OEsquema

Arquivo: pulp

Vida Fodona #311: Feliz 2012!

Alguém tá precisando de trilha sonora pras primeiras horas do ano?

Foster the People – “Pumped Up Kicks”
Bo$$ in Drama – “Disco Karma”
Charlotte Gainsbourg + Beck – “Paradisco”
Cure – “Close to Me”
Domenico Lancelotti – “Cine Privê”
Givers – “Up Up Up”
Spoon – “I Turn My Camera On”
Friends – “I’m His Girl”
Mayer Hawthorne – “A Long Time ”
Holy Ghost – “Wait & See”
Toro Y Moi – “New Beat”
Lana Del Rey – “Kinda Outta Luck”
Mark Ronson + Amy Winehouse – “Valerie”
Maroon 5 + Christina Aguillera – “Moves Like Jagger”
Rapture – “How Deep is Your Love?”
Peter Bjorn & John – “Second Chance”
Pulp – “Common People”
Metronomy – “The Look”
Cut Copy – “Take Me Over”
War – “Low Rider”
Kenny Rogers & The First Edition – “Just Dropped In”
Creedence Clearwater Revival – “Looking Out My Back Door”
Tennishero – “Midnight Love”
Chromeo – “When The Night Falls (Sammy Saxy Bananas Remix)”
Foster the People – “Call It What You Want”
Metronomy – “The Bay”
Neon Indian – “Polish Girl”
Shawn Lee’s Ping Pong Orchestra + Curumin – “Não Vacila”
Tim Maia – “O Trem (Parte 1)”
Rodrigo Ogi & StereoDubs – “Talarico”
Criolo – “Bogotá”
Bixiga 70 – “Dub de Malaika (Afro Dub)”
Mallu Magalhães – “Shine Yellow (Deeplick Remix)”
Beastie Boys + Santigold – “Don’t Play No Games That I Can’t Win”
Juliana R. – “Dry These Tears”
Smash Mouth – “Walking in the Sun”

2012 vai ser melhor ainda!

Comente

Strokes + Jarvis Cocker = Cars!

Alguém esperava por essa?

Comente

Vida Fodona #295: Vai ser preciso ter muito fôlego

A semana encerra quente na sexta, por isso vou pegando leve agorinha no início…

Savath & Savalas – “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo”
Pulp – “This is Hardcore”
Radiohead – “Morning Mr. Magpie”
Little Boots – “Stuck on Repeat”
M. Takara 3 – “Rei da Cocada”
Javiera Mena – “Ahondar en Ti”
Sebadoh – “Think (Let Tomorrow Be)”
Roberto Carlos – “O Tempo Vai Apagar”
Teenage Fanclub – “Neil Jung”
Juliana R. – “Desde Que Cheguei”
Midnight Juggernauts – “Into the Galaxy”
Twin Sister – “Bad Street”
Notwist – “Pilot”
Miles Fisher – “This Must Be the Place”
Maroon 5 + Christina Aguillera – “Move Like Jagger”

Can You Come Down With Us?

3 Comentários

Vida Fodona #284: A normalidade

Retomando aos poucos essa perdida.

Thurston Moore – “Benediction”
Bonifrate – “Antena a Mirar o Coração de Júpiter”
Michael Kiwanuka – “Tell Me a Tale”
Toro Y Moi – “You Hid”
Architecture in Helsinki – “That Beep”
Lindstrøm & Christabelle – “Lovesick”
Air – “La Femme D’Argent (Pyramid Remix)”
Nick & the Bad Seeds – “Bad Cover Version (Pub Rock Version)”
Rafael Castro e os Monumentais – “Ultrapassa, Pai!”
Battles + Matias Aguayo – “Ice Cream”
Yuksek – “On a Train”
Digitalism + Julian Casablancas – “Forrest Gump”
Memory Tapes – “Wait in the Dark”
Foster the People – “Color on the Walls (Don’t Stop)”
Danger Mouse + Danielle Luppi – “Morning Fog”
Fernando Catatau – “Charlando no Espaço”

Come together.

1 Comentário

Vida Fodona #259: O último antes do carnaval? Não sei ainda

É sério, não sei ainda.

