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Arquivo: joao brasil

João Brasil x… Madonna?

Havia certa semelhança entre a colaboração de João Brasil e Lovefoxxx e uma certa faixa produzida pelo Diplo

Mas e com essa música nova da Madonna, hein?

Tá certo que todos os refrões remetem ao corinho de cheerleader que remete ao Clube do Mickey (o mesmo por onde passaram Justin e Britney) e já tinha sido usado até com a mesma temática (banana) antes de “L.O.V.E. Banana”…

…mas a dúvida fica no ar.

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Latino + João Brasil: 2012 era o ano de quê mesmo?

João postou no Feice

Melhor nem querer imaginar o que vai sair daí…

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Vida Fodona #293: O programa hoje puxa mais pra pista de dança

…porque nas próximas duas sextas vão ser de festa!

João Brasil – “Charme de Dar”
Foster the People – “Pumped Up Kicks (Skeet Skeet Show Edit)”
Holy Ghost! – “Wait & See (Flight Facilities Remix)”
MSTRKRFT – “Beards Again”
Justice – “Civilization”
Cansei de Ser Sexy – “La Liberación”
Metronomy – “The Bay (Erol Alkans Extended Rework)”
Kassin – “Calça de Ginástica”
Beck – “Mixed Bizness (Cornelius Remix)”
Bjôrk – “Crystalline”
Radiohead – “Separator (Four Tet Remix)”
Warpaint – “Bees”
Twin Sister – “Bad Street”

Chegaê.

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João Brasil – “Charme de Dar”

O brasileiro mais escondido de Londres inspirou-se num post meu pra fazer um mashup em homenagem à “polêmica” anal de Sandy. Ficou fino.


João Brasil – “Charme de dar (Guilherme Arantes X Gaiola da Popozudas) (MP3)

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“Freak Le Boom Boom”, apresentando Marina Gasolina, Cansei de Ser Sexy e João Brasil

Mais uma da coletânea Red Hot + Rio 2, com um twist (no caso, remix). Marina Gasolina (ex-Vello, do Bonde do Rolê) escolheu desenterrar o clássico hit “Freak Le Boom Boom”, da Gretchen, para gravar ao lado dos caras do Radioclit e chamou o João Brasil e o Cansei de Ser Sexy pra fazerem os remixes. Deixo o do João Brasil, todo paraense, aí embaixo e tanto a versão original quanto o remix do CSS dá pra ouvir no site do Caffarena, onde eu li isso.


Maria Gasolina – “Freak Le Boom Boom (João Brasil Remix) (MP3)

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Diplo x João Brasil

É impressão minha ou essa produção nova do Diplo…

…tem exatamente o mesmo refrão da música do João Brasil com a Lovefoxxx?

Não foi só eu que achei não: vi no PapelPop.

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João Brasil + Lovefoxxx

Os gringos até podem comprar, mas eu não gostei da primeira parceria do João Brasil com a Lovefoxxx, talvez único caso em ambas carreiras em que a letra é mais legal do que a música. “L.O.V.E. Banana” fica num meio termo entre o lambada-style que João Brasil tem tentado impregnar a seu set já devidamente funkcariocado e o electropop que o Cansei de Ser Sexy – e a própria Lovefoxxx, em suas incursões como duetos “featuring” – está deixando em segundo plano. O pior é que o potencial de um hit que fosse ao mesmo tempo esculhambado e fino era gigantesco (e é, espero por uma segundinha dos dois), mas o resultado é quase desanimador… Mas o clipe é legalzinho, vale ver.

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Que noite!

Que jeito fantástico de começar um ano novo. Só quem esteve lá pode confirmar: eu, Tiago, Dani e João Brasil sacudimos a pista do Alley dum nível que foi difícil arrancar o sorriso da cara das pessoas no dia seguinte, mesmo com ressacas brabas. Confere aí nas fotaças do mesmo Mattina que fotografou a GB do Rio (“tu de novo?”, ele perguntou de cara) fez – e flagrou algumas celebridades de verdade (de carne e osso, não essas que aparecem em revista ou TV) se acabando em nossa pistinha. A festa foi tão melhor do que esperávamos (e olha que esperávamos muito!) que estamos agitando uma segunda edição. Mas não tão logo, pra não banalizar.

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Eu, Dani Arrais, João Brasil e Tiago Guiness botando todo mundo pra dançar

A noite de hoje promete, pois os quatro discotecários do Alley hoje concordam no único ponto que precisa ser concordado: noite boa é noite divertida. Resolvi comemorar meu aniversário na primeira vinda de João Brasil a São Paulo depois de sua temporada londrina, que calhou de ser no mesmo dia em que a querida Dani volta às pistas depois do fim de sua festa e numa noite pilotada pelo grande Tiago. Como Luciano tá viajando, discoteco sozinho – ou seja, não é uma Gente Bonita. Mas isso não diminui o impacto da noite, que ainda tem descontos para quem não quiser gastar um tostão furado para entrar: basta imprimir o cupom na home do site do Alley (que fica ali na Barra Funda, em frente ao Clash) e levar para a festa antes da meia-noite que não se paga nada para entrar.

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Batidão Xx

Provavelmente inspirado pelo remix do André Paste, João Brasil mashupou todo o primeiro disco do Xx (que faturou o Mercury Prize ontem). Baile X foi até citado no Guardian, onde o colunista Chris Salmon fez a ressalva:

But be warned, after hearing all these, the original does begin to sound a bit empty by comparison.

