletivo que, através do design, relêem o século 20 e o começo deste 21 com perspectivas bem além dos clichês que os cercam. Nessa mesma linha, vale conferir o Supertrunfo de fontes do Face 37, os livros-game de Olly Moss, os filmes de papel do Spacesick, os pôsteres do polonês Grzegorz Domaradzkis, o Tarantino do canadense Ibraheem Youssef, a filosofia pop do Mico Toledo e os super-heróis pulp de Steve Finch. E estes são apenas alguns dos que republiquei por aqui. Há muito mais.

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Hitchcock x Guerra nas Estrelas

Outra criação do espanhol, desta vez em vídeo.

A primeira chama-se Psychosith, a segunda Force by Forcewest.

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Cinema minimal

Curtiu o trabalho do cara com os pôsteres do Tim Burton? O espanhol Hexagonall também fez umas versões minimalistas para clássicos – velhos e novos – do cinema. Separei uns aqui:

Curtiu? Tem (muito) mais aqui e aqui.

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Clássico é clássico

Já falei da seqüência psicodélica de sonho em Um Corpo Que Cai, mas o que dizer deste encontro entre Hitchcock e Salvador Dali em Quando Fala o Coração (Spellbound)? Incrível.

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Planos-seqüência clássicos

E por falar em plano-seqüência, separei alguns clássicos pra matar o tempo. Começando pelo principal deles, o ousado início de A Marca da Maldade, de Orson Welles. Se ele inventou o cinema em Cidadão Kane, com esse filme ele inventou o cinema B:

Tem a clássica abertura de O Jogador, de Robert Altman, em que a própria duração da seqüência é citada. Todos os diálogos desse trecho foram improvisados:

Outro clássico, este do Antonioni, em Profissão: Repórter, que rendeu boatos de que o diretor havia construído um hotel só para filmar esta cena.

O engarrafamento de Weekend, um dos meus favoritos do Godard (são pouquíssimos), também é memorável:

E, óbvio, o velotrol do Iluminado, do Kubrick, um apaixonado por planos-seqüência:

Talvez não tão apaixonado quanto Hitchcock que fez um filme inteiro (Festim Diabólico) a partir deste preceito. Chupa, Jack Bauer:

Hitchcock era tão fissurado no tema que já havia exercitado lindamente a técnica em Sob o Signo de Capricórnio:

E não a abandonou, como vemos nesta cena de seu Frenesi:

A paixão de Hitchcock também motivou um de seus principais alunos, o sampleador Brian de Palma, que cansou de usar o recurso. Abaixo, uma cena de Fogueira das Vaidades e outra do Pagamento Final, com Al Pacino:

Também discípulo de Hitchcock, Dario Argento exercitou o formato em A Mãe das Lágrimas:

Outro diretor-cinéfilo que também curte o formato é Scorsese. Abaixo, a cena em que a personagem de Loraine Bracco (saudades da doutora Melfi) é apresentada ao glamour do submundo, em os Bons Companheiros:

Tarantino é outro sampleador que não titubeou em fazer um take longo em uma cena de ação, em Kill Bill:

Partindo pra ação, eis John Woo em seu melhor momento, no hospital de Hard Boiled:

E esta cena de Old Boy? Puro Double Dragon:

(Vale abrir um parêntese para falar da influência dos videogames neste formato. Olha só:

É impossível conceber que Arca Russa e Elephant não foram influenciados por Doom.)

De volta à ação, um clássico do YouTube: a luta épica de Breaking News: Uma Cidade em Alerta, de Johnny To. O Protetor, de
Tom Yung Goong.

E até o Michael Bay foi nessa, em Bad Boys 2.

A ficção científica também rendeu bons takes, como essa cena incrível do Filhos da Esperança, do Cuarón:

Ou esta cena de Strange Days:

Ou a abertura de Contato:

Pra fechar, olha que foda esse curta do diretor bósnio Ahmed Imamovic, chamado 10 Minuta:

Lembra de mais algum?

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