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Os 50 melhores discos de 2011

1) Girls – Father, Son, Holy Ghost

2) Metronomy – The English Riviera

3) Rapture – In The Grace of Your Love

4) Bonifrate – Um Futuro Inteiro

5) Memory Tapes – Player Piano

6) Washed Out – Within and Without

7) Karina Buhr – Longe de Onde

8) Kassin – Sonhando Devagar

9) Gui Amabis – Memórias Luso/Africanas

10) Weeknd – House of Balloons

11) Anelis Assumpção – Sou Suspeita, Estou Sujeita, Não Sou Santa

12) Toro y Moi – Freaking Out

13) Criolo – Nó na Orelha

14) Thurston Moore – Demolished Thoughts

15) Danger Mouse e Daniele Luppi – Rome

16) Radiohead – The King Of Limbs

17) Destroyer – Kaputt

18) PJ Harvey – Let England Shake

19) Wild Flag

20) Neon Indian – Era Extraña

21) Tom Waits – Bad As Me

22) ruido/mm – Introdução à Cortina do Sótão

23) Holy Ghost!

24) Junio Barreto – Setembro

25) Marcelo Camelo – Toque Dela

26) Silva – Silva EP

27) Cícero – Canções de Apartamento

28) Mallu Magalhães – Pitanga

29) Wado – Samba 808

30) Bixiga 70

31) Burro Morto – Baptista Virou Máquina

32) Lykke Li – Wounded Rhymes

33) Literalmente Loucas

34) Kiko Dinucci + Juçara Marçal + Thiago França – Metá Metá

35) Mayer Hawthorne – How Do You Do

36) Stephen Malkmus & The Jicks – Mirror Traffic

37) Björk – Biophilia

38) Ogi – Crônicas da Cidade Cinza

39) Frank Ocean – Nostalgia, Ultra

40) Justice – Audio, Vídeo, Disco

41) Cut Copy – Zonoscope

42) M83 – Hurry Up, We’re Dreaming

43) Ema – Past Life Martyred Saints

44) Twin Sister – In Heaven

45) Red Hot + Rio 2

46) James Blake

47) Beastie Boys – Hot Sauce Committee Part Two

48) Wilco – The Whole Love

49) Mopho – Volume 3

50) Fleet Foxes – Helplessness Blues

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Os 50 melhores discos de 2011: 5) Memory Tapes – Player Piano

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As 75 melhores músicas de 2011: 21) Memory Tapes – “Wait in the Dark”

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“We are so young… We’ve already spent so much… Our plan hold on”

O Memory Tapes também fez um dos grandes discos de 2011…

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E eu sei que eu tou devendo falar do Memory Tapes…

É que eu tou digerindo o disco novo do Davyd Hawk – Player Piano – bem devagar…

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Vida Fodona #289: Reconectando-me aos poucos

Quem sentiu saudade?

Radiohead – “Little by Little (Caribou Remix)”
Fixers – “Crystal (Memory Tapes Remix)”
Washed Out – “Echoes”
Erik Satie – “Gymnopedie No.1″
Weeknd – “Rolling Stone (No Big Deal Remix)”
VHS or Beta – “I Found a Reason”
Glitch Mob – “Drive It Like You Stole It”
Lou Reed – “Peggy Sue”
Strokes – “Reptilia (DJ Cremoso Remix)”
Banda Uó – “Não Quero Saber”
Fugazi – “Waiting Room (Sub Swara Remix)”
Gang Gang Dance – “MindKilla”
Metronomy – “The Bay”
Tim Maia – “Haddock Lobo, Esquina com Matoso”
Shawn Lee’s Ping Pong Orchestra + Curumin – “Não Vacila”
Tom Vek – “World of Doubt”

Siga por aqui.

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Os 25 melhores discos do primeiro semestre de 2011

E por falar nisso, eis uma lista arbitrária, com 25 discos, sem ordem de preferência. Clique nas capas pra ouvi-los.


Tem algum faltando? Depois eu falo das músicas…

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Memory Tapes pra começar a semana em que saio de férias

Dica da Taís.

