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Arquivo: machado de assis

Machado de Assis branco!

Ué… O cara não era mulato?

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Hoje só amanhã: a terceira semana de 2009

Nerds atacam De Leve, que não entendeu nada
E a lancheira do Dr. Manhattan?
A volta do Little Quail
Andy Milonakis
Dueto da Feist com o carinha do Death Cab for Cutie
Remix pro Franz novo
Hot Chip x Joy Division
O renascimento da Polaroid
Will Smith vai ser Obama (?!)
Amelie Poulain vira Coco Channel
Prédios caindo na Albânia
10 episódios para o fim de Battlestar Galactica
MSTRKRFT 2009
Dinheiro da Lua
Machado de Assis e Edgar Allan Poe
Peixe russo bizarro
Volta do Butchers’ já tem data marcada
A posse de Obama vista do espaço
Cantando o tema de Guerra nas Estrelas
Curso intensivo de Led Zeppelin
Wendy Sulca
Campanha pró-trema
Karaokê do avesso
Lost no Google Maps
Outras opções para o logo da campanha de Obama
Autoramas: “the most important independent band in Brazil”
Joaquin Phoenix estréia como MC
A volta de Amy Winehouse
Indie até morrer
Diplo remixa Britney
Autor do discurso de posso de Obama tem 27 anos
Metano em Marte?
Tim Berners-Lee na Campus Party
A volta de Lost
Beastie Boy art
Só Obama pra fazer o Mussum voltar pra Globo
Nova do Bonde do Rolê
Lily Allen faz cover de Clash
Nova do U2: só pra fãzocas, mesmo
Simpsons e Edgar Allan Poe
Por que eu amo Monty Python
Zack Snyder que O Cavaleiro das Trevas
Krist Novoselic não sabe tocar Nirvana no Rock Band

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“O Corvo”, de Edgar Allan Poe, por Machado de Assis

Conheço pouco da obra de Edgar Allan Poe, mas o pouco que conheço acho fodaço. Então pro bicentenário do sujeito não passar batido, segue o poema de horror mais clássico que existe, traduzido por ninguém menos que Machado de Assis.

O Corvo
Edgar Allan Poe (tradução: Machado de Assis)

Em certo dia, à hora, à hora
Da meia-noite que apavora,
Eu, caindo de sono e exausto de fadiga,
Ao pé de muita lauda antiga,
De uma velha doutrina, agora morta,
Ia pensando, quando ouvi à porta
Do meu quarto um soar devagarinho,
E disse estas palavras tais:
“É alguém que me bate à porta de mansinho;
Há de ser isso e nada mais.”

Ah! bem me lembro! bem me lembro!
Era no glacial dezembro;
Cada brasa do lar sobre o chão refletia
A sua última agonia.
Eu, ansioso pelo sol, buscava
Sacar daqueles livros que estudava
Repouso (em vão!) à dor esmagadora
Destas saudades imortais
Pela que ora nos céus anjos chamam Lenora.
E que ninguém chamará mais.

E o rumor triste, vago, brando
Das cortinas ia acordando
Dentro em meu coração um rumor não sabido,
Nunca por ele padecido.
Enfim, por aplacá-lo aqui no peito,
Levantei-me de pronto, e: “Com efeito,
(Disse) é visita amiga e retardada
Que bate a estas horas tais.
É visita que pede à minha porta entrada:
Há de ser isso e nada mais.”

Minh’alma então sentiu-se forte;
Não mais vacilo e desta sorte
Falo: “Imploro de vós, — ou senhor ou senhora,
Me desculpeis tanta demora.
Mas como eu, precisando de descanso,
Já cochilava, e tão de manso e manso
Batestes, não fui logo, prestemente,
Certificar-me que aí estais.”
Disse; a porta escancaro, acho a noite somente,
Somente a noite, e nada mais.

Com longo olhar escruto a sombra,
Que me amedronta, que me assombra,
E sonho o que nenhum mortal há já sonhado,
Mas o silêncio amplo e calado,
Calado fica; a quietação quieta;
Só tu, palavra única e dileta,
Lenora, tu, como um suspiro escasso,
Da minha triste boca sais;
E o eco, que te ouviu, murmurou-te no espaço;
Foi isso apenas, nada mais.

Entro coa alma incendiada.
Logo depois outra pancada
Soa um pouco mais forte; eu, voltando-me a ela:
“Seguramente, há na janela
Alguma cousa que sussurra. Abramos,
Eia, fora o temor, eia, vejamos
A explicação do caso misterioso
Dessas duas pancadas tais.
Devolvamos a paz ao coração medroso,
Obra do vento e nada mais.”