TV on the Radio – “Will Do”
Foals – “Black Gold”
Wire – “Two Minutes”
Walverdes – “Fazendo Pouco”
Beastie Boys – “Finger Lickin’ Good”
M. Takara – “Na Avenida”
Toro y Moi – “Still Sound (Knight Stalker Remix)”
Memory Tapes – “Bicycle (Little Loud Remix)”
Jimi Hendrix Experience – “Crosstown Traffic”
Legião Urbana – “Plantas Embaixo do Aquário”
Dr. Dog – “Where’d All The Time Go”
Pulp – “The Fear”
Mopho – “Nada Vai Mudar”
Mallu Magalhães – “Angelina”
Jeff Tweedy – “I Am Trying to Break Your Heart”
Strokes – “Walk on the Wild Side”
Snoop Dogg – “Sensual Seduction”
Broken Social Scene – “Texico Bitches (Star Slinger Remix)”

Come on.

3 Comentários

“And dance and drink and screw”

Lembro quando a Dani tava terminando a parte dela na noite fantástica da semana passada, ela me cutucou e disse: “Vou tocar Pulp”. Sorri de volta: “Qual?”. “‘Babies’, adoro ‘Babies’”. Quem não adora? Mas acho que devo ter feito alguma cara meio torta, porque logo em seguida ela voltou pro iPod (ela discoteca de iPod, doida) e gaguejou: “Será que eu toco ‘Disco 2000′?”. Aí resolvi interferir (como não…): “Toca o hit”. “O hit?”, e o dedo dela escorregou para “Common People”. Sorri de volta.

Eu e Dani temos uma cumplicidade de festa desenvolvida nos idos de 2006, quando, em sua terra-natal, numa sexta ou sábado pós-carnaval, tiramos uma festa da cartola num quintal de um restaurante árabe, com toda torcida contra na argumentação de que, depois do carnaval, Recife não saía de casa. Dani acionou os “teens” como disse com aquele “t” agudo do sotaque pernambucano, escrevendo SMS por meia hora para, na meia hora seguinte, o quintal estar lotado. Foi a primeira vez que eu vi o poder social do celular em ação (mentira, um amigo meu já havia me deixado assombrado no ano anterior, quando digitava mensagens segurando o celular com a mesma mão que ficava sobre o volante, olhando para a tela apenas para conferir o que havia escrito). Foi a mesma clássica noite em que o Fred disse pra gatinha do psy que havia esquecido seu case de trance em casa às quatro da manhã – quando eu disse pra tocar Chico Psyence. Foi o carnaval do nascimento do Vida Fodona, outro dia eu lembro disso aqui melhor.

Mas quando ela cogitou “Common People” lembrei da vez em que ela tocou “Like a Prayer” em uma das primeiras vezes que discotecou aqui em São Paulo, nos tempos em que a Gente Bonita era quinzenal no Bar Treze, em frente à Faap. Era o prenúncio de que a noite seria de uma categoria superior. Depois ela mandou “Cheia de Charme” pra eu continuar (segui com “Fuck You”), mas aí é outra história.

E em homenagem à grande volta desse ano (2010 = Pavement, 2011 = Pulp), vou martelar a banda do velho Jarvis aqui de tempos em tempos. Só pra ser.

1 Comentário

Pulp 2011

Você também tá nessa? Então toca aqui.

Comente

“Do you remember the first time?”

E essa volta do Pulp, hein? O Terra desse ano nem aconteceu e já tem gente soprando isso como sonho de consumo 2011.

2 Comentários

Quando o Trabalho Sujo era uma central de caderno de jornal

Não resisti e resgatei umas edições velhas do Trabalho Sujo impresso, tirei umas fotos e redimensionei pra colocar aqui no site. As fotos estão com cores diferentes não por conta da idade do papel, mas porque parte delas eu fiz de dia (as mais brancas) e a outra de noite (as amareladas). Dá uma sacada como era…


Nesta edição, dois segundos discos: o do Planet Hemp e o do Supergrass.


Nesta eu falei do Panthalassa, disco de remix que o Bill Laswell fez com a obra de Miles Davis, o segundo disco do Garbage, entrevista com Virgulóides, disco de caridade organizado pelo Neil Young e uma explicação sobre um novo gênero chamado… big beat.


Entrevistei os três integrantes do Fellini (Jair, Thomas e Cadão) para contar a história da banda, numa época em que eles nem pensavam em voltar de verdade (depois disso, eles já voltaram e terminaram a bandas umas três vezes). Também tem a história do Black Sabbath, uma entrevista que eu fiz com o Afrika Bambaataa e o comentário sobre a demo de uma banda nova que tinha surgido no Rio, chamada Autoramas.


Disco de remix do Blur, disco póstumo do 2Pac, Curve e entrevista com Paula Toller.


