Será que eu faço mais um VF antes dos anos 00 acabar? Só o tempo sabe…
Foals - “Balloons”
Hurtmold - “Chuva Negra”
Interpol - “NYC”
Passion Pit - “Sleepyhead”
Dan Le sac vs. Scroobius Pip - “Thou Shalt Always Kills”
Digitalism - “Zdarlight”
Goose - “Bring It On (MSTRKRFT JFK Remix)”
Britney Spears - “Gimme More”
Kelly Key - “Baba Baby (Instrumental)”
Dr. Dre + Eminem - “Forgot About Dre”
Calvin Harris - “Merrymaking at My Place”
Dragonette - “I Get Around”
New Young Pony Club - “Ice Cream”
Fujiya & Miyagi - “Collarbone”
60) Wilco - A Ghost Is Born (2004)
Começando a semana em ritmo de dub, preguiçoso e sonolento, mas, aos poucos, pegando o ritmo. Mais um Vida Fodona Soundsystem aê!
Phil Pratt - “Star Wars”
Chalawa - “So Much Things to Say”
Céu - “Cordão da Insônia”
Primal Scream - “Higher than the Sun (Higher than The Orb Extended Mix)”
Franz Ferdinand - “The Vaguest of Feeling”
Massive Attack - “Inertia Creeps”
Public Image Ltd. - “Religion I”
Gang of Four - “To Hell with Poverty”
Cidadão Instigado - “Homem Velho”
Mundo Livre S/A - “Negócio do Brasil”
Hurtmold - “Sapers”
Yoko Ono - “Walking on Thin Ice”
La Roux - “In it for the Kill (Lifelike Remix)”
Delorean - “Deli”
Gossip - “Love Long Distance (Fake Blood Remix)”
Amanda Blank - “A Love Song”
Xx - “Crystalised”
Agora é a vez de Caê comentar sobre duas bandas protagonistas de 2008: Hurtmold e Little Joy.
Hurtmold é muito bom. Texturas densas, contrastes bem criados, leveza clara, peso encorpado brilhante. Raramente a gente é levado a pensar tão exclusivamente no som. Contei aqui que gostei do disco de Marcelo Camelo, mas ontem no Canecão, com as muitas meninas bonitas e os alguns caras bacanas cantando tudo com ele – e o som do Hurtmold nunca sendo engolido, nítido que é – fiquei ainda mais bem impressionado do que já estava. Quando o show estreou em Pernambuco, li num jornal de Sampa que devia-se ao Hurtmold a grande diferença entre o disco de Camelo (que, segundo a crítica, era chato) e o show de Camelo (que, segundo a crítica, era bem melhor). Quem lesse aquilo ia pensar que a banda não estava no CD. Mas o fato é que o show é igual ao disco, inclusive pela definidora sonoridade (e competência) do Hurtmold. Claro que ver os caras tirando aquele som na cara da gente produz um impacto maior. Mas isso acontece com qualquer grupo que toca bem ao vivo. Camelo também impressiona muito tocando violão e guitarra. É muito natural o senso de tempo dele, a pegada, a relação entre cantar e tocar. O jeito direto e muito masculino dele se comportar no palco é outro elemento da concentração que o espetáculo impõe. Por um momento, por um período, Marcelo Camelo é a estrela solitária da canção popular brasileira – como no tempo em que uma estrela, para sê-lo, precisava ser solitária.
