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Arquivo: instituto

“They Don’t Make Mistakes”

E vocês ouviram a música do Tejo com o Andre Lucarelli pra trilha sonora do Bruna Surfistinha?


Tejo Damasceno e Andre Lucarelli – “They Don’t Make Mistakes” (MP3)

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Vinteonze: Nature must be living free

Mais um programa, mais papo furado improv-style: falamos sobre o primeiro show do disco novo do Marcelo Camelo, do primeiro disco do Criolo, Instituto e +2, Casa de Francisca, Gui Amabis, Mr. Catra, YouPix e os trolls e até conselhos amorosos. Uma hora e vinte de Vinteonze: isso deve ser um sinal.

Ronaldo Evangelista & Alexandre Matias – “Vinteonze #0006“ (MP3)

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Mantrinha maneiro

Cante comigo:

“We are gonna rule the world
Don’t you know, don’t you know?
We are gonna rule the world
Don’t you know, don’t you know?
We gonna put it together
Gonna put it together
We gonna put it together
Gonna put it together”

E nesta quinta tem Instituto tocando Tim Maia Racional ali no Studio… Alguém anima?

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Rockers Control + Instituto + Curumin

Kibei esse post do Ronaldo inteiro: não é pra menos, afinal, é um set de uma horinha com os indivíduos acima tocando reggaeira pesada, na moleira. Vale muito.


Rockers Control + Instituto + Curumin ao vivo (MP3)

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Ganjaman solta o gogó

Mais um registro da Coleta Seletiva do Instituto, desta vez com a participação dos velhuscos Carlos Dafé e Di Melo.

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Instituto tocando Pink Floyd

Bem foda o primeiro show da série Toca Aí, que o Sesc está fazendo durante janeiro, que rolou ontem na choperia do Sesc Pompéia. Ganjaman, o maestro do Instituto e, para quem não sabe, completamente fissurado em Pink Floyd, rearrumou a banda para um show para iniciados na banda, e a formação, mais do que eficaz, era reverente: além de Ganja assumir vocais, teclados e piano de cauda, o Instituto Floyd ainda tinha Régis e Catatau do Cidadão Instigado nas guitarras, Marcos Gerez do Hurtmold no baixo e Samuel Fraga na bateria. Juntos, encarnaram o grupo inventado por Syd Barrett por pouco mais de meia hora num show inacreditável.

Em vez de “Time”, “Comfortably Numb” ou “Another Brick in the Wall”, fomos presenteados com versões fiéis para músicas pouco conhecidas para quem só conhece Pink Floyd de orelhada. É o território de discos como Atom Heart Mother e Meddle, de uma banda inglesa tentando levar a influência do blues para outras dimensões. Para se ter uma idéia do tipo de leitura feita, basta dizer que a banda se aventurou por “Echoes” e “Atom Heart Mother”, músicas que, nas versões originais, são épicos que ocupam um lado inteiro do disco em vinil.

No palco, os dois guitarristas do Cidadão Instigado pagavam tributo a um de seus principais ídolos, David Gilmour. Catatau, de timbre mais personalista, até arriscava o tipo de solo e timbres usados no Cidadão Instigado, enquanto Regis Damasceno se revelava discípulo e devoto de forma quase literal do velho guitarrista do Pink Floyd. Gerez também encarnava um bom Roger Waters – um baixista que, sem suíngue, descobriu um groove quadrado que tinha tanto a ver com a psicodelia inicial do grupo com o som cabeçudo que assumiram logo a seguir. E não duvide se Samuel Fraga tenha decidido virar baterista por influência de Nick Mason. Mas o principal nome da noite era Ganjaman, cada vez mais à vontade nos vocais, e debulhando solos em teclados elétricos ou no piano acústico. Regeu um grupo coeso e afiado, que parecia tocar aquelas músicas há alguns bons anos juntos, e ainda chamou um naipe de metais – com o trompetista Guizado entre os músicos – para duas faixas: “Atom Heart Mother” e uma versão emocionante de “Summer ’68″.

A política de não tocar hits do grupo foi vencida ao final, quando, após sair do palco, a banda foi obrigada a voltar ao palco – o show não durou mais do que uma hora. E entre repetir mais uma música e ceder aos hits, foram de “Wish You Were Here”, desta vez liderada por Régis. Repetiram mais uma vez “Have a Cigar” e encerraram um show que, de repente, acontece em outras oportunidades. Encontrei Ganja na saída e ele comentou justamente isso, que ao final do show, os músicos perguntavam-se quando era a próxima. Levando em conta que estamos em janeiro e a São Paulo sempre esvazia nesta época – e que o show de quinta estava lotado -, não é difícil pensar que, a banda repete o show. Tomara.