Discos novos da Björk, dos Stones, do Faith No More e do Brian Eno.


Discos novos do Wilco (Summerteeth), Mestre Ambrósio, coletâneas de música eletrônica (da Ninja Tune, da Wall of Sound – só… big beat – e de disco music francesa), resenha da demo da banda campineira Astromato e entrevista com o Rumbora.


Resenha do Fantasma, do Cornelius, do Long Beach Dub All-Stars (o resto do Sublime), do Ringo e do show dos Smashing Pumpkins em São Paulo, com a entrevista que fiz com a D’Arcy.


Vanishing Point do Primal Scream, disco-tributo ao Keroauc, Coolio e a separação dos irmãos da Cavalera.


Reedição do Loaded do Velvet Underground, Being There do Wilco e o show em tributo á causa tibetana.


Especial Bob Dylan, sobre a fase elétrica do sujeito no meio dos anos 60, com direito à entrevista com o Dylan na época, que consegui através da gravadora e um texto de Marcelo Nova escrito especialmente para o Sujo: Quem é Bob Dylan?


30 anos de Sgt. Pepper’s e o boato da morte de Paul McCartney.


Terror Twilight do Pavement, Wiseguys (big beat!), o disco de dub do Cidade Negra (sério, rolou isso), a demo do 4-Track Valsa (da Cecilia Giannetti) e entrevista com o Rodrigo do Grenade.


Pulp, Nação Zumbi, Ian Brown e Seahorses, uma coletânea de clipes ingleses e entrevista com Roger Eno, irmão do Brian.


30 anos de Álbum Branco, show do Man or Astroman? no Brasil, primeiro disco do Asian Dub Foundation, entrevista com a Isabel do Drugstore e demo do Crush Hi-Fi, de Piracicaba.


Os melhores discos de 1997: 1 – OK Computer, 2 – Vanishing Point, 3 – When I Was Born for the 7th Time, 4 – Homogenic, 5 – O Dia em que Faremos Contato, 6 – Dig Your Own Hole, 7 – Sobrevivendo no Inferno, 8 – I Can Hear the Heart Beating as One, 9 – Dig Me Out, 10 – Brighten the Corners… e por aí seguia.


20 anos de Paul’s Boutique, do Beastie Boys, disco do Moby, demo do Gasolines e entrevista com Humberto Gessinger.


Rancid, Superchunk e entrevista com o Mac McCaughan (do Superchunk), Deftones e Farofa Carioca (a banda do Seu Jorge).


Simpsons lançando disco e a lista dos 50 melhores do pop segundo Matt Groening, segundo disco do Dr. Dre, entrevista com Júpiter Maçã que então lançava seu primeiro disco.


A coletânea Nuggets virou uma caixa da Rhino, a cena hip hop brasileira depois de Sobrevivendo no Inferno, disco dos Walverdes e entrevista com Henry Rollins.


Sleater-Kinney, Fun Lovin’ Criminals, Little Quail, demo do MQN e entrevista com o Mark Jones, da gravadora Wall of Sound (o lar do… big beat).


25 anos de Berlin do Lou Reed, disco novo do Pin Ups, disco do Money Mark e entrevista com Chuck D, que estava lançando um livro na época.


Especial soul: a história da Motown e da Stax (lembre-se que não existia Wikipedia na época) e caixas de CDs do Al Green e da Aretha Franklin.


Retrospectiva 1998: comemorando um ano que trouxe artistas novos para a década…


…e os melhores discos de 1998: 1 – Hello Nasty, 2 – Mezzanine, 3 – Fantasma, 4 – Jurassic 5 EP, 5 – Carnaval na Obra, 6 – Deserter’s Songs, 7 – This is Hardcore, 8 – Mutations, 9 – The Miseducation of Lauryn Hill, 10 – Samba pra Burro. Em minha defesa: só fui ouvir o In the Aeroplane Over the Sea em 1999. Não tente entender visualmente, era um método muito complexo de classificação dos discos, um dia eu escaneio e mostro direito.


Beastie Boys, Scott Weiland e Boi Mamão.


A história do Kraftwerk (que vinha fazer seu primeiro show no Brasil), o acústico dos Titãs, Propellerheads (big beat!) e entrevista com Ian Brown.


Segundo disco do Black Grape, coletânea de 10 anos da Matador e entrevista com o dono da gravadora, Gerard Cosloy.