Ouvi de novo (e melhor) Little Joy – o projeto que Rodrigo Amarante vem tocando com Fabrizio Moretti e acho que aquela bonitinha que estava com eles em Los Angeles quando eu fiz o pior show da temporada do “Cê” – e depois fomos para o mais hilário restaurante “brasileiro” do mundo. O CD é fenomenal. As comparações que vi publicadas entre o trabalho de Amarante e o de Camelo são tão idiotas que a gente tende a querer evitar até pôr os nomes dos dois na mesma página. Mas seria tão artificial fingir não notar que os Hermanos dominantes estão insinuando caminhos próprios ao mesmo tempo que isso não seria menos ridículo do que os disparates das comparações. Resumidamente, o que me parece é que Camelo estruturou um “trabalho solo”, no sentido em que Ney Matogrosso ou Sting o fizeram: exibindo seu gosto pessoal e adensando sua persona autoral. O que traz os riscos conhecidos. A meu ver, ele se pôs logo acima dos piores desses riscos. Mas resta uma gota de expectativa de ser tomado a sério. Uma gota a mais do que a que já havia nos próprios Hermanos pós (e algo anti) “Ana Júlia”. Já Amarante, participando de uma nova banda – e meio estrangeira – , já sai por uma vereda que o liberta dos perigos da super-autoria e do tomar-se a sério demais. Os temas de Little Joy são musicalmente próximos da “música adolescente” da época em que havia música adolescente: fins dos 50, começo dos 60. O capricho e a inspiração são tão evidentes quanto no caso de Camelo, mas essa marca estilística (teen late 50’s e early 60’s) e o fato de passar a ser membro de uma outra banda quebram qualquer empostação. Bem, o show de Camelo conquistou a juventude – e com isso já teve a empostação quebrada. Mas é quase evidente que o oposto não acontecerá com Amarante. O fato é que ambos, para nossa alegria e nosso orgulho, estão enriquecendo suas vidas e a história da música popular no Brasil. Esperemos Little Joy chegar até aqui.
Caetano blogueiro podia deixar de ser fase, né não? Adoro quando ele fala “juventude”. Sério.
Começo com uma groovezeira, passo por vários discos lançados esse ano e um monte de hits do passado, sonzinho sossegado das Alagoas, Dylan na BBC, Camelo com Hurtmold e o casal Luna.
Johnny Hammond - “Shifting Gears”
Sonic Youth - “New White Cross”
Cars - “Let the Good Times Roll”
Bidê ou Balde - “Gerson”
Beatles - “Drive My Car/ The Word / What You’re Doing”
Echo & the Bunnymen - “Bring on the Dancing Horses”
Marcelo Camelo e Hurtmold - “Téo e a Gaivota”
Chiar - “Canção do Vento”
Jorge Ben - “Quanto Mais te Vejo”
Mando Diao - “Welcome Home, Luc Robitaille”
Bob Dylan - “If You Gotta Go, Go Now (Or Else You Gotta Stay All Night)”
Stereolab - “Nous Vous Demandons Pardon”
Nightmares on Wax - “Bringing It”
Richard Cheese - “Been Caught Stealing”
Poni Hoax - “Images of Sigrid”
Mountain of One - “Brown Piano (Studio Remake)”
Herbaliser - “The Next Spot”
Yo La Tengo - “Build Me Up, Buttercup”
Britta Philips & Dean Wareham - “Ginger Snaps”
Das 14 faixas que comporão o primeiro disco solo de Marcelo Camelo, 10 serão disponibilizadas gratuitamente na segunda que vem, quando acontece o lançamento de fato do disco - só que essas dez já vazaram (primeiro foram apenas 8, em um longo e único MP3). E o diagnóstico até aqui é o seguinte: Camelo solo funciona, mas ainda é uma tentativa. As 10 faixas que apareceram já são melhor que o quarto disco do Los Hermanos (não que isso fosse difícil), o que já é um alento. Mas o que vemos é um compositor tentando sair da arapuca MPB que poderia ter se metido e procurando um pop brasileiro que não seja, necessariamente, radiofônico - e que, por outro lado, não seja hermético e elitista (uma das máscaras da tal arapuca MPB).
Marcelo Camelo - “Téo e a Gaivota“
Um bom exemplo disso talvez seja a nova versão de “Téo e a Gaivota”, a primeira música que o Hermano solo lançou em seu MySpace. Ao contrário da roupa original (praiana até no barulho do mar), a do disco tem letra é tocada pelo Hurtmold por uma banda - pelo que ouvi, parece o Hurtmold (pero no tengo a ficha técnica ainda para afirmar com convicção) (o Ortega me confirmou que eram eles através desse link). E aí já, de cara, temos o Marcelo tentando vindo na contramão do próprio Hurtmold. O grupo paulistano, que começou pós-rock, passou a incluir elementos de jazz, música africana e brasileira para sair do gênero “instrumental viajandão”, quase sempre associado à banda. E, ao tocar com Camelo (desculpe-me se não for a banda), dão mais um passo rumo à popularização da própria musicalidade - foi isso que eu quis dizer em “não ser radiofônico”.
