Arquivo: kill bill ’
23 de março de 2011 às 14h04
Quentin Tarantino x Irmãos Coen
Os brinquedos de Dalton fazem parte da exposição Quentin vs. Coen, que chama designers pra remixar o imaginário do trio de diretores que reinventou o conceito de white trash (e, consequentemente, os EUA) para o século 21, na galeria Bold Hype (olha o nome!), em Nova York.
17 de janeiro de 2011 às 14h40
Schrödinger Produções
Filmes de um universo paralelo
Matrix dirigido por John Boorman (com Bruce Lee como Neo), Tron feito por Cronenberg, Inception de Samuel Fuller (com trilha de Sun Ra!), Tobe Hopper e John Carpenter juntos, 2011 de Kurosawa, Guerra nas Estrelas de Jodorowski, 1984 de Paul Verhoeven e Kill Bill com Marilyn Monroe e Russ Meyer. Esses são só algumas das pérolas (há dúzias) de filmes imaginários criados pelo site Hartter. Lá tem mais.
7 de julho de 2010 às 14h27
Mais cinema minimal ainda
Desta vez, à brasileira:
Pedro Vidotto é brasiliense e criou um monte de outros posters do tipo – todos em seu site.
Se você gostou desses, sugiro também o espanhol Hexagonall, o americano Brandon Schaefer, o Supertrunfo de fontes do Face 37, os livros-game de Olly Moss, os filmes de papel do Spacesick, os pôsteres do polonês Grzegorz Domaradzkis, o Tarantino do canadense Ibraheem Youssef, a filosofia pop do Mico Toledo e os super-heróis pulp de Steve Finch.
3 de maio de 2010 às 12h40
Tarantino não tão minimal
Outro trabalho do Hexagonall – mas é meio inglório tentar resumir Tarantino a uma imagem icônica por filme, daí…
26 de fevereiro de 2010 às 14h50
Planos-seqüência clássicos
E por falar em plano-seqüência, separei alguns clássicos pra matar o tempo. Começando pelo principal deles, o ousado início de A Marca da Maldade, de Orson Welles. Se ele inventou o cinema em Cidadão Kane, com esse filme ele inventou o cinema B:
Tem a clássica abertura de O Jogador, de Robert Altman, em que a própria duração da seqüência é citada. Todos os diálogos desse trecho foram improvisados:
Outro clássico, este do Antonioni, em Profissão: Repórter, que rendeu boatos de que o diretor havia construído um hotel só para filmar esta cena.
O engarrafamento de Weekend, um dos meus favoritos do Godard (são pouquíssimos), também é memorável:
E, óbvio, o velotrol do Iluminado, do Kubrick, um apaixonado por planos-seqüência:
Talvez não tão apaixonado quanto Hitchcock que fez um filme inteiro (Festim Diabólico) a partir deste preceito. Chupa, Jack Bauer:
Hitchcock era tão fissurado no tema que já havia exercitado lindamente a técnica em Sob o Signo de Capricórnio:
E não a abandonou, como vemos nesta cena de seu Frenesi:
A paixão de Hitchcock também motivou um de seus principais alunos, o sampleador Brian de Palma, que cansou de usar o recurso. Abaixo, uma cena de Fogueira das Vaidades e outra do Pagamento Final, com Al Pacino:
Também discípulo de Hitchcock, Dario Argento exercitou o formato em A Mãe das Lágrimas:
Outro diretor-cinéfilo que também curte o formato é Scorsese. Abaixo, a cena em que a personagem de Loraine Bracco (saudades da doutora Melfi) é apresentada ao glamour do submundo, em os Bons Companheiros:
Tarantino é outro sampleador que não titubeou em fazer um take longo em uma cena de ação, em Kill Bill:
Partindo pra ação, eis John Woo em seu melhor momento, no hospital de Hard Boiled:
E esta cena de Old Boy? Puro Double Dragon:
(Vale abrir um parêntese para falar da influência dos videogames neste formato. Olha só:
É impossível conceber que Arca Russa e Elephant não foram influenciados por Doom.)
De volta à ação, um clássico do YouTube: a luta épica de Breaking News: Uma Cidade em Alerta, de Johnny To. O Protetor, de
Tom Yung Goong.
E até o Michael Bay foi nessa, em Bad Boys 2.
A ficção científica também rendeu bons takes, como essa cena incrível do Filhos da Esperança, do Cuarón:
Ou esta cena de Strange Days:
Ou a abertura de Contato:
Pra fechar, olha que foda esse curta do diretor bósnio Ahmed Imamovic, chamado 10 Minuta:
Lembra de mais algum?
9 de fevereiro de 2010 às 9h23
Reimaginando Tarantino
E por falar em posteres reimaginados, o designer canadense Ibraheem Youssef se incumbiu em transformar os cartazes dos filmes de Quentin Tarantino a partir de alguns elementos centrais de cada um dos filmes.
26 de março de 2009 às 17h17
Kill Bill de uma vez só
15 de janeiro de 2009 às 18h41
E falando em pôster de filme…
E que tal esse conjunto de pôsteres refeitos com ênfase nos produtos dispostos durante o filme? Foram inventados pelo estúdio Antrepo e estão à venda.




















































Profissão: autobiógrafo.


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