Abro a janela, e de repente,
Vejo tumultuosamente
Um nobre corvo entrar, digno de antigos dias.
Não despendeu em cortesias
Um minuto, um instante. Tinha o aspecto
De um lord ou de uma lady. E pronto e reto,
Movendo no ar as suas negras alas,
Acima voa dos portais,
Trepa, no alto da porta, em um busto de Palas;
Trepado fica, e nada mais.

Diante da ave feia e escura,
Naquela rígida postura,
Com o gesto severo, — o triste pensamento
Sorriu-me ali por um momento,
E eu disse: “O tu que das noturnas plagas
Vens, embora a cabeça nua tragas,
Sem topete, não és ave medrosa,
Dize os teus nomes senhoriais;
Como te chamas tu na grande noite umbrosa?”
E o corvo disse: “Nunca mais”.

Vendo que o pássaro entendia
A pergunta que lhe eu fazia,
Fico atônito, embora a resposta que dera
Dificilmente lha entendera.
Na verdade, jamais homem há visto
Cousa na terra semelhante a isto:
Uma ave negra, friamente posta
Num busto, acima dos portais,
Ouvir uma pergunta e dizer em resposta
Que este é seu nome: “Nunca mais”.

No entanto, o corvo solitário
Não teve outro vocabulário,
Como se essa palavra escassa que ali disse
Toda a sua alma resumisse.
Nenhuma outra proferiu, nenhuma,
Não chegou a mexer uma só pluma,
Até que eu murmurei: “Perdi outrora
Tantos amigos tão leais!
Perderei também este em regressando a aurora.”
E o corvo disse: “Nunca mais!”

Estremeço. A resposta ouvida
É tão exata! é tão cabida!
“Certamente, digo eu, essa é toda a ciência
Que ele trouxe da convivência
De algum mestre infeliz e acabrunhado
Que o implacável destino há castigado
Tão tenaz, tão sem pausa, nem fadiga,
Que dos seus cantos usuais
Só lhe ficou, na amarga e última cantiga,
Esse estribilho: “Nunca mais”.

Segunda vez, nesse momento,
Sorriu-me o triste pensamento;
Vou sentar-me defronte ao corvo magro e rudo;
E mergulhando no veludo
Da poltrona que eu mesmo ali trouxera
Achar procuro a lúgubre quimera,
A alma, o sentido, o pávido segredo
Daquelas sílabas fatais,
Entender o que quis dizer a ave do medo
Grasnando a frase: “Nunca mais”.

Assim posto, devaneando,
Meditando, conjeturando,
Não lhe falava mais; mas, se lhe não falava,
Sentia o olhar que me abrasava.
Conjeturando fui, tranqüilo a gosto,
Com a cabeça no macio encosto
Onde os raios da lâmpada caíam,
Onde as tranças angelicais
De outra cabeça outrora ali se desparziam,
E agora não se esparzem mais.

Supus então que o ar, mais denso,
Todo se enchia de um incenso,
Obra de serafins que, pelo chão roçando
Do quarto, estavam meneando
Um ligeiro turíbulo invisível;
E eu exclamei então: “Um Deus sensível
Manda repouso à dor que te devora
Destas saudades imortais.
Eia, esquece, eia, olvida essa extinta Lenora.”
E o corvo disse: “Nunca mais”.

“Profeta, ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta sempre, escuta: Ou venhas tu do inferno
Onde reside o mal eterno,
Ou simplesmente náufrago escapado
Venhas do temporal que te há lançado
Nesta casa onde o Horror, o Horror profundo
Tem os seus lares triunfais,
Dize-me: existe acaso um bálsamo no mundo?”
E o corvo disse: “Nunca mais”.

“Profeta, ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta sempre, escuta, atende, escuta, atende!
Por esse céu que além se estende,
Pelo Deus que ambos adoramos, fala,
Dize a esta alma se é dado inda escutá-la
No éden celeste a virgem que ela chora
Nestes retiros sepulcrais,
Essa que ora nos céus anjos chamam Lenora!”
E o corvo disse: “Nunca mais.”

“Ave ou demônio que negrejas!
Profeta, ou o que quer que sejas!
Cessa, ai, cessa! clamei, levantando-me, cessa!
Regressa ao temporal, regressa
À tua noite, deixa-me comigo.
Vai-te, não fique no meu casto abrigo
Pluma que lembre essa mentira tua.
Tira-me ao peito essas fatais
Garras que abrindo vão a minha dor já crua.”
E o corvo disse: “Nunca mais”.

E o corvo aí fica; ei-lo trepado
No branco mármore lavrado
Da antiga Palas; ei-lo imutável, ferrenho.
Parece, ao ver-lhe o duro cenho,
Um demônio sonhando. A luz caída
Do lampião sobre a ave aborrecida
No chão espraia a triste sombra; e, fora
Daquelas linhas funerais
Que flutuam no chão, a minha alma que chora
Não sai mais, nunca, nunca mais!

