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Arquivo: noite sp

E por falar no Neu…

Nesta sexta tem Gente Bonita no clube do Dago e do Gui pela primeira vez. Aí em cima tem um vídeo direto da cabine de comando GB durante a festaça que rolou no Rio no mês passado. Sexta eu volto a lembrar, mas deixa marcado aí na agenda.

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Rosie and Me ao vivo em São Paulo

Os indies curitibanos tocaram aqui no início do mês e o Bruno do Urbanaque esteve lá pra conferir – e escrever sobre o show, além de fazer uns vídeos (eu só não entendi como é que a Lurdez apareceu quase subliminar no meio do vídeo, muito louco). Confere .

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Midnight Juggernauts em São Paulo


Midnight Juggernauts – “Shadows”

Fui no show do trio australiano Midnight Juggernauts, que tocou no Hot Hot, no centro de São Paulo, no final de abril. E ao contrário do que eu previa, o fato de um show de rock – digo, baixo, bateria e… teclado – acontecer em um clube para DJs não foi um problema. Dava para assistir à apresentação de vários pontos diferentes da casa. O preço do ingresso deve ter ajudado a diminuir a lotação (medida de contenção?), mas o lugar encheu sem lotar. Subi os vídeos no YouTube há um tempão e fiquei enrolando pra publicar aqui. Olha eles aí.


Midnight Juggernauts – “Road to Recovery”


Midnight Juggernauts – “Ending of an Era”


Midnight Juggernauts – “Tombstone”


Midnight Juggernauts – “Into the Galaxy”

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Ganjaman solta o gogó

Mais um registro da Coleta Seletiva do Instituto, desta vez com a participação dos velhuscos Carlos Dafé e Di Melo.

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Brainstorm sobre o fim de Lost: “Sea of Love”, Cat Power

Eu sei, eu sei, eu tou vendo coisa até onde não deve…

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Gente Bonita 60/70

Nem bem o Alberta 3 foi inaugurado e já nos chamaram pra tocar lá. E pra ficar no clima da festa de quarta, a Rocks Off, promovemos uma noite retrô – mas à la Gente Bonita. Ou seja: são as melhores músicas do mundo para dançar, mas só das décadas de 60 e 70. Ou seja: Beatles, Bowie, Mutantes, Who, Roberto Carlos, T-Rex, Hendrix, Kinks e outros clássicos do rock clássico. Mas sem naftalina – é claro que o mote é fazer todo mundo dançar até as pernas cansarem. Começamos na discotecagem à uma da manhã, mas a casa abre às 22h, por isso, se você quiser chegar antes pra já ir aquecendo…

Gente Bonita @ Alberta3
Especial 1960s/1970s
DJs residentes: Carol Nogueira, Los Macaquitos (Ivan Finotti e Thea TS) e Claudio Medusa
DJs convidados: Luciano Kalatalo & Alexandre Matias (Gente Bonita Clima de Paquera)
23h
Quarta-feira, 19 de maio de 2010
Local: Alberta 3. Av. São Luís 272. República. São Paulo. Telefone: (011) 3151-5299
Preço: R$ 25 na porta ou R$ 15 com nome na lista pelo e-mail festarocksoff@gmail.com (e-mails só até às 18h do dia da festa!)

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E hoje tem Gente Bonita no Alberta 3…

Especial 60/70, vambora?

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Hoje é dia de Gente Bonita

Dia de espantar o frio na pista de dança! Hoje começamos a discotecagem mais cedo que o previsto (pode chegar à meia-noite!) e dividimos a pista com o senhor Dagoberto Donato a.k.a. DJ do Neu, que leva seus batidões de terceiro mundo para chacoalhar os quadris de quem estiver na Funhouse. Antes dele aquecemos a pista com mais um preview da temporada Outono/Inverno 2010 dos hits Gente Bonita, além do mashup das melhores canções de todos os tempos com músicas fodonas para dançar. Vamo lá? Vai ser incrível.

Gente Bonita @ W4rp!
Mais um preview da da temporada Outono/Inverno 2010
DJs residentes: Rabih, dos 2Horsemen
DJs convidados: Luciano Kalatalo & Alexandre Matias (Gente Bonita Clima de Paquera) e Dago
23h
Quarta-feira, 12 de maio de 2010
Local: Funhouse – Rua Bela Cintra, 567 – Consolação – São Paulo, SP
(11) 3259-3793 / 3151-4530
Preço: R$ 10 ou R$7 (pelo email W4RParty@gmail.com)

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Amanhã tem Gente Bonita…

Quem vai?

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Jonathan Richman em São Paulo


Jonathan Richman – “Cosi Veloce!” / “Let Her Go Into The Darkness”

Aproveito a deixa do Coachella do Bruno para falar de dois shows que vi nas últimas semanas. O primeiro foi o de Jonathan Richman, pai dos Modern Lovers, um dos sujeitos responsáveis por manter acesa a tocha do foda-se entre o Velvet Underground e os Ramones no início dos anos 70. Desde os Modern Lovers – e isso faz teeeempo -, que o sujeito não volta ao rock de verdade, preferindo ficar na posição de trovador ao violão, cantando músicas próprias e alheias ao violão como um velho bardo da Idade Média enquanto se dirige ao público batendo papo o mesmo tanto que toca música. Além do inglês nativo, Richman já gravou em francês, italiano, espanhol e hebreu, e ele curte a conversa com sua platéia enquanto se apresenta ao lado do baterista Tommy Larkins. Eu já tinha visto o sujeito se apresentando nesse formato em Paris, cidade em que ele tem um culto forte, e o clima de reencontro pairava mais sobre o show do que qualquer outro – eram fãs revendo o velho ídolo de sempre, as músicas completadas pela audiência como um diálogo (veja versão que filmei de “I Was Dancing in a Lesbian Bar“, com um clima quase um karaokê de turma), quase todo em francês. Por isso fiquei curioso – e um tanto quanto cético – quando soube que Richman viria ao Brasil e estava sendo vendido como um velho ídolo punk. Além de ser o oposto do tipo de apresentação que ele faz hoje, some-se a isso o fato de que ele não sabia falar a nossa língua e pronto, tínhamos uma receita para uma falha de comunicação – e não para um diálogo.


Jonathan Richman – “Blowing in the Wind” / “I Was Dancing in a Lesbian Bar” / “Pablo Picasso”

Não que o show não tenha sofrido com isso, mas o atrito foi bem menor do que o possível – e em grande parte devido à benevolência do público, disposto a cooperar. E foi preciso que Richman enrolasse a letra de “Blowing in the Wind” para que os presentes entendessem a lógica do show. Desculpando-se por não falar português com frequência, Richman compensava a falta de entrosamento racional com dancinhas e cocalhos, numa tentativa ridícula – mas felizmente eficaz – de conectar-se com o público. Em vinte minutos todos já tinham entendido qual era – e depois de mais uma hora Richman fechou o show como se estivesse se despedindo de um público que já conhecia faz tempo.


Jonathan Richman – “Arrivederci”

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