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Memory Tapes pra espantar o frio

Vamo acordar…

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Memory Tapes no Brasil?

O Vigilante, selo de música pop da Deck Disc que também lançou o Toro y Moi e o Peter Bjorn & John por aqui, twittou que lançaria o Piano Player, disco novo do Memory Tapes, por aqui. Tomara que isso seja só um indício de um show da banda de Dayve Hawk, por aqui – de preferência, ao cair da tarde. Será que no Terra? Aliás, como melhorar o Terra? Já falo disso.


Memory Tapes – “Wait In The Dark (MP3)

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On the run 89: Memory Tapes Ghosting Notes

O primeiro semestre de 2011 é quase uma gravidez da nova safra de discos da cena chillwave. O ano começou com o disco do Toro y Moi e o meio do ano promete, além do disco novo do Washed Out e do Neon Indian, mais um presentinho do Memory Tapes, chamdo de Party Player. Mas antes do disco sair, Dayve Hawk fez essa mixtape pro Gorilla vs. Bear. Então, relaxa…

Memory Tapes – Ghosting Notes] (MP3)

Memory Tapes- “Fell Thru Ice 2″
Cookies- “I Never Dreamed”
Celestial Choir- “Stand On The Word”
Lindisfarne- “Lady Eleanor”
Gandalf – “Me About You”
Amnesty – “We Have Love”
Anna – “Systems Breaking Down”
Memory Tapes – “Worries”
David Bowie – “Win”
Funkadelic – “March To The Witch’s Castle”
Black Keys – “Too Afraid To Love You (Memory Tapes Version)”
Memory Tapes – “Fell Thru Ice”
Memory Tapes – (music from Scott Eastwood art show)
Memory Tapes – “No. 79″

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Vida Fodona #284: A normalidade

Retomando aos poucos essa perdida.

Thurston Moore – “Benediction”
Bonifrate – “Antena a Mirar o Coração de Júpiter”
Michael Kiwanuka – “Tell Me a Tale”
Toro Y Moi – “You Hid”
Architecture in Helsinki – “That Beep”
Lindstrøm & Christabelle – “Lovesick”
Air – “La Femme D’Argent (Pyramid Remix)”
Nick & the Bad Seeds – “Bad Cover Version (Pub Rock Version)”
Rafael Castro e os Monumentais – “Ultrapassa, Pai!”
Battles + Matias Aguayo – “Ice Cream”
Yuksek – “On a Train”
Digitalism + Julian Casablancas – “Forrest Gump”
Memory Tapes – “Wait in the Dark”
Foster the People – “Color on the Walls (Don’t Stop)”
Danger Mouse + Danielle Luppi – “Morning Fog”
Fernando Catatau – “Charlando no Espaço”

Come together.

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Vida Fodona #283: Pequeno período de ausência de Vida Fodona

É, acontece.

High Llamas – “End on Tick Tock”
XTC – “Merely a Man”
Erasmo Carlos – “Para os Diabos com os Conselhos de Vocês”
DSOTMW – “Remember Me Superstition”
Junior Boys – “Banana Ripple”
SebastiAn + Mayer Hawthorne – “Love in Motion”
Washed Out – “Eyes Be Closed”
Memory Tapes – “Today is Our Life”
Arctic Monkeys – “She’s Thunderstorms”
Romulo Fróes – “Muro”
Gui Amabis + Tulipa + Curumin + Céu – “Sal e Amor”
Danger Mouse + Danielle Luppi + Norah Jones – “Black”
JJ – “No One Can Touch Us Tonight”
Black Light Dinner Party – “Older Together”
Chet Faker – “No Diggity”
Virgínia Rodrigues – “Oju Obá”
Criolo – “Freguês da Meia-Noite”

Chega mais.

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Impressão digital #0054: Chillwave

E minha coluna no 2 de ontem foi sobre música.