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Leitura Aleatória 230


Foto: tripp-e

1) Gravadoras americanas param de perseguir quem baixa música na internet
2) Ficar sem internet causa a mesma sensação que ser roubado
3) Uma visão teológica de Clint Eastwood
4) Concorrência: seriados da Fox estão saindo antes em DVD
5) Descubra o que o Google saiba sobre você
6) O novo vocalista do Yes e a diferença entre uma banda e uma marca
7) O jeito certo de colocar o papel higiênico
8) Sobre a dificuldade em escrever ficção científica hoje em dia
9) New York Times descobre Machado de Assis
10) Vídeo de John Lennon chapado vai a leilão em Los Angeles

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Enquanto eu estive fora…

Guns’n'Roses, Lost, Astroboy, Paul McCartney, Jornada nas Estrelas, Britney, Tim Burton, 007, Mallu e Camelo, Monty Python, Irmãos Coen, Watchmen, [Rec] ,João Brasil x Cansei de Ser Sexy e SP Noise…

Havia um tempo em que não acontecia nada em meros dez dias. Era suspender as atividades e retorna a elas logo em seguida – e a sensação de que nada havia fugido da rotina era perene. Não é mais o caso – não que eu esteja reclamando (quem sou eu…). Pois veja o que aconteceu nos dez dias em que eu me dei uns bons dias de descanso (entre shows, filmes, vôos, rangos e países):

Pra começar, Chinese Democracy foi oficialmente lançado e o Guns colocou todo o disco para audição no MySpace (o Paul também fez isso, só que num esquema paralelo, com seu disco “eletrônico” do projeto Fireman, que estréia hoje online e é bonzão). E sabe o que é mais estranho? Pra começar, o disco não é propriamente ruim (não o quanto parecia ser) – pelo contrário, parece um disco imaginado, de tão bizarro e improvável. Fora que fez muita gente voltar a ouvir um disco na íntegra, algo que fora da rotina de audição da maioria das pessoas há anos. Prometo que falo mais sobre ele ainda essa semana. E, conforme o prometido, o Dr. Pepper cumpriu seu viral e distribuiu refri de graça nos EUA.


Guns’N'Roses – “Chinese Democracy

Falando no Sir, Paul também ameaçou lançar a “Carnival of Light”, faixa perdida dos Beatles gravada em 1967, que George Harrison nunca quis lançar por considerar “vanguarda demais”. Será?

Esta, claro, não é a música em si, e sim uma das muitas candidatas a enganar apressadinhos via YouTube. Paul fala mais um pouco sobre a versão de 14 minutos que ele tem da faixa:

“I like it because it’s the Beatles – free!”. Deu pra sacar, né…

Outro disco que apareceu online foi o novo de Britney, Circus, e, olha só, lá vem ela fazendo outro disco bom…


Britney Spears – “Circus

Tudo bem, é formulaico, mas é pop. As músicas ficam na cabeça depois de ouvidas. Artigo raro neste 2008…

Enquanto isso, alguns boatos indicam que o Coldplay pode acabar ano que vem- e antes que você comemore, imagine o que pode ser a carreira solo de Chris Martin…

E Mallu Magalhães aos poucos explanou seu affair com Marcelo Camelo. Primeiro, colocou um desenho que o hermano fez dos dois em seu MySpace para depois entregar o ouro com a Kátia, declarando-se “loucamente apaixonada” pelo camelão – até deixar-se fotografar com ele, numa noite dessas… E o que não falta é veneno derramado sobre a menina ou sobre o hermano, mas, na boa?, deixa eles… Ou será que ninguém cogitou a possibilidade de isso ser viral pro disco de Mallu que acabou de aparecer nas lojas (brincadeira, hahahah)? Até criaram um Twitter pra menina!

O Monty Python deixou os atravessadores de lado e estreou seu próprio canal no YouTube:

Outro que tem um canal lá é o Bob Dylan. Eu nem sabia, Fred que disse.

E apareceu mais um trailer do Watchmen:

Massa. Aparentemente, o final alternativo bolado para o cinema parece não corromper as cenas originais que Zack Snyder está adaptando. E a cada novidade do filme, Watchmen parece pronto para fazer com o formato filme de super-herói o que a graphic novel original fez com os quadrinhos – transformando-os em um gênero sério. Muitos advogam que isso ocorreu com o quase bilionário Batman deste ano, que, por mais sério que pareça, ainda chafurda na caricatura quando o Batman fala com aquela voz de monstro.

Outro trailer que pintou foi o primeiro do novo Jornada nas Estrelas, do J.J. Abrams:

Pelo ritmo, o cara basicamente transformou o Jornada nas Estrelas num Guerra nas Estrelas, invertendo dois pólos de clássicos da ficção científica. A Wired também gostou.