Outras duas faixas revelam preocupações semelhantes. “Copacabana”, apesar do título, não é mais uma elegia à praia mais famosa do Brasil - e sim uma homenagem ao pequeno e simpático bairro Peixoto, uma cidadezinha do interior encrustrada no bairro mais caótico do Rio. A solução é quase carnavalesca, mas desde o tema Marcelo não opta pela simples carnavalização. “Copacabana” é brejeira e pacata, com um ar singelo milimetricamente calculado. Não é um grito de carnaval, nem tem o clima de quarta-feira de cinzas do Bloco do Eu Sozinho. É quase uma tradução musical do clima de carnaval de rua que ainda vive firme e forte no Rio - é fácil imaginar uma bandinha de coreto em vez de um bloco de carnaval no ar da canção. Ou seria aquela “A Banda”, do Chico? Hmmm…
Marcelo Camelo e Mallu Magalhães - “Janta“
E, finalmente, “Janta”, a parceria com Mallu Magalhães, que parte de uma idéia que não é tão original (duas músicas compostas com a mesma base, cantadas por dois vocalistas que, em determinado momento, invertem suas partes vocais), mas funciona - e bem. Aí Marcelo acena para outra referência natural para seu meio: o indie rock. Apesar de folk, este é o cenário que lançou e acolheu Mallu - e o trecho que ela compôs em “Janta” é cantado em inglês, em mais um aceno ao indie. Uma canção bonitinha, que os dois compuseram ao violão (a foto que ilustra esse post saiu do MySpace do guitarrista da Mallu) e que, como as duas anteriores, são rascunhos diferentes de um mesmo desenho.
Aparentemente, Sou é um bom disco, nada além disso. E isso é uma boa notícia - Marcelo está procurando se reinventar sem apelar pra climas épicos, reviravoltas mirabolantes, parcerias impensáveis ou associações aleatórias. Se você ouvir bem, o disco novo faz muito mais sentido com a carreira do Hermano do que, por exemplo, o fato de ele ter participado do Acústico da Sandy & Júnior.
Mas ainda faltam quatro músicas que ainda não apareceram , mas que, teoricamente, seriam motivo suficiente para fazer as pessoas comprarem o CD - em vez de simplesmente baixarem. Não é difícil imaginar que Marcelo as considere as melhores do disco. Por isso, essa avaliação é prematura - vamos esperar pra ouvir o que ele está escondendo… E ver se Sou sai das três estrelas para abocanhar mais ou duas. Em tempos de MP3, um punhado de boas canções sempre desequilibra.
Vide o Radiohead, ano passado…
Falando nisso, semana que vem começa o semestre dos festivais, com o Eletronika em Belo Horizonte, com Hurtmold (e, DIZEM, Marcelo Camelo), Twelves, Fernanda Takai e a menina do Pizzicato Five, Macaco Bong, Instituto fase Racional, Pex BaA, Takara, Vanguart, Curumin, Guizado, Monno e Mallu, entre outros, em Belo Horizonte. Depois tem o Melvins, Plasticines e Hives no tal do Orloff 5 e, mais tarde, tem o Skol Beats (que inspira a grande pergunta: o que fazer entre o Justice e o Digitalism?). Depois tem a Invasão Sueca com Shout Out Louds e Peter Bjorn & John (os ingressos pro show de São Paulo já estão à venda, viu), ao mesmo tempo em que rola o Coquetel Molotov em Recife. Junta isso com um Timfa já com Sonny Rollins, Klaxons, Kanye West, o National e o MGMT, entre outros, um Planeta Terra que além de Bloc Party, Kaiser Chiefs, Jesus & Mary Chain, Animal Collective, Spoon, Foals ainda periga ter uns nomes que o Lucio andou cantando alto (Sonic Youth tocando Daydream Nation? Breeders? Kylie?) e possíveis shows do R.E.M., do Mudhoney e do Nine Inch Nails na paralela. Fora um Goiânia Noise que vai ter Black Lips, Vaselines, Black Mountain e Circle Jerks.