O som de 2011
Strokes? Melhor ir atrás do chillwave

O excesso de expectativa a respeito do novo disco dos Strokes só foi superado pelo excesso de frustração. Pudera: seu novo disco, Angles, apenas repete a velha fórmula de seus primeiros singles, já com 10 anos de idade, de requentar riffs pós-punk para uma geração acostumada a ouvir rock na pista de dança. Acostumada, diga-se, pelos próprios Strokes e pela geração que surgiu em sua esteira – nomes como White Stripes, Interpol, Rapture e outros grupos inspirados em bandas dos anos 80, como Joy Division, Cure e Television.

No início do século, aquele som fazia sentido. O rock havia se transformado num arremedo pasteurizado e corporativo do rock alternativo apresentado ao mundo pelo Nirvana. Era uma época em que a dance music e a música eletrônica haviam conseguido se firmar no mercado e que o hip hop dominava. Britney Spears estava começando e o N’Sync ainda existia. Guitarras faziam sentido naquela época.

Dez anos depois, não mais. Mas a geração que tinha 20 e poucos anos quando os Strokes surgiram não liga. E espera o novo disco da banda como se eles pudessem se reinventar ou, pior, recuperar o brilho de seus primeiros dias. Esqueça. O rock dos Strokes em 2011 faz tanto sentido quanto o rock corporativo de bandas como Coldplay, Muse e Travis – o rock que o mundo ouvia quando eles apareceram.

E o que faz sentido em 2011? Não há uma só resposta, mas, na minha opinião, nenhum tipo de música pop parece fazer mais sentido neste ano uma cena chamada… chillwave.

Embora seja rejeitado por seus principais nomes, o rótulo chillwave caracteriza-se por unir duas qualidades: uma é etária, a outra, tecnológica. A primeira diz respeito à idade de seus protagonistas. Jovens que nasceram nos anos 80, ouvindo dance music rasteira, de instrumentos sintéticos e texturas de plástico. Cresceram, gostando ou não, ouvindo esse tipo de som. E ao começar a compor seus trabalhos, recorreram à tal palheta de timbres para compor músicas, mas acabaram optando por outra abordagem. Em vez da dance music farofa, aquela sonoridade agora dava espaço para construções mais etéreas e líricas, quase zen. E, em vez de serem produzidas em grupo durante ensaios, esses artistas – quase sempre bandas de um homem só – usavam a solidão do quarto e o computador para compor.

Nomes como Memory Tapes, Ariel Pink e Neon Indian aos poucos começam a sair da obscuridade dos blogs de MP3 e ganhar um público maior. Tanto que o segundo disco de um desses artistas, Underneath the Pine do Toro y Moi, está sendo lançado no Brasil. E outro, Washed Out, teve seu melhor single (I Feel It All Around) transformado em abertura de seriado neste ano (o ótimo Portlandia). É um início tímido, mas é bem mais interessante do que tentar reviver os dias em que os Strokes importavam.

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Vida Fodona #270: Sigo diário

E você? Tá acompanhando? Até a semana que vem eu defino se continuo assim, os retornos tão chegando, comentem aí. Faz sentido um Vida Fodona diário? Porque, pra mim, a única diferença vai ser gravar e upar – esse som eu ouço todo dia mesmo… (E não reparem na locução ainda pior nestes três próximos programas: o microfone quebrou na praia e eu tive que improvisar falando por um fone de ouvido, hehehe)

Young Galaxy – “We Have Everything”
Beth Ditto + Simian Mobile Disco – “Do You Need Someone”
Xx – “Insects”
Sarah Vaughan – “Fever (Adam F Remix)”
Neon Indian – “Sleep Paralysist”
Free Energy – “Something in Common”
Estelle + Talib Kweli – “Midnight Hour”
Honeycut – “Tough Kid”
Memory Tapes – “Pink Stones”
Little Joy – “Next Time Around”
De La Soul – “The Magic Number”
Dr. Dog – “Someday”
Do Amor – “Lindo Lago do Amor”
Broken Bells – “Sailing to Nowhere”
Streets – “Trust Me”
Miami Horror – “I Look to You”
Fake Blood – “Medieval”

Join me.

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