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Arquivo: noite rj

Quarta indie

Começo o dia com a coletânea que o Zé e o Gordinho (os pilotos da Maldita, no Rio) largaram em CD-R pelo Alley Club, aqui em São Paulo. O Custódio pegou uma delas e linkou no blog dele – e aqui eu relinko.

Maldita Hits

Flaming Lips – “Convinced of the Hex”
Masha Qrella – “Speak Low”
Dodos – “Fables”
It’s a Musical – “All My Hollowness to You”
A Sunny Day in Glasgow – “Asher Grammar/Asher Maths”
Atlas Sound (ft. Panda Bear) – “Walkabout”
Polvo – “Beggars Bowl”
Bill Wells & Maher Shalai Hash Baz – “Rye and Guy”
Pastels & Tenniscoats – “About You”
Yo La Tengo – “If It’s True”
Postmarks – “No One Said This Would Be Easy”
Dreamdate – “How Low Are You?”
Young Accuser – “Black Smoke (No Pope)”
Clientele – “I Wonder Who We Are”
Ingeting – “Halleluja!”
My Bloody Valentine – “Bilinda Song”
Adam Franklin – “Surge”
Hello Seahorse! – “Universo 2″
Girl with a Gun – “In the Sunshine”

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Outra novidade da sexta-feira 13…

Mais programação: desta vez é a hypada festa carioca Bailinho que chega a São Paulo.

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A Jimmycliffzação do Gogol Bordello

Olha a festinha que rolou nesse finde no Rio

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Tá no Rio?

Então imprime esse flyer (aqui tem o link da imagem) e leva o bicho no Joquei Clube um pouco antes da meia-noite que tu assiste àquele filme Mamma Mia num telão enorme ao ar livre, assiste um show do Do Amor e emenda a primeira Gente Bonita da temporada primavera 2008/verão 2009 – tudo por 18 pilas, metade do preço normal. Pode espalhar pra geral. Tou esperando, hein…

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A nova temporada estréia no Rio!

E vamos embicando rumo ao terceiro ano com mais uma estréia de coleção – e desta vez em grande estilo, no Rio de Janeiro, em pleno Jóquei Clube, depois de uma session sossegada de cinema e um showzinho pra aquecer no jeito. É o Claro Cine, evento de cinema ao ar livre que reúne parte da nata do pop brasileiro atual (João Brasil, Vanguart, Nação Zumbi, Canastra, Moptop, Cidadão Instigado, Wilson das Neves, Móveis Coloniais de Acaju, Brasov, Twelves, Lafayette e os Tremendões) e algumas melhores festas do Brasil ((Festa Phunk, I Love Cafusu, Moo e Calzone) sob o mesmo teto – o céu aberto. De quebra, aquela tela gigantesca para assistir filmes que vão do Max Payne ao Be Kind Rewind, passando pelo novo dos Coen e o Pineapple Express. Neste sábado, o filme é o musical Mamma Mia!, com Meryl Streep interpretando músicas do Abba. Depois o Do Amor vem com seu chamego indie paralamas prontinho pra aquecer a pista, que será incendiada com o cuidado específico que você já conhece. E além do esquema filé (Beatles, Jorge Ben, Pixies, Michael Jackson, Stones, Eminem, T-Rex, Nirvana, Blur, Radiohead, Mutantes, Sonic Youth) com farofa (Madonna, Information Society, Technotronic, Britney Spears, Rita Lee, Chromeo) que são nossos ingredientes básicos, ainda temperamos a nova coleção de hits da temporada primavera 2008/verão 2009 com acepipes incríveis que vão da nova cena australiana (que abrange do Cut Copy à Ladyhawke, passando pelos Presets, Bag Raiders, Midnight Juggernauts), remixes franceses, distorções no talo (seja MSTRKRFT, Simian Mobile Disco, Dunproofin’, DSK, Digitalism, Bodyrox, Mr. Oizo, Van She), batidas classudas (Hercules & Love Affair, Sam Sparro) e, claro, muito mashup. Te espero no sábado.

Gente Bonita @ Claro Cine
Pela segunda vez no Rio!
DJs: Luciano Kalatalo & Alexandre Matias (Gente Bonita Clima de Paquera)
Show: Do Amor
Filme: Mamma Mia!, de Phyllida Lloyd (2008)
Sábado, dia 29 de novembro de 2008
23h30
Local: Jóquei Clube.
Endereço: Praça Santos Dumont, Gávea. (21) 2512-9988. Rio de Janeiro.
Preço: R$ 36 (inteira) ou R$ 18 (meia – dá pra pagar meia imprimindo o flyer aí em cima!)
Maiores informações: Claro Cine

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Leitura Aleatória 130


Foto: Klips

1) E se o Lovecraft escrevesse sobre doces?
2) HBO contrata lonelygirl15 e lança séries online
3) O que acontece quando a Amazon e o IMDB resolvem fazer um site sobre música?
4) As 50 melhores cenas de Hitchcock
5) Harold Ramis (o Egon) confirma o Caça-Fantasmas 3
6) O filme sobre cylons que vai ao ar antes do fim de Battlestar Galactica começa a ser filmado hoje
7) Os 25 vídeos mais engraçados da internet segundo a Rolling Stone gringa
8) David Cronenberg vai à ópera
9) Macumba de fã de Madonna derruba executivos de site de vendas de ingressos online
10) Abaixo-assinado para não interditarem a Casa da Matriz

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Leitura Aleatória 128


Fotos: Lindsay[Hands Down]