Exagero? Se liga:


João Brasil – “Cerol no VCR

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Meio ano de mashups

E João Brasil completa metade de sua árdua tarefa de fazer um mashup por dia durante 2010. E reuniu todos os mashups que fez até agora em um único post. Sente o drama.

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Lovefoxxx manda notícias

O Cansei de Ser Sexy já está gravando seu próximo disco, aqui em São Paulo e algumas novidades começam a aparecer na paralela. A primeira é o clipe de “Spoiled Boy”, do grupo 80Kidz, em que Lovefoxxx assume o vocal:

Ela também gravou o vocal para a baladinha “Nightcall”, do Kavinsky:

E eu vi no Move that Jukebox que ela e o Adriano gravaram a faixa abaixo, “Knees”, para uma campanha da Associação Cultural Mix Brasil para aumentar o uso de camisinha.

Lovefoxxx também foi entrevistada pela Noize, de onde eu surrupiei a foto lá de cima (feita pelo Rafa), em que disse que irá colaborar com o grande João Brasil. Worlds collide!

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Impressão digital #0013: Kick Ass e Mark Millar

Minha coluna no 2 de domingo…

Uma ajuda da internet
Mark Millar, quadrinhos e cinema

Kick Ass – Quebrando Tudo, que estreia na próxima sexta-feira nos cinemas do Brasil, pode até não ser candidato às listas de melhores filmes de 2010 feitas por críticos de cinema. Mas, desde que foi anunciado, ele já estava entre os filmes mais legais que seriam lançados este ano. Basicamente porque seu autor, o escritor Mark Millar, criou todo o conceito do novo super-herói pensando nos fãs. Mas antes de falar do filme, vale contar um pouco a história de Millar.

Escocês, ele decidiu que se tornaria um escritor de quadrinhos quando viu uma palestra de Alan Moore (autor de clássicos modernos como Watchmen e V de Vingança) e estreou no mercado norte-americano sob a guarida de outro ídolo, Grant Morrison (da série Os Invisíveis), em 1994. Em menos de cinco anos, ele já era festejado como um dos grandes nomes daquela indústria, continuando o trabalho de Warren Ellis em Authority, e criando uma das melhores histórias do Super-Homem, Red Son, que imagina o último sobrevivente de Krypton chegando à Terra pela antiga União Soviética.

No ano 2000, mudou-se para a Marvel e começou a virar do avesso aquele universo de super-heróis, primeiro reinventando o Homem-Aranha para o século 21 e fazendo, mais tarde, o mesmo com os X-Men, Capitão América, Hulk e Thor. Em comum, estas novas histórias tinham o fato de atualizar aqueles heróis para o mundo pós-internet (Peter Parker, por exemplo, era o estagiário que cuidava do site do Clarim Diário). Mas depois de muitos anos escrevendo histórias criadas por outros, decidiu inventar seus próprios mitos.

E, entre eles, Kick Ass. A minissérie em quadrinhos foi lançada mirando em sua adaptação para o cinema. Millar já brincava com as duas mídias na Marvel – em uma edição dos Supremos (sua versão para os Vingadores), os heróis discutem quem seriam os melhores atores a interpretá-los no cinema.

Com Kick Ass a metalinguagem vai além – e a internet ajuda a misturar realidade e ficção. Na história de Millar, um garoto resolve virar super-herói por conta própria – mas só se torna notado depois que uma briga em que se envolve é filmada por celular e vai parar no YouTube.

Estes pequenos detalhes mostram que Millar está atento não apenas às novidades, mas também disposto a não tratá-las como coisas de outro mundo, mas partes do cotidiano de cada um. O protagonista mede sua popularidade ao comparar o número de amigos em seu perfil do My-Space com o da identidade secreta que criou. E quando ele pergunta à pequena heroína de 10 anos, a adorável Hit Girl, onde ela conseguiu um lança-chamas, sua resposta é direta: “Ebay.”

Desta forma, Millar é o primeiro autor a pular dos quadrinhos para o cinema sem ser um mero contratado. Produtor executivo do filme, Kick Ass não é a primeira obra sua a ganhar vida na telona (a série Wanted virou o filme O Procurado, com Angelina Jolie). E não deverá ser a última.

Um mashup para a Copa do Mundo
http://365mashups.wordpress.com. Segue a árdua tarefa do produtor João Brasil que vai fazer um mashup por dia durante todo o ano de 2010. Uma das novidades dele é a mistura da nova versão de Umbabarauma de Jorge Ben com Mano Brown com Uma Partida de Futebol, do Skank.

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Tom Jobim no Baile Funk

Ops, ele fez de novo! Desta vez João Brasil subiu com o papa da bossa nova em direção aos morros, onde fez o giro dos bailes funks e botou Tom Jobim pra rebolar. O disco todo você baixa aqui, mas a minha favorita é essa:


João Brasil – “Garota do Chefe

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This is Mashing – João Brasil

E era verdade: João Brasil estava mesmo fazendo um álbum de mashups em cima do ainda não lançado disco do LCD Soundsystem, This is Happening. AC/DC, Michael Jackson, Alanis Morrissette, B-52′s, Eminem, Lily Allen e outros menos cotados se misturam com as faixas do triste terceiro disco da marca de James Murphy. Separei o mashup com a minha atual faixa favorita do disco do LCD, “One Touch”, que mistura-se com a farofa incendiária da “Poker Face” de Lady Gaga. O disco inteiro cê baixa aqui.


João Brasil – “One Poker Touch

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