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Instituto versions

Falei com o Ganja sobre as versões que o Instituto tem mandado ao vivo, mas você já ouviu?

Atente pro próprio Ganjaman cantando. Fiquei de cara.

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Instituto toca Pink Floyd

É isso aí: os caras são os primeiros a abrir o projeto Toca Aí, do Sesc Pompéia, nesta quinta-feira. Além deles, o mês ainda inclui os Forgotten Boys tocando Stones (quinta que vem), a banda paralela do Cidadão Instigado (Clayton, Régis e Ryan atendem como The Mockers) tocando Beatles pós-66 e o Vanguart tocando Dylan. Mas confesso que, de todos, é o Instituto tocando Pink Floyd que mais me chamou atenção. Corre logo pra comprar o ingresso, que já tá acabando. Conversei com o Ganja sobre o que dá pra esperar desse show.

De onde veio a idéia desse show, hein: ela é parente do Dub Side of the Moon ou tem alguem na banda que é megafã do The Wall ou do Syd Barrett?
Na verdade, esse show faz parte de um projeto do Sesc chamado Toca Aí!. Serão quatro bandas tocando o repertório de outras bandas. Nos chamaram pra fazer o Pink Floyd e como o Instituto abre espaço pra eu montar a banda que eu quiser, chamei músicos amigos de outras bandas que são mega fãs do Pink Floyd como eu.

Quem tá na banda?
A formação será Fernando Catatau na guitarra e Regis Damasceno na guitarra e vocal – ambos do Cidadão Instigado -, Marcos Gerez -do Hurtmold – no baixo, Samuel Fraga – de uma das formações do Instituto – na bateria e eu nos teclados, piano e vocal. Montei um repertório bem lado B, focando na fase mais progressiva e de canções da banda. A idéia é seguir fiel aos arranjos do próprio Pink Floyd, mas é claro, tocando do nosso jeito.

O Instituto está há um tempo fazendo versões de outros artistas. Vem mais um projeto aí?
Olha, temos feito alguns laboratórios no Studio SP com shows temáticos e chamando vários convidados. É um formato que me agrada muito fazer, um exercício no que diz respeito a arranjos e direção musical. Dentre esses laboratórios, fizemos uma noite dedicada a música africana que foi incrível! Acredito que levaremos esse projeto adiante.

E o tão aguardado segundo disco, sai em 2010? Ou vocês já desistiram do formato disco?
Fazem 6 anos que dizemos em entrevistas “esse ano sai!”. Fico até com vergonha, mas a idéia é realmente sair esse ano. Eu sou fã do formato disco e acho um absurdo as pessoas quererem acabar com esse formato por conta de total incompetência da indústria fonográfica de grande porte. Acho que todos os formatos devem continuar existindo e o principal deles ainda é o disco – seja CD, vinil ou digital.

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As 300 melhores músicas dos anos 00: 20) Sabotage + Instituto – “Dama Tereza”

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Isaac Hayes x Public Enemy

Classe A o mashup de “Hyperbolicsyllabicsesquedalymistic”, do Isaac Hayes, com “Fight the Power”, do Public Enemy, no Festival Trip de Política, que rolou no outro fim de semana.

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On the Run 56: Furlan – Mix20@Kriola Volume Um

E falando em blog de MP3, o Furlan, do Kriola (blog dedicado a groovezeiras pesadaças – ou “música nega do cabelo duro”, como anunciam no slogan), lançou sua primeira mixtape, com dois pés no hip hop, muita ênfase no chamado turntablism e uma pitada de literatura beat. Pra dançar com a cabeça.

Mix20@Kriola Volume Um – Música Nega do Cabelo Duro (by a.k.a Furlan)

MixMaster Mike + Mario Caldato Jr. – “Fela Mentality”
DJ Shadow – “The Third Decade, Our Move”
Cut Chemist Meets Shortkut – “Moonbase Alpha”
Amon Tobin – “The Killer’s Vanilla”
Dj Shadow & Cut Chemist – “Funkybreakbeat”
Hexstatic – “Ninja Tune (Enter The Augmenter)”
Madlib – “Slim’s Return”
Kid Koala – “Drunk Trumpet”
Instituto & Dj Dolores – “Walkman (Versão Original)”
Allen Ginsberg / IllyB – “End The Vietnam War (Dj Spooky Remix)”
Deltron 3030 – “Madness”
Scratch Perverts – “Prime Cuts”
William S. Burroughs – “Curse Go Back”