Nada mal, hein?
Essa é a foto de divulgação do primeiro disco de Marcelo Camelo, chamado apenas de Sou. O hermano solo vai dar uma de Radiohead (pero no mucho) e liberar 10 das 14 faixas do disco para download - mais um passo louvável (e estrategicamente perspicaz) do sujeito, que já tinha dado duas bolas dentro ao puxar o Hurtmold como sua banda de apoio (com o Rob Manzurek no rolo) e fisgar a Mallu para algumas cançonetas. O disco, que foi produzido por Camelo, será lançado dia 8 de setembro pelo selo Zé Pereira - sim, do próprio Marcelo (mas com distribuição Sony-BMG).

Foto: Niickooo
1) A volta de Cheech & Chonga
2) Cansei de novo na Monica Bergamo - e, de novo, mais lenha
3) Mallu, Camelo, Hurtmold, Fernanda Takai, Vanguart e Macaco Bong no Eletronika desse ano
4) Howard Stern vai refilmar Rock’n'Roll High School
5) Ovelha Elétrica: As 10 maiores inutilidades da internet
6) Mais um filme do Homem-Aranha: dessa vez, só com o Venon
7) 10 restaurantes bizarros
8) Perry Farrell tenta antecipar o Lollapalooza desse ano
9) ‘Computador’ mais antigo do mundo previa ciclos de quatro anos dos Jogos Olímpicos
10) Geração do MP3 não conhece letras das músicas
Desde que comecei a editar o Link em maio deste ano, ganhei uma tarefa a mais: apresentar o programa que caderno tem na rádio Eldorado, todo domingo às 21h (a freqüência é 92,9 FM e dá pra ouvir pelo site da rádio, em streaming). Divido o programa com o Otávio Dias, que edita o caderno comigo, e com o infame Fabio Lima, que conduz o bate-papo. No Link Eldorado, damos uma geral no caderno de segunda-feira e, aos poucos, fui conseguindo espaço para tocar artistas que disponibilizam músicas para download. Já incluí nesta brecha de espaço músicas do Supercordas, Jumbo Elektro, A Roda, Grenade, PELVs, Lucas Santtana, entre outros. A partir deste domingo estou oficializando a contribuição e toda semana tem duas musiquinhas tocando na rádio, com links e informações rápidas sobre as bandas escolhidas. Neste domingo, temos:
“I Feel Fine” - The Twelves
“Mini-Otário” - Hurtmold
Surfe no YouTube, foco no rock independente brasileiro e olha só a relação de filé mignon que eu separei aí embaixo… E eu sei que tem mais, mas se liga:
“Calma” e “Pinto de Peitos” - Cidadão Instigado
“Chuva Negra” e “Mestro” - Hurtmold
“Câncer” - Walverdes
“Rainmaker” - Grenade
“Swinga” - Mombojó
“Máquina de Ricota” - Bonde do Rolê
“Noite” - Ronei Jorge & os Ladrões de Bicicleta
“Babydoll de Nylon” - Karine Alexandrino
“Querida Superhist x Mr. Frog” e “Beatle George” - Jupiter Maçã
“Burn Baby Burn” - MQN e o Marquinho Butcher
“Nada a Ver” - Autoramas
“Blablabla” - Pipodélica
Bonus track: Clipe não-autorizado para “Alala”, do Cansei de Ser Sexy, gravado na Torre (esse aqui é o oficial e aqui a mesma música no trio elétrico do Skol Beats, junto com o Camilo Rocha).
Bonus track dois: Teenage Fanclub no No Ar: Coquetel Molotov, em Recife (”What You Do To Me“, melhor impossível)., que dá a deixa pra outro tópico - shows gringos no Brasil.
Ajudem aí. Tanto esse quanto o próximo. Inclusive vocês que têm um monte de vídeos desses em casa.
Istaile. Os Hermanos podem ter renunciado ao indiesmo em seu último disco, o interminável 4, optando por criar um gênero mutante e duvidoso - uma espécie de MPB rock já arranhado por figurões como Lulu Santos, Paralamas do Sucesso e Skank, nenhum com sucesso. Mas foi uma decisão sonora - apesar dos barcos, dos ventos e das praias bossanovistas de respeito quase barroco (quase mineiro de tão barroco, criando mais uma contradição, a bossa mineira), eles continuam lembrando de onde vieram.