Falando no JJ, ainda apareceram mais dicas do que pode acontecer na quinta temporada de Lost no clipe novo do Fray (já falei várias vezes – se Lost tem um grande defeito, este é sua breguice).

Além de cenas que entregam todo o final da quarta temporada (já tou desconsiderando o spoilerismo, hein – se você ainda não viu tudo, não merece mais ser preservado do que todos já sabem) e de imagens que já havíamos visto (como o Hurley armado), o clipe ainda traz cenas que mexem com pontos cruciais da série para os fãs – como os sobreviventes da ilha fugindo de algo, Sawyer dando a entender que ficou com Juliet e o logotipo das linhas aéreas Ajira surgindo feito mensagem subliminar lá pelos 3/4 de duração do vídeo.

Enquanto isso, Heroes vai lentamente indo pro saco. E qual foi a reação do criador Tim Kring sobre mexer no próprio seriado? Ele falou que o formato atual de uma audiência que assiste episódios online é mais difícil para quem faz série (será que é por que aumenta o público?), além de sair xingando os próprios fãs do seriado.

E falando em spoilers, vocês viram esses dois contando o final de cem filmes em cinco minutos, né?

Outro trailer que parece legal é o do Astroboy. Mas por que vestiram o menino?

Ainda sobre animação, outro trailer novo é o de Coraline, baseado no quadrinho de Neil Gaiman.

Pelo que deu pra sacar, a história perdeu um tanto do lirismo e doçura do original, muito pela influência do diretor Henry Sellick, o mesmo de O Estranho Mundo de Jack, que está comemorando quinze anos de aniversário esse ano e eu só vi a versão em 3D na semana passada. Um clássico moderno, sem dúvida.

E por falar em revival do final dos anos 80, outro trailer que apareceu foi o de The Wrestler, o novo do Aronofsky, que recauchuta a carreira de Mickey Rourke. Parece bom, mesmo com elogios da crítica cinematográfica.

Falei no Burton e esqueci de comentar, vocês viram a primeira foto de Johnny Depp como o Chapeleiro Louco do novo Alice?

E por falar nos filmes que eu vi nessas minhas férias, o novo 007 é até OK, mas parece um “Bourne na América Latina”, como alguém já disse (embora o Craig ainda esteja longe de parecer o personagem original – mas a Bond girl, a Olga Kurylenko, é gata, dizaê):

O Rock’n'Rolla do Guy Ritchie é melhor que a encomenda (e é o primeiro de uma trilogia – rá!) e o Toby Kebell (que faz o empresário do Joy Division no Control) mata a pau. O espanhol [REC] é cinema montanha-russa, um pequeno Cloverfield ambiente num prédio (tente não ler nada sobre o filme ou seu remake antes de assisti-lo e o faça no cinema, um filme desses em casa é vacilo). Olha as reações do público, pra ter uma idéia do tipo de filme.

É um filmaço pra assistir rindo o tempo todo, enquanto se toma uns sustos bem dos previsíveis – foda-se, cinema, pra mim, é diversão e ponto. Outro que também mata a pau nesse sentido é o novo dos Coen, Queime Depois de Ler (quando é que estréia mesmo no Brasil?), que tem uma grande atuação do Brad Pitt, um cara que só atua bem quando faz papel de mongol.

Teve ainda a versão paulistana do Goiânia Noise Festival, o SP Noise – só consegui ir no segundo dia, quando tiveram shows do Helmet (que só valeu por “Unsung”, Vaselines – que foi massa – e Black Lips – roque!).


Vaselines – “Sex Sux (Amen)”


Helmet – “Unsung”


Black Lips – “Hippie Hippie Hoorah”

No mesmo dia inda teve Duran Duran na Via Funchal – eu até queria ter ido (dá uma sacada nos setlist dos caras e perceba: só HIT). Mas fora isso, o Banco do Brasil comprou a Nossa Caixa e virou o segundo maior banco do país, Michael Jackson virou muçulmano, o parlamento da Rússia aprova ampliação do mandato presidencial para 6 anos, Globo adapta Dom Casmurro, o Vaticano perdoa os Beatles, o casamento de Amy Winehouse chega ao fim, o Pedro Cardoso perdeu a noção e o inferno congela. Tudo rumo a um bom 2012, como previsto.

Fora a volta da lambada, via João Brasil. Foi a vez do mito entortar “Left Behind” a pedido do próprio Adriano, que, sem pestanejar, tascou um “BEST REMIX EVER” em cima do resultado:

E eu curti esse formato de post, creio que vou adotar: em vez de escrever posts rápidos sobre assuntos diferentes, vou juntar vários destes comentários num mesmo texto, às vezes acrescentando informações no decorrer do dia.

Agora voltamos à nossa programação normal.

PS – Cariocas: Gente Bonita no Cine Claro, sábado que vem. Bora lá, hein!

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