A carreira de Yoko Ono, disco novo do Ween, coletânea de Bauhaus, John Mayall e Steve Ray Vaughan e a trilha sonora de O Santo (cheia de… big beat).


Stereolab, Racionais, Metallica e 3rd Eye Blind (?!).


Disco de remixes do Primal Scream, caixa do Jam, entrevista com DJ Hum, Sugar Ray e disco solo do James Iha.


Cornershop, show à causa tibetana vira disco, Bob Dylan, Jane’s Addiction, Verve e entrevista com Lenine.


Disco de remixes do Cornelius, Sebadoh, Los Djangos, Silver Jews, entrevista com o Lariú e demo do Los Hermanos.


Disco de remixes da Björk e o novo do Guided by Voices.


Disco novo do Sonic Youth, reedição dos discos do Pussy Galore e entrevista com Edgard Scandurra.


Cobertura dos shows do Superchunk no Brasil, Pólux (a banda que reunia a Bianca ex-Leela que hoje é do Brollies & Apples e a Maryeva Madame Mim), Prince e Maxwell, coletânea da Atlantic e entrevista com os Ostras.


…e na cobertura dos shows do Superchunk eu ainda consegui que a banda segurasse o nome do Trabalho Sujo para servir de logo na página.

Editei o Sujo impresso entre 1995 e 2000. Durante esse período, ele teve vários formatos. Começou como uma coluna na contracapa do caderno de cultura de segunda e em 1996 virou uma coluna bissemanal ocupando 1/6 da página 2 do mesmo caderno. No mesmo ano, voltou a ter uma página inteira, nas edições de sábado e entre 1997 e 1999 ocupou a central do caderno de domingo. Neste último ano, voltou a ter apenas uma página, nas edições de sábado. Na época em que eu fazia o Sujo impresso, eu era editor de arte do Diário do Povo e, por este motivo, participei da criação do site do jornal em 1996 – e garanti que o Sujo tivesse uma versão online desde seu segundo ano. Foi o suficiente para que ele começasse a ser lido fora de Campinas (onde já tinha um pequeno séquito de leitores, que compravam o Diário apenas para ler a coluna) e ganhasse algum princípio de moral online, que carrego até hoje.

Na época, eu dividia o gostinho de fazer a coluna com dois outros compadres – o Serjão, que era editor de fotografia do jornal e que hoje está no Agora SP, e o Roni, um dos melhores ilustradores que conheço. Os dois são amigos com quem lamento não manter contato firme, mas são daquelas pessoas que, se encontro amanhã, parece que não vi desde ontem. Juntos, éramos uma minirredação dentro da redação – tínhamos reunião de pauta, discussões sobre o layout da página e trocávamos comentários sobre os discos que eu trazia para resenhar. No fim, eu fazia tudo sozinho na página (como faço até hoje), da decisão sobre o que entra ao texto, passando pela diagramação. Sérgio e Roni entravam com fotos e ilustras, mas, principalmente, com o feedback pra eu saber se não estava viajando demais ou de menos. Nós também começamos a discotecar juntos, mais um quarto compadre, o William, e, em 97, inauguramos o Quarteto Funkástico apenas para tocar black music e groovezeiras ilimitadas, em CD ou em vinil. Não era só eu quem escrevia no Sujo (eu sempre convidava conhecidos, amigos e alguns figurões), mas Roni e Serjão, por menos que tenham escrito, fizeram muito mais parte dessa história do que qualquer um que tenha escrito algo com mais de cinco palavras.

No ano 2000 eu fui chamado pelo editor-chefe do jornal concorrente, o Correio Popular, maior jornal de Campinas, para editar seu caderno de cultura, o Caderno C, cargo que ocupei durante um ano, antes de me mudar para São Paulo. Neste ano, para evitar confusões entre os dois jornais sobre quem era o dono da coluna (e não correr o risco de assistir a alguém depredar o nome que criei no jornal que comecei a trabalhar), decidi tirar o Sujo do papel e deixá-lo apenas online. Criei minha página no Geocities para despejar os textos que publicava em outra coluna dominical, no novo jornal, chamada Termômetro. Mas, online, seguia o Trabalho Sujo -até que, do Geocities fui para o Gardenal, e isso é ooooutra história.

Um dia eu organizo tudo bonitinho, isso é só pra fazer uma graça – e matar a minha saudade.

9 Comentários

Vida Fodona #226: Dias bonitos da nossa vida

Que dia bonito é o de hoje!