E num heroísmo tão louvável quanto gravar o DVD no Cine Íris, eles se voltam à cena indie Brasil. Primeiro, colocando bandas independentes (quatro por mês em uma rádio online em seu site oficial - tem Marcelo Birck, de cara, o que já marca dez pontos). Depois, convidando três bastiões da cena pra abrir cada um de seus três shows no próximo fim de semana (Nervoso na sexta 13, Hurtmold no sábado 14 e Cidadão Instigado no domingo 15). E, finalmente, deixando gravadoras indies venderem seus discos nos seus shows - e a famosa “banquinha”, que há dez anos vendia fita demo a dez reais, entra de vez no mainstream brasileiro. O fato é tão legal que fez o Lariú se empolgar a fazer uma edição nova do Midsummer Madness - é, o zine que deu origem a tudo, em papel.
Então é isso. 4 é chatão, mas é só a minha opinião. Mas se for pra continuar fazendo discos chatos, do jeito que eles quiserem (esse sim, o grande trunfo do disco), mas se tiverem a manha de continuar com atitudes dessas, maravilha! Porque se você não quiser ouvir, é só não ouvir - eles não precisam ficar empurrando o disco novo na marra pra qualquer um que passa. Massa.
Reciclando um post do meio do ano:
- Um poste no final da ladeira do Paraíso
- Catra + Digital Dubs na Casa da Matriz
- Grenade no Milo e abrindo pra Nação em Curitiba
- Sorvete noturno
- Camilo x Nepal duas vezes, no Fosfobox e na Casa da Matriz
- 15 dias em Floripa
- Quatro parafusos a mais
- Jamie Lidell no Tim Festival
- Catra + Dolores, Nego Moçambique + Gerson King Combo no trio elétrico do Skol Beats
- Batman Begins
- Imersão em Rolling Stones (quatro bios, todos os discos oficiais, filmes, outtakes, raridades)
- Paulo Nápoli na Popcorn
- Disco do primeiro semestre: O Método Tufo de Experiências, do Cidadão Instigado
- DJ Rupture no Vegas
- Tarja Preta 4
- Kings of Convenience no Tim Festival
- Disco de Ouro - Acabou Chorare com Lampirônicos, Baby Consuelo, Luiz Melodia, Rômulo Fróes, Elza Soares e Davi Moraes no Sesc Pompéia - catártico
- Wax Poetic e Vitallic numa mansão em Floripa
- Publicar o Cultura Livre no Brasil
- Damo Suzuki e convidados no Hype
- Baladas gastronômicas
- A mixtape do Nuts
- Quinto Andar e Black Alien no falecido Jive
- Disco do segundo semestre: Futura, Nação Zumbi
- Pipodélica na Creperia
- “Capitão Presença” - Instituto
- Curumin, Jumbo Elektro e KL Jay na Casa das Caldeiras
- Úmero de titânio
- Television no Sesc Pompéia
- Violokê no Chose Inn
- Turbo Trio
- Stuart e Wander Wildner no Drakkar
- Rockstar: depois dos GTA, Beaterator
- Lafayette & Os Tremendões no Teatro Odisséia
- Donnie Darko
- Sandman pela Conrad
- Mylo no Skol Beats
- “The Other Hollywood”
- Weezer em Curitiba
- Buenos Aires
- Comprar livros em Buenos Aires
- Disco de Ouro - Da Lama ao Caos com Orquestra Manguefônica no Sesc Pompéia
- Anthony Bourdain
- Instituto + Z’África Brasil no Vivo Open Air
- Animal Man, de Grant Morrison
- Bátima, com direito à entrevista em vídeo
- Segundas-feiras no Grazie a Dio (Cidadão Instigado, Moreno + 2, Junio Barreto, Hurtmold, Wado, Curumin)
- Transformar uma discotecagem num toque de atabaque pós-moderno (as minhas melhores: duas vezes na Maldita, abrindo pros Abimonistas na Revolution da Funhouse, aniversários da Laura e da Fernanda na Vila Inglesa, esquema lo-profile no Adega, duas vezes duelando com o Guab na Rockmixtape e abrindo pro Satanique Samba Trio e pro Diplo no Milo, aniversário da Tereza no Berlin, com o Cris numa festa fechada no Vegas)
- “Promethea” - ufa!
