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Arquivo: rede social

E por falar no Tom do MySpace…

…seu primeiro amigo, lembra dele? Publicamos um texto dele no Link dessa semana sobre plataformas e audiências, a partir da decisão do Kevin Rose, o inventor do Digg, em redirecionar seu domínio para sua página no Google +, abandonando seu blog. Um trecho:

Onde manter hospedado seu conteúdo é questão complicada. Quando blogar começou a virar uma atividade séria e o pessoal da internet percebeu que poderia cativar seu próprio público, eles naturalmente supuseram que seria importante ser o dono do seu próprio domínio, controlar sua lista de distribuição, manter os links que dão acesso ao seu conteúdo, ou seja, controlar o próprio destino.

Mais uma vez, a questão não interessa apenas aos blogueiros. Trata-se da presença na web de maneira geral. Lembre dos comerciais de TV promovendo palavras-chave da AOL. Será que as marcas teriam agido melhor se promovessem seus próprios sites? E quanto aos músicos que usaram o MySpace como seu único site? As bandas começaram a usar o MySpace em conjunto com seus próprios sites, mas um número cada vez maior delas descobriu que manter um site próprio exigia muito trabalho, e acabaram fechando estas páginas. Até os grandes artistas da música passaram a imprimir a URL de suas páginas do MySpace (e não o endereço de seus sites pessoais) nos encartes de seus CDs. Se visitarmos hoje estes endereços do MySpace, veremos que eles parecem cidades-fantasma. E quanto aos canais do YouTube? Será possível imaginar um dia em que o YouTube não seja mais o melhor lugar para encontrar vídeos?

Uma outra forma de fazer a pergunta, talvez mais clara e melhor, seria a seguinte: será que um criador de conteúdo deve procurar seu público ou o melhor é esperar que o público venha a ele?

O artigo inteiro tá aqui.

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Enquanto estive fora: Google +

Eu vou falar mais disso depois… Uma rede social sobre si mesma!

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“Uma praga chamada Orkut”

Você lembra? Havia quase uma inocência (além dos clichês idiotas convencionais ao telejornalismo) na internet daqueles dias… E isso não tem nem 10 anos.

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Uma loja de discos na Califórnia, um computador e o início das redes sociais

Bem boa essa matéria da BBC:

Numa rua em Berkeley, Califórnia, o epicentro da contracultura nos anos 1960 e 1970, eu achei o que poderia muito bem ter sido o local de nascimento do fenômeno.

Do lado de fora do que já foi uma loja de discos chamada Leopold’s Records, o ex-cientista de computação Lee Felsenstein me disse como, em 1973, ele e outros colegas colocaram um computador na loja, perto do mural de recados de músicos.

Eles haviam convidado as pessoas que passavam, em geral estudantes da Universidade da Califórnia, Berkeley, para entrar e digitar uma mensagem no computador.

À época, era a primeira vez que alguém que não estudasse temas científicos foi convidada a se aproximar de um computador.

“Achamos que haveria uma resistência considerável à invasão de computadores no que, segundo pensávamos, era território da contracultura”, explicou Felsenstein.

“Estávamos errados. As pessoas subiam as escadas, e tínhamos alguns segundos para lhes dizer, ‘você gostaria de usar o nosso mural de recados eletrônico, estamos usando um computador.’

“E com a palavra computador os olhos deles se abriam, brilhavam, e eles diziam: ‘uau, posso usá-lo’?”

Logo a máquina estava sendo preenchida por mensagens, que iam de um poeta promovendo seus versos e músicos oferecendo serviços a discussões sobre o melhor local para comprar pães.

O projeto, chamado Memória da Comunidade, sobreviveu por mais de uma década, instalando outros computadores na região de São Francisco. Mas só foi nos anos 1980 que um número considerável de pessoas aderiu à vida online.

Dica (antiiiiga) da Tati.

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Link – 14 de fevereiro de 2011

Quem está aí? “O Orkut perdeu o pé”Personal Nerd: Cara a cara Mobile World Congress: Mundo móvelWikiLeaks à brasileira: Vazamento por via diretaSocial Media Week: Quase social O que há por trás do acordo entre Nokia e MicrosoftServidorVida Digital: Jane McGonigal, designer de jogos

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Link – 6 de dezembro de 2010

O ano do Feice ‘Google não lançará uma rede social’O nascimento de uma naçãoO ano em que o direito autoral foi a debateO que o Google quer ao comprar um site de compras coletivasO ano 10Domicílios voltam a ser o principal local de acessoMais polêmica, MySpace, Google, Zip…Vida Digital: Bruce Sterling

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4:20

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Link – 30 de agosto de 2010

Orkut na puberdadeAmigos, amigos…Personal Nerd: O país do OrkutPaypal no BrasilVem aí mais um produto Apple: será que é o golpe contra a TV?GameoverdoseClube do jogoSamsung, Blockbuster, iPhone 4 e GoogleO homem-linux vem para cáVida Digital: Jason Sigal, do Free Music Archive

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Link – 26 de julho de 2010

Novo léxicoA vida das palavrasBraulio Tavares: Espalha como vírus, caduca feito disquetePersonal Nerd: 404 not foundFacebook: as cifras, o filme e os SimpsonsServidor: File, Kinect, e-books e ProEvolution SoccerNavegar impreciso: Orkut só segue soberano no Brasil – mas até quando?Vida Digital: Kevin Macdonald

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Facebook Weirdo

O clipe do Beavis & Butthead foi cortesia do Lucio, que lembrou do trecho ao linkar o trailer final do filme sobre o Facebook, The Social Network, que tem o primeiro hit do Radiohead como trilha sonora. O filme teve como base o livro Accidental Billionaires, uma biografia não-autorizada sobre a criação do site, que deve ser lançado no Brasil em breve (e que, er, foi traduzido por mim :P). Não custa lembrar que hoje foi o dia em que a rede social chegou ao meio bilhão de perfis online.

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