Kylie Minogue – “Slow (Chemical Brothers Remix)”
Les Rhytmes Digitales – “Music Makes You Lose Control”
Primal Scream – “Rocks (Jimmy Miller Remix)”
Pulp – “Monday Morning”
N*E*R*D – “She Wants to Move (DFA Remix)”
Pacific – “Hot Lips”
Chromeo – “Call Me Up”
Phoenix – “Long Distance Call”
Mutantes – “Rita Lee”
Joy Division – “Transmission”
Robbie Revenge – “Love-Hate Done Gun Connection”
New Order – “Round and Round”
Beck – “I Think I’m in Love”
Céu – “Bubuia”

Acompanhe-me, por favor.

Comente

Pulp – “Underwear”

A Db
Why don’t you shut the door
D
And close the curtains
Dm
‘Cause you’re not going anywhere
A Db
He’s coming up the stairs
D
And in a moment
Dm
He’ll want to see your underwear

D Dm
I couldn’t stop it now
A
There’s no way to get out
F#m
He’s standing far too near
E
How the hell did you get here
F#m D A
Standing naked in somebody elses room
F#m E
I’d give my whole life to see you
D Dm
Just you standing there
A
Only in your underwear

A Db
If fashion is your trade
D
When you’re naked
Dm
I guess you must be unemployed
A Db
But once it’s underway
D
There’s no escaping
Dm
The fact that you’re a girl and he’s a boy

D Dm
I couldn’t stop it now
A
There’s no way to get out
F#m
He’s standing far too near
E
How the hell did you get here
F#m D A
Standing naked in somebody elses room
F#m E
I’d give my whole life to see you
D Dm
Just you standing there
A
Only in your underwear

A Absus4 Ab Asus4 A E Ab (x2)
A Db D Dm

A Db
If you could close your eyes
D
And just remember
Dm
This is what you wanted last night
A Db
So why is it so hard
D
For you to touch him
Dm
For you to give yourself to him, Jesus

A Absus4 Ab Asus4 A E Ab (x2)
Du du du du du du du …
A Db D
Oh yeah, I wanna see you
Dm A
Wanna see you standing in your underwear

Comente

Pulp – “Sorted out for E’s and Whizz”

C
Oh is this the way they say the futures meant to feel?
G
Oh just twenty thousand people standing in a field
C
And I just don’t understand quite what this feeling is
G
That’s okay cos we’re all sorted out for E’s and Whizz

C
And tell me when the spaceship lands
G
Cos all this has just got to mean something

Dm
In the middle of the night
F G Bb
It feels alright but then tomorrow morning
Am Bb G G
Ohh ohh when you come down

C
Oh yeah the pirate radio told us what was going down
G
Got the tickets from some messed up bloke in Camden Town
C
And no one seems to know exactly where it is
G
But that’s okay, cos we’re all sorted out for E’s and Whizz
C
At four o’ clock the normal world seems very very very far away
Hey hey

Dm
In the middle of the night
F G Bb
It feels alright but then tomorrow morning
C G
Just keep on moving

C
Everybody asks your name they say we’re all the same
G
And now it’s, Nice One, Geezer – that’s as far as the conversation went
C
I lost my friends I dance alone, it’s 6 o’ clock, I wanna go home
G
But it’s no way not today, makes you wonder what it meant
C
And this hollow feeling grows and grows and grows and grows
G
And you wanna call your mother and say, “Mother,
C
I can never come home again because I seem to have left
G
an important part of my brain somewhere in a field in Hampshire. Alright

Dm
In the middle of the night
F G Bb
It feels alright but then tomorrow morning
Am Bb
Oohh Oohh when you come down
Am Bb
Ooh what if you never come down?

Comente

Pulp – “The Trees”

[F#]I took an air-rifle, shot a magpie to the ground
[B]And it died without a [F#]sound
[F#]Your skin so pale against the fallen autumn leaves
[B]And no one saw us but the [F#]trees

[F#]Yeah the trees, those useless trees
Produce the [B]air that I am [F#]breathing
Yeah the [F#]trees, those useless trees
They never [B]said that you were [F#]leaving

[F#]I carved your name with a heart just up above
[B]No swollen, distorted, unrecog[F#]nisable; like our love
[F#]The smell of leaf mould and the sweetness of decay
[B]Are the incense at the funeral pro[F#]cession here, today

[F#]In the trees, those useless trees
Produce the [B]air that I am [F#]breathing
Yeah the [F#]trees, those useless trees
They never [B]said that you were [F#]leaving