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Goiânia em São Paulo

E para quem, como eu, não vai poder ir no Goiânia Noise Festival (cai bem quando eu estiver viajando…), resta contentar-se com a versão paulistana do festival da Monstro que, diferente da edição-sede, no planalto central, vai contar com bem menos artistas, mas boa parte dos gringos que tocarão lá, passam por aqui. A edição paulistana do Noise trará shows dos americanos Black Lips, dos canadenses Black Mountain, dos Flaming Sideburns da Finlândia e dos escoceses dos Vaselines (é, aqueles), além dos brasileiros Ambervisions e Do Amor, entre outras bandas. O único gringo de renome que não virá para a edição paulistana é o Helmet, mas o festival goiano ainda contará com shows de Frank Jorge, Marcelo Camelo, Guizado, Gangrena Gasosa, Instituto, Continental Combo e outras bandas. O SP Noise acontecerá nos dias 21 e 22 de novembro, na Eazy, que fica na Barra Funda. Aqui tem mais informações.

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Festivália

Falando nisso, semana que vem começa o semestre dos festivais, com o Eletronika em Belo Horizonte, com Hurtmold (e, DIZEM, Marcelo Camelo), Twelves, Fernanda Takai e a menina do Pizzicato Five, Macaco Bong, Instituto fase Racional, Pex BaA, Takara, Vanguart, Curumin, Guizado, Monno e Mallu, entre outros, em Belo Horizonte. Depois tem o Melvins, Plasticines e Hives no tal do Orloff 5 e, mais tarde, tem o Skol Beats (que inspira a grande pergunta: o que fazer entre o Justice e o Digitalism?). Depois tem a Invasão Sueca com Shout Out Louds e Peter Bjorn & John (os ingressos pro show de São Paulo já estão à venda, viu), ao mesmo tempo em que rola o Coquetel Molotov em Recife. Junta isso com um Timfa já com Sonny Rollins, Klaxons, Kanye West, o National e o MGMT, entre outros, um Planeta Terra que além de Bloc Party, Kaiser Chiefs, Jesus & Mary Chain, Animal Collective, Spoon, Foals ainda periga ter uns nomes que o Lucio andou cantando alto (Sonic Youth tocando Daydream Nation? Breeders? Kylie?) e possíveis shows do R.E.M., do Mudhoney e do Nine Inch Nails na paralela. Fora um Goiânia Noise que vai ter Black Lips, Vaselines, Black Mountain e Circle Jerks.

Nada mal, hein?

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Vida Fodona #040: Quarentinha

Curumin remixado, groovy polonês, Greg Dulli no R&B, big beat temporão, N Sync nos vocais, Bob Smith sem eletricidade, tempestade vindo, o lado B do Abbey Road dos Beastie Boys, Curtis vintage, velha guarda do hip hop brasileiro, Eminem com Depeche Mode, Bonde do Morrissey e Nuts instrumental, em pouco mais de uma horinha.

- “Dancing Nuts” – Novy Singers
- “Creep” – Afghan Whigs
- “Do Do Wap Is Strong in Here” – Curtis Mayfield
- “Ambros Seelos” – Mabusso
- “BeatNuts 02″ – DJ Nuts
- “Mas Que Linda Estás” – Xis & Kamau + Instituto
- “Guerreiro (Remix)” – Curumin
- “A Forest (Acoustic)” – Cure
- “Storm Coming” – Gnarls Barkley
- “Plug It In (featuring JC Chasez)” – Basement Jaxx
- “We Don’t Care” – Audio Bullys
- “Can’t Get Enough Pills” – Freelance Hellraiser
- “Montagem Dermite” – MC Saquinho
- “B-Boy Bouillabaisse” – Beastie Boys

Pegaqui.

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SamPa Beats

O Jeroen Revalk, do programa de rádio belga Cucamonga, esteve no Brasil no começo de 2006, para fazer entrevistas sobre a atual cena de São Paulo. O resultado é a série SamPa Beats, e tem dois trechos diferentes (dá pra ler e ouvir) de uma entrevista que ele fez comigo no hall do 7 Colinas (meu lar em Recife), quando eu tava no Porto Musical. Além deste seu correspondente, há entrevistas com o Maurício Takara, Tom Zé, Cunha Jr., Sérgio Dias, Hermano Vianna, Maurício Bussab, Arnaldo Antunes, Cadão Volpato, Apollo 9, Rica Amabis (do Instituto), Zeca Baleiro, Bid, Guilherme Barrella (da Peligro), Rodrigo Brandão, Stela Campos, Otto, Alexandre Youssef, João Marcello Bôscoli, Loop B, Suba, Gilberto Gil, Rodrigo do Pex Baa, Claudio Silberberg (da ST2), Rob Mazurek, Caetano Veloso, Jorge Ben, Jair Oliveira, Benjamin Taubkin, João Parahyba, entre outros… Bom trabalho, Jeroen.

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