1) Helicópteros “autônomos” aprendem a se autopilotar
2) Martelada: Proposta indecente da Abril Blogs
3) Humanos tem o gene da monogamia
4) Silvio Santos quer reprisar “Pantanal” outra vez
5) Ih, será que o final da última temporada de Battlestar Galactica vai atrasar de novo?
6) Casarão de 1911 será derrubado na Paulista para dar lugar a mais um prédio
7) Prefeitura vai interditar Casa da Matriz no Rio
8) Dimenstein: empregada também é trabalhadora
9) Fim de carreira: Axl Rose perde a linha com Kelly Osbourne
10) Ryan Adams, escritor

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Globo/Rio

Aí você passa pela Mônica Bergamo e…

A apresentação de Caetano Veloso e Roberto Carlos no Rio e em SP revelou mais uma daquelas expressões que significam coisas completamente diferentes em uma cidade e na outra: VIP. O repórter Paulo Sampaio esteve nas duas. Basicamente, “very important people” no Rio é ator da TV Globo. Em São Paulo, são milionários (banqueiros, industriais, empreendedores) e, em menor número, as “celebridades B”. Quem é “A”, em geral, está de passagem pela cidade.

A coluna continua:

No Municipal carioca, os astros da Globo têm direito aos melhores lugares (colocam-se à frente da platéia cadeiras trazidas à última hora), podem chegar atrasados e, eventualmente, atrasar o show. A atmosfera é de excitação. No todo, faz lembrar um grupo de crianças em um passeio escolar. “Tem muito holofote (cinegrafistas), muita luz (flashes), é difícil organizar (a platéia). Nunca vi esse nível de concentração global. É “Caras”, “Contigo”, tudo junto. Acho que talvez isso traga uma dispersão (para o show)”, acredita a diretora Daniela Thomas.

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E por falar em Gente Bonita…

Amanhã acontece a primeira festa de mashup do Rio de Janeiro, a Mash Comigo. É a cena mashup brasileira se alastrando…

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Cultura livre encerra evento com pedido de isenção de taxas


O Ministro Gilberto Gil prova a Free Beer, feita em código aberto (foto: Henrik Moltke)

Acesso aberto e ampliação dos direitos digitais foram conclusões da segunda edição do iSummit, no Rio, que teve participação até da poderosa Microsoft

Em menos de uma hora depois de ter anunciado as duas declarações que resumiram os trabalhos de três dias de discussão e execução de projetos e iniciativas ligadas à cultura livre do segundo iSummit, encontro que aconteceu durante o fim de semana passado no Rio de Janeiro, o advogado norte-americano Lawrence Lessig, idealizador da grife legal Creative Commons, era arremessado para dentro da piscina na cobertura do hotel que sediou o evento, enquanto os participantes e palestrantes do evento bebericavam taças de uma certa “cerveja de código aberto”, chamada Free Beer.

Foram três dias de apresentações e painéis de discussão a respeito de iniciativas e interesses que dizem respeito a certas crises do conhecimento moderno e a modelos econômicos para superá-las de forma sustentável para o futuro. Representantes de instituições como Access to Knowledge, Open Society Institute, Wikipedia e Google estavam presentes e apresentaram exibições ou assistiram-nas, contribuindo para o debate sobre compartilhamento de conhecimento e propriedade intelectual, que teve momentos de frisson, como nas duas declarações que encerraram o evento.

“The Rio 2006 Declaration on Open Access” (“A Declaração Rio 2006 sobre Acesso Aberto”) inicia um movimento para isentar de taxas e cobranças quaisquer reproduções de obras que tenha caráter acadêmico e “The Rio 2006 Declaration on Digital Rights Management” (“A Declaração Rio 2006 sobre Gestão de Direitos Digitais”) propõe a substituição do atual modelo de indexação de obras digitais pelas licenças Creative Commons. Anunciadas na última sessão do domingo, as declarações tiveram efeito catártico sobre os participantes, mas não foram seus pontos mais intensos.

Estes aconteceram nos dois primeiros dias. O primeiro quando, de surpresa, a Microsoft, empresa-símbolo das causas contrárias dos intelectuais ali reunidos, foi convidada para a cerimônia de abertura para anunciar um plug-in para seu software Word, que embute uma licença Creative Commons em qualquer documento produzido no programa. A presença da empresa e sua estranha parceria com a marca – mais cessão do que invasão territorial – fez com que ativistas presentes sacassem narizes de palhaço e distribuindo para os participantes. O segundo aconteceu quando a Radiobrás, a empresa estatal de radiodifusão, a nunciou que todo seu conteúdo seria disponibilizado através das licenças CC, inclusive para uso comercial de terceiros, e foi saudada com aplausos entusiasmados.

Pelos corredores, um verdadeiro quem é quem da cultura livre, do ministro da cultura Gilberto Gil, que também participou da abertura do evento, ao escritor Cory Doctorow, de Jimmy Wales, criador da enciclopédia editável Wikipedia, ao fundador da Electronic Frontier Foundation, John Perry Barlow.

Ao mesmo tempo, aconteciam palestras sobre ciência aberta, digitalização de conteúdo em domínio público, educação, jornalismo e licenciamento de conhecimento indígena, exibições da comunidade em 3D SecondLife e workshops do grupo brasileiro Estúdio Livre, que maravilhava os estrangeiros ao compor, gravar, editar e remixar músicas usando apenas softwares livres.

O evento terminou com uma festa no Teatro Odisséia com os VJs-ativistas do Media Sana, o rapper BNegão e sua banda Seletores de Freqüência e o músico Lucas Santtana atuando de DJ. Em comum, o fato de disponibilizarem todo seu conteúdo gratuitamente online – a saber, www.mediasana.org, www.bnegao.com.br e www.diginois.com.br.

* Matéria publicada na Folha dessa terça.

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