[B]You try to shape the world to what you want the world to be
Carving your name a thousand won’t bring you back to me
Oh [F#]no I might as well
I might as well just go tell it to the trees

Oh yeah the [F#]trees, those useless trees
Produce the [B]air that I am [F#]breathing
Yeah the [F#]trees, those useless trees
They never [B]said that you were [F#]leaving

[F#]Go and tell it to the trees yeah
[F#]Go and tell it to the trees yeah
[F#]Go and tell it to the trees yeah
[F#]Go and tell it to the trees yeah
[F#]Go and tell it to the trees yeah

Comente

Pulp – “Something Changed”

G Gsus4 G Gsus4

G Bm C
I wrote this song two hours before we met
G Bm C
I didn´t know your name or what you looked like yet
C D Bm E
Oh, I could have stayed at home and gone to bed
C D Bm E
I could have gone to see a film instead
Bm E Am D
You might have changed your mind and seen your friend
Bm E Am D
Life could have been very different but then
Am D
Something changed

D Dsus4 G Gsus4

G Bm C
Do you believe that there´s someone up above?
G Bm C
And does he have a timetable directing acts of love?
C D Bm E
Why did I write this song on that one day?
C D Bm E
Why did you touch my hand and softly say:
Bm E Am D
“Stop asking questions that don´t matter anyway
Bm E Am D
Just give us a kiss to celebrate here today
Am D
Something changed”

G Bm C
G Bm C
C D Bm E
C D Bm E
Bm E Am D
Bm E Am D
Am D

C D Bm E
When we woke up that morning we had no way of knowing
C D Bm E
That in a matter of hours we changed the way we were going
Bm E Bm E
Where would I be now, where would I be now
Am D
If we´d never met?
Bm E Am D
Would I be singing this song to someone else instead?
Am D
I dunno but like you just said
G
Something changed

Comente

Pulp – “The Night That Minnie Timperley Died”

[A] [G] (X 4)

[A]There’s a [Bm]light that [D]shines
On [G]everything and everyone
[A]And it [Bm]shines so [D]bright
[G]Brighter even than the sun

[A]That’s what Minnie thinks
As she [Bm]walks to meet her brother
Who is [D]nearly two years older
On a [G]Saturday night

He’s [A]DJing at some do
On the [Bm]edge of town
On the [D]night that Minnie [G]Timperley died

[A]It’s such a [Bm]beautiful world
[D]And you’re such a [G]beautiful girl
[A]So much that [Bm]you wanna try
[D]The world wants to [G]sleep with you tonight
But [A]Minnie (Minnie)
[Bm]Minnie if I [D]could
I would [G]give you the rest of my [A]life

[A] [G] (X 4)

[A]How can a girl have [Bm]sex
With [D]these pathetic [G]teenage wrecks
[A]Ah footbal scarves
[Bm]The girls drink halves
[D]And her brothers crying
[G]Cos he has lost his decks

[A]Outside the air was cool
An [Bm]older guy sitting in his car
[D]Asked if Minnie [G]needed a ride
He thought he was [A]still dangerous
Paunchy but [Bm]dangerous
On the [D]night that Minnie [G]Timperley died

[A]It’s such a [Bm]beautiful world
[D]And you’re such a [G]beautiful girl
[A]And he only [Bm]did what he did
[D]Cos you looked like [G]one of his kids
But [A]Minnie (Minnie)
[Bm]Minnie if I [D]could
I would [G]give you the rest of my [A]life

[A] [G] (X 8)

[A]Oh Minnie I can feel the [Bm]pain
Oh Minnie I can feel the [D]pain
Oh Minnie I can feel the [G]pain
The pain, the pain, the pain, pain, pain yeah

[A]Oh Minnie I can feel the [Bm]pain
Oh Minnie I can feel the [D]pain
Oh Minnie I can feel the [G]pain
The pain, the pain, the pain, pain, pain yeah

[A]Oh Minnie I can feel the [Bm]pain
Oh Minnie I can feel the [D]pain
Oh Minnie I can feel the [G]pain
The pain, the pain, the pain, pain, pain yeah

[A]Oh Minnie I can feel the [Bm]pain
Oh Minnie I can feel the [D]pain
Oh Minnie I can feel the [G]pain
The pain, the pain, the pain, pain, pain oh [A]yeah
Oh [Bm]yeah
Oh [D]yeah [G]

[A] [G] (X 4)
[A] [G] (X 4)

Comente
Página 1 de 3123