- Paul Auster
- A Fantástica Fábrica de Chocolate, de Tim Burton
- Papo sobre o futuro do jornalismo com o Alex Antunes e o Claudio Julio Tognolli na Abraji
- Oséias e Los Hermanos no Trama Universitário
- O melhor duelo de sabres de luz de todos os tempos
- E.S.S. duas vezes, no Atari e na Funhouse
- Dar a dica pro Diplo tocar Cyndi Lauper no bis do set na choperia do Sesc Pompéia (que, aliás, tá com uma caixa nova que, ela mesma, é uma epifania)
- MP3s dos Sebozos Postiços
- O sábado do II Encontro de Mídia Universitária
- A volta do Pink Floyd clássico e Saucerful of Secrets do Nicholas Schaffner
- Sopa e chá na hora certa
- O novo do Cronenberg
- Sebozos Postiços no Vivo Open Air
- Temporada no Takara no Coisa Fina
- Ju, Ana, Dan, Fab, Tati - uma senhora equipe de trabalho
- DJs residentes: MZK, Bispo, Guab e Miranda
- China e Mombojó no Sesc Pompéia
- “Quanto Vale ou É Por Quilo” - só falta ser mais pop pra sair do cineclube (alguém explica o Michael Moore pro Sérgio Bianchi e ele pára com o pessimismo “já era”)
- Labo e SOL num Blém Blém quase vazio
- Wilco no Tim Festival
- Ter certeza que nunca tanta música ruim e desinteressante foi produzida na história como hoje - fora do Brasil (inclua o nome que você imaginar nessa lista - do Nine Inch Nails ao Coldplay passando pelo Wolf Eyes e Teenage Fanclub, ou Weezer e Sleater-Kinney). Só o Jack Johnson e o Franz Ferdinand salvam
- Aqui dentro, por outro lado, é outra história
- Jazzanova no Ampgalaxy
- Piratão, do Quinto Andar
- Walverdes no Rose Bon Bon
- Milo Garage
- Pipodélica e Zémaria no Avenida
- “Feel Good Inc.”, colosso
- It Coul Have Been So Much Better - Franz Ferdinand
- Jurassic 5 em duas noites em Santo André
- Bad Folks abrindo pro Mundo Livre em Curitiba
- Sites de MP3 e mixtapes de funk carioca
- De La Soul no Tim Festival
- Mike Relm no Vegas
- “I Feel Just Like a Child”, Devendra Banhart
- Entrevistar o J.G. Ballard por fax
- Mercury Rev, perfeito, em Curitiba
- Sessão privada do Sou Feia Mas Tou na Moda com a Laura, a Denise, o Bruno, o Boffa, o Diplo e a Mia
- O livro do Sílvio Essinger
- Sonic Youth no Claro Q É Rock de São Paulo
- Chopinho vespertino numa Curitiba belga
- Acompanhar as turnês do Mundo Livre S/A e da Nação Zumbi pelo sul do Brasil
- Superguidis ao vivo
- “Galang”
- Abajur pra sala no quarto
- “Music is My Hot Hot Sex” - Cansei de Ser Sexy
- As voltas do Akira S e do DeFalla
- Gravação do DVD do Otto
- Chaka Hot Nightz
- A volta da Bizz (muito istaile)
- R2D2 do Burguer King
- “Nada melhor do que não fazer nada…”, Rita Lee, mesmo que só em canção, realmente sabe das coisas
- Cuba! - e com a Laura…
Agora vai. Dobradinha entre a Slag e o Coquetel Molotov garantem a vinda dos escoceses mais legais do planeta ao Brasil. A notícia saiu do Diário de Pernambuco, vê lá. A data marcada é 27 de março do ano que vem e deve ter shows da PELVs e do Hurtmold, ao menos na etapa de Recife. Claro que o show deve descer pro Rio e pra São Paulo (e, talvez, além), mas não tem nada confirmado, por enquanto.
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