28 de dezembro de 2011 às 23h35
Kurt Cobain, 1993
Uma entrevista franca, sobre sucesso, amor, paternidade, new wave, indústria musical, ter seu próprio advogado e ser um cara legal:
Vale muito assistir, pra lembrar qual era a desse cara.
Uma entrevista franca, sobre sucesso, amor, paternidade, new wave, indústria musical, ter seu próprio advogado e ser um cara legal:
Vale muito assistir, pra lembrar qual era a desse cara.
E por falar em 1992, você deve lembrar do bebê espremido no meio do clássico casal abaixo, né…
Poizintão: Francis Bean deixou de ser uma adolescente gordinha…
E às vésperas de completar dezenove anos (nesse mês) foi fotografada por Hedi Slimane, em seu blog.
Tem mais fotos lá no site dele.
25 de fevereiro de 1994, quarenta dias antes do corpo de Kurt Cobain ser encontrado sem vida. Vi no Lucio.
Dodô desenterrou o histórico registro que Steve Albini fez do Nirvana no estúdio, a versão do disco que foi “polida” pela gravadora (e por Scott Litt), pois o original estava “sujo” demais. Ele conta melhor a história e dá o link para o download do vazamento.
Encerro a rodada com uma nova musa, Alexa Chung, dica da Giuliana. A próxima é do Carlão – depois é o Tomás e o Vinícius. E aí volta pra mim.
Também nunca tinha visto essa foto do Kurt que o Vinícius desenterrou: oito dias no xilindró por invadir domicílio bêbado e menor de idade (para os EUA). Tinha 19 anos, à época.
Se você achava que a caixa With the Lights Out tinha dado a última geral na história do Nirvana, tenha o prazer de conhecer Chosen Rejects – equivalente a quatro CDs com ainda mais raridades musicais da biografia de Kurt Cobain. Dividida em quatro volumes (Home Demos, Studio Sessions, Broadcasts e Live Rarities), a caixa conta com material ainda mais raro do que a versão oficial (demos do Fecal Matter, blues gravados no Tascam, gravações sem overdubs, In Utero em gestação – tá tudo lá) e não teve seu som melhorado em estúdio. Segunda-feira faz outro aniversário do suicídio de Kurt e não custa lembrar que, se não fosse ele, a música pop atual seria ainda mais coxinha do que é hoje.
Não fazia a menor idéia de que Kurt Cobain gostava dos Kids in the Hall – muito menos que eles se conheciam e eram amigos. Nessa entrevista de 2007 para o programa de Tom Green, um dos integrantes do KITH, Scott Thompson, conta como ele conheceu o Nirvana, foi reconhecido por Kurt, saíram na naite e, meses depois, como o impacto da morte do líder do Nirvana influenciou no próprio fim do Kids in the Hall. Tanto que na última cena do personagem Buddy Cole – o “bicha alfa” que era dono de um bar e funcionava como alter ego escrotizador do próprio Thompson -, a criança que aparece no porta-retrato em destaque é o próprio Cobain.
E pra quem duvida da veracidade da notícia, em uma entrevista com o próprio Cobain, feita em janeiro do ano em que ele morreu, ele confirma que conheceu Scott (aos 2:40):
E é incrível como o Krist Novoselic parece o Cameron do Curtindo a Vida Adoidado, não? Nunca nota paralela, Scott está com câncer, como twittei mais cedo. E se você não sabe quem são os Kids in the Hall (mega lacuna na sua formação cultural, devo dizer), comece por aqui.
"Even science fiction is now very far behind what's actually happening." - Marshall McLuhan. Desde 1995
Profissão: autobiógrafo.
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alexandrematias [@